terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eu acredito em nada e ao mesmo tempo acredito em quase tudo

 Sou pesquisadora de tudo e formada em: . Medicina, Psicologia, Nutri√ß√£o, Filosofia, ...Esqueci e Mestrado e Doutorado pela Harvard University Google XD. Dizem que de m√©dico e louco todo mundo tem um pouco. Depois desta onda de Internet, uhuuuuuuuu, a gente vira tudo! Na realidade SE VIRA! Lembro-me como m√£e de primeira viagem e criando longe de parentes a minha filha, qualquer sintoma eu “jogava no Google”. Claro que n√£o podemos cometer a loucura de empurrar medicamento goela abaixo. Mas... A v√°, v√° me dizer que nenhuma m√£e, fez suas “beberagi” pros seus pimpolhos, a v√≥ diagnosticou e BATATA, era aquilo e “ramo pro tratamento”. √Č desencorajada a automedica√ß√£o. Mas todo mundo que se preza tem uma caixinha de PRIMEIROS, segundos, terceiros....,etc., SOCORROS. √Č tipo assim... √Äs vezes voc√™ sem ou com Plano de sa√ļde vai ali ao Posto M√©dico ou Hospital, chega l√° ap√≥s aguardar um temp√£o e ainda respirar aquele ar mal√©fico √© atendido ou o seu filho e PAN, TCHARAN! √Č VIROSE! Pow sei l√° entende! Muito l√≠quido, analg√©sico, descansa e deixa a parada, entidade, ir embora por si s√≥. E por ai se vai! Gra√ßas a deus √© s√≥ virose! Ainda levantamos a m√£o agradecendo. Bom, estou escrevendo este texto porque fiquei meio que pensativa. CARACA!!!! Um monte de reportagem ai falando de garotas de Resende que tiveram rea√ß√£o √† vacina HPV.PUTZ! EU SOU M√ÉE DE UMA MENINA!!! Que ainda n√£o tomou ai este tro√ßo.#Jesusmariajuz√©. Normalmente, como Pesquisadora nata (agora √© s√©rio), antes de passar qualquer informa√ß√£o, eu gosto de pesquisar bastante. O que as pessoas tecem como Teoria da Conspira√ß√£o eu leio e releio, para depois formar uma opini√£o (por exemplo, eu acho que Avril Lavigne morreu), desculpa ai fans( n√°ticos). Ainda assim, correndo o risco de estar errada. Uma reportagem, um livro, olhar quem √© o autor, qual √© a dele, coisas do tipo. Dei uma olhada em algumas reportagens e sei que em √©poca de elei√ß√£o, qualquer esc√Ęndalo, greve ou sei l√° o qu√™ desencadeados significam, perda de voto para a situa√ß√£o e ganho para a oposi√ß√£o (se bem que nem sei mesmo se ainda rola isto, t√ī vendo tudo muito junto e misturado). Ent√£o, seguindo esta linha sinuosa de racioc√≠nio eu penso: Meu Deus onde isso vai parar! A galera est√° compartilhando v√≠deos nas redes sociais sobre este caso da vacina HPV e suas poss√≠veis rea√ß√Ķes adversas e nenhuma autoridade se pronuncia. E por mais que se diga, foram casos isolados, n√£o estamos falando de coisas e sim de vidas. Enquanto isto leio outras reportagens at√© falando de √≥bito causados pela vacina do v√≠rus H1N1 ( INFLUENZA) , SEI L√Ā. Olha s√≥, neste mundo capitalista que vivemos tudo vira moeda de troca. At√© com a sa√ļde do povo! Portanto... Estamos fritos! Deste jeito, ou procuramos nos esclarecer, se informar e exigir melhores esclarecimentos sobre tudo o que envolve a nossa vida ou ent√£o esperar pelo melhor ou pior. Textos que li entre tantos.










sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Primeiro você faz os hábitos depois os hábitos o fazem.


√Č curioso perceber entre pessoas do  conv√≠vio, digo fam√≠lia, local de trabalho, vizinhan√ßa, comunidade em geral. Os h√°bitos intr√≠nsecos quer bons ou ruins. Tudo s√£o h√°bitos. Dizem que se levam vinte e um dias para se criar um h√°bito. Imagine quando n√£o nos policiamos, quando temos o danado do H√ĀBITO de mentir, at√© em pequenas coisas, por toda a vida. Este √© o pior de todos. Afinal n√£o se trope√ßa em grandes pedras, mas sim em pequenas. Mentiras grandes cabeludas s√£o criadas normalmente por quem tem medo desesperador da puni√ß√£o, normalmente crian√ßas o que em sua maioria √© percebida com uma r√°pida ou minuciosa observa√ß√£o. Por√©m as chamadas mentirinhas “inocentes” s√£o as mais dif√≠ceis de serem tiradas. Porque pelo h√°bito, ocorre como por osmose e a falta de vigil√Ęncia cria um sujeito que embota a sua consci√™ncia, certas coisas para ele ou ela se tornam t√£o rotineiras que acabam achando normal.E empesteiam o ambiente de fofocas e mau entendidos e ainda negam ser desonestos, porque ,afinal n√£o enxergam o mal que os seus h√°bitos ruins causam. Quando uma pessoa de h√°bito mentiroso inocente cruza o seu caminho com pessoas iguais a si, tudo fica em “casa”. O problema √© quando voc√™ se relaciona com uma pessoa que n√£o cultiva este h√°bito, o que √© raro, mas existe. O correto, n√£o mentir se torna rid√≠culo, bobo, anormal. Muitas vezes j√° me senti assim, lesada, enganada e boba. J√° fui criticada por n√£o aceitar o que na minha cabe√ßa, considero correto e normal para mim. Estamos vivendo em uma sociedade corrompida, certos valores, (longe de discurso demagogo) como a honestidade, o respeito ao outro, empatia, enfim, coisas do tipo, est√£o perdendo a for√ßa. Ent√£o pergunto: Ser√£o estas pessoas que criar√£o os futuros profissionais?A futura gera√ß√£o que avan√ßar√° na ci√™ncia, que cuidar√° de mim na velhice? O que fazemos hoje, refletir√° no amanh√£. N√£o adianta dizer para o filho, “n√£o minta” e em seguida mentir, “n√£o fale palavr√Ķes” e viver falando palavr√Ķes. Dizer para um amigo “eu sou o teu amigo, pode confiar em mim”, e em pequenas coisas ser t√£o mesquinho. Vender por t√£o pouco a amizade, prometer lealdade e n√£o poder cumprir. Isto √© mentira! Pequena ou cabeluda, mas √©! E decididamente detesto pessoas que mentem! Ou pouco ou muito! Detesto pessoas que tentam me enganar com coisas pequenas ou grandes. Saiu da margem da verdade √© tudo mentira. Pequena ou grande. E assim vou criando o meu mundo, pequeno, mas espero que neles habitem seres dignos de minha amizade e lealdade. Pessoas que pelo h√°bito, utilizem a sua faculdade de racioc√≠nio para discernir o que √© certo do que √© errado. Apenas pelo h√°bito, se acharem interessante, conseguir√£o isto. O contr√°rio disso, pelo menos para mim n√£o tem o menor interesse. Que passe longe!




quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Quem é você? Este momento.



Acabei de assistir o filme Poder Al√©m da Vida.Um convite √† reflex√£o.Uma hora e cinquenta e quatros minutos de filme.Nestes exatos minutos finais o personagem analisa tudo o que resume o filme. Quem √© voc√™?  Este momento. Sem a√ß√£o , sem fic√ß√£o cient√≠fica. apenas um convite a desacelerar a vida e curtir a jornada que √© mais feliz que o destino em si.Ouvir a voz interior, escutar o sil√™ncio da intui√ß√£o, observar o que acontece ao redor,limpar os pensamentos inquietantes.Cortar com a espada todos os medos e seguir em frente.Apreciar o momento, longe de ser um incentivo √† viver o hoje porque o amanh√£ ningu√©m sabe. De forma alguma, mas estar intensamente no presente, curtindo cada momento. Hoje com o advento das redes sociais infelizmente, a pessoas "precisam" confirmar para os outros que s√£o felizes, que t√™m amigos, que s√£o descoladas,circulam bem em muitos ambientes , etc e tal.. .Segundo a psic√≥loga Luisa Resteli do site Personare, existe uma certa  car√™ncia por tr√°s das Selfies (A utiliza√ß√£o da palavra "selfie" foi tanta que acabou sendo eleita a palavra internacional do ano de 2013 pelo "Oxford English Dictionary".)de depender da aprova√ß√£o do outro para ter a pr√≥pria aprova√ß√£o ou n√£o.Quantos postam fotos e ficam desesperadamente calculando quantos "likes" receberam? Criando assim uma efeito domin√≥, onde um suposto amigo recebeu tantas curtidas √© ent√£o encarado como uma pessoa bem relacionada ou a mulher a descolada, feliz e por sua vez para n√£o ficarmos por baixo, postamos fotos tamb√©m de felicidade, de "momentos", que n√£o s√£o vividos REALMENTE, apenas de forma  virtual.E o site afirma "O vazio que voc√™ tenta preencher com uma selfie n√£o ser√° suprido pela quantidade de visualiza√ß√Ķes que a foto recebeu, pois essa satisfa√ß√£o s√≥ se d√° internamente (...)O contato humano, mesmo que "ao vivo", tem estado sempre atravessado por momentos virtuais e a viv√™ncia do momento presente est√° cada vez mais se perdendo atr√°s de telas de celulares e m√°quinas fotogr√°ficas." E a falta de concentra√ß√£o √© fenomenal.J√° tentei conversar com v√°rias pessoas e elas n√£o tiravam os olhos do celular.N√£o viviam o momento de descontra√ß√£o socializa√ß√£o real.Neste texto, a autora cita uma situa√ß√£o de uma pessoa que durante o seu anivers√°rio, onde os amigos est√£o reunidos batendo os parab√©ns e ela deixa de curtir a situa√ß√£o para ficar tirando selfies e postando.Ou seja, deixa de viver o momento,curtir o calor humano. Claro que n√£o h√° nada de mal em se postar fotos em redes sociais, apenas precisamos ter um equil√≠brio entre o que √© real e o que √© virtual.E valorizarmos o instante, o presente o momento, o calor humano,as pessoas reais.Termos uma vida social verdadeira e por falar nisto...Fui! Partiu! Vou dar aten√ß√£o a minha filha!!!

Iracema Correia




quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Eu n√£o vou mudar o mundo... Mas mudo o meu mundo!! Sou anormal sim, MARGINAL, com orgulho!

Sobre a política partidária:

Discursos movidos por paix√£o exacerbadas, defendendo esta ou aquela legenda, este ou aquele pol√≠tico. Vivemos uma Ditadura disfar√ßada de Democracia, um dos pa√≠ses do mundo onde a toler√Ęncia √† corrup√ß√£o √© uma das mais altas, onde o retorno aos impostos pagos (diga-se de passagem, uma das maiores cargas tribut√°rias do mundo) n√£o existe. E quando estes pilantras fazem um beneficiosinho, o que n√£o √© mais do que a obriga√ß√£o, fica uma bando de alienados vestindo a camisa de legendas, de pessoas que n√£o est√£o nem ai para ningu√©m, depois de eleitos. A √ļnica coisa que posso justificar para isto √© que algu√©m vai ganhar um carguinho, para defender com tanta paix√£o estes pol√≠ticos. Haja paci√™ncia com tanta aliena√ß√£o! Deus √© mais! E depois de eleitos ningu√©m acompanha se√ß√£o nenhuma para saber dos projetos, quem est√° votando a favor contra. E ficam dizendo que TEM que votar. Anulo sempre, n√£o sou besta para dar emprego de gra√ßa para ningu√©m, nem para parentes, aderentes, se eu tenho o meu eu ralei, fiz concurso p√ļblico. Eles que ralem, e baixem os sal√°rios deles t√£o quanto o meu. Haja paci√™ncia, povo acomodado!Pol√≠tico nenhum me representa, quando nasci ningu√©m me perguntou como eu gostaria de ser governada, encontrei o pacote completo de corrup√ß√£o, mentira, roubo, imposi√ß√Ķes e muito mais. N√£o TENHO nada, sou supostamente livre e TENHO sim o direito de decidir se apoio ou n√£o este sistema corrupto. N√£o concordo com os altos sal√°rios dos pol√≠ticos, n√£o concordo com o NEPOTISMO, n√£o concordo com o Sistema Tribut√°rio. Porque TENHO que votar em um bando de pessoas que nunca vi, que n√£o me representa? Vivo aqui, pagando IPVA, ISSM, IPI, PED√ĀGIO e por ai se vai, quarenta por cento de tudo que eu compro vai para Impostos os quais em sua maioria, n√£o sou beneficiada como deveria. E ainda vou manter este sistema? Me fa√ßa uma garapa! O SUS n√£o funciona, deixa morrer! O  Sistema Educacional anda lentamente gra√ßas ao empenho de her√≥is que ainda se formam na esperan√ßa de contribuir por uma sociedade melhor ou pelo fato de cursos de licenciaturas serem mais f√°ceis e mais baratos. Jesus era considerado marginal, S√≥crates, Ghandi e outros, porque questionavam o sistema. N√£o era massa de manobra! E para livrar a sociedade destes marginais, foram mortos. Muita gente tem medo de dizer o que pensa e prefere ficar “dentro do pelo do coelho”, (cita√ß√£o do livro O Mundo de Sofia), confort√°veis, acomodados. Seguindo a mesma rotina como bovinos ao abate. E vida que segue assim, sem nada de novo. Revoltada n√£o! Apenas expondo as minhas ideias como ser humano pensante. Penso, logo existo e incomodo! (TALVEZ).


Sobre datas comemorativas:

Acho curioso como as pessoas falam assim:

- Poxa, to tão apertada, mas o Dia da Criança está chegando e eu TENHO que comprar o presente do meu filho, neto, etc. Natal ta chegando, eu TENHO... Dia das mães está chegando eu TENHO... A copa está chegando TENHO, que torcer pelo Brasil.
 E quando voc√™ diz que n√£o est√° nem ai, vem um bando de alienado fazer discurso demagogo de ser patriota. √Äs vezes n√£o sabe nem o significado das palavras rebuscadas do Hino Nacional. √Č curioso como estas palavras TENHO, voc√™ TEM QUE, perseguem o nosso dia a dia, para transformarmo-nos em mais um do rebanho. Como? Quem lhes imp√īs isto. Porque cargas d’√°gua eu TENHO? Quem me governa sou eu. Quem paga as minhas contas sou eu. “Quando voc√™ morrer, no m√°ximo chorar√£o duas semanas e se livrar√£o de seus pertences, porque ningu√©m gosta de nada de morto e ainda abaixar a sua foto para n√£o ficar olhando, para n√£o dar medo.” cita√ß√£o de  Luiz Gasparetto. E vida que segue! Elogiam depois quem morreu e partiu, viver! Essa √© a maior verdade!

“Ai est√° a normalidade que recuso ser.
Aí está a massificação que não aceito para poder ser aceito.
Aí está um mundo real no qual prefiro, mesmo em troca de sofrimento, considera-se anormal.
A√≠ est√£o as compensa√ß√Ķes, vit√≥rias e seguran√ßas que n√£o busco...para, desse modo, continuar fora do rebanho.”

Hermógenes


 Lembro-me do filme Mulheres Perfeitas e a atua√ß√£o maravilhosa do elenco e em especial da atriz Bette Midler que vive numa cidade perfeita, supostamente o para√≠so da terra.Todo mundo faz tudo da mesma forma , os √ļnicos que entram em choque com as conven√ß√Ķes s√£o considerados anormais, e esta atriz citada d√° um show de interpreta√ß√£o na pele de uma mulher fora das conven√ß√Ķes.E para se livrar destes anormais,√© implantado um chip para agirem quais rob√īs obedientes. No desenrolar da com√©dia os "podres" v√£o aparecendo.Hil√°rio e cheio de recados interessantes.









segunda-feira, 22 de setembro de 2014

E onde tenha Sol, para me aquecer... √Č para l√° que eu vou, mas germinada com certeza!!



N√£o arranque todos os dias a semente procurando ver se a plantinha est√° nascendo” ( Yogananda)


Vez por outra, para n√£o dizer quase sempre, me pego ansiosa, “pr√©- ocupada”, com algo ou desejosa que alguma coisa que quero, logo aconte√ßa. Creio ser normal ao se tratar de expectativas boas. Se forem expectativas ruins, √© muito chato. Esperar por exemplo que uma doen√ßa seja curada e sendo de um filho ent√£o, quanto sofrimento... Madrugadas a fio medindo, conferindo a temperatura da febre, se a garganta desinflamou e por ai se vai. Fazer um concurso p√ļblico t√£o desejado, por exemplo, e aguardar ansioso que seja convocado! S√£o muitas as expectativas, os nossos sonhos, os nossos desejos. Lembro-me das palavras de Cristo: “Quem por estar ansioso, pode acrescentar um s√≥ c√īvado √† dura√ß√£o de sua vida?” Segundo informa√ß√Ķes do GOOGLE um c√īvado equivale a 45 cent√≠metros. Neste caso estamos falando de metros de vida, curioso, mas sem d√ļvida uma met√°fora. Jesus estava simplesmente declarando uma verdade fundamental. A ansiedade excessiva n√£o ajudar√° a pessoa a resolver qualquer problema que seja. N√£o a ajudar√°, por exemplo, a viver mais tempo. De fato, √© mais prov√°vel que a ansiedade intensa e prolongada encurte a sua vida. E nesta ansiedade, podemos interromper o amadurecimento do fruto. At√© mesmo de viver o que tanto sonhamos! Afinal fruto amadurecido for√ßadamente ou de “carboreto” (express√£o comumente falada aqui na regi√£o, para se definir o m√©todo de adiantar o amadurecimento da fruta.), n√£o tem o mesmo sabor, nem de longe! Lendo alguns pensamentos do Doutor Herm√≥genes pioneiro em Medicina Hol√≠stica no Brasil, fiquei encantada com este trecho:

“Duas sementinhas decidiram viver ao Sol.
A primeira pediu ao lavrador:
- Amigo, por favor, tire-me deste depósito escuro e me ponha lá fora, no lugar mais alto, onde haja mais Sol.
O homem advertiu-a:
- Posso fazer isto, mas é bom não esquecer que o verão está muito forte e, com seus ardores, poderá matar você. Não tem medo de morrer queimada?
-Não faz mal-respondeu ela- Ponha-me, por favor, lá em cima da cumeeira. O Sol não me faz medo. Ao contrário, o que mais desejo é viver ao Sol.
O homem atendeu. Colocou-a no telhado da casa e foi trabalhar. Enquanto se entregava a seus afazeres, n√£o escutou os pedidos de socorro da sementinha, que dias depois, foi encontrada morta, esturricada.
A outra sementinha disse ao homem:
-Amigo o que mais desejo é sair daqui e ir para o Sol. Você pode me ajudar?
-Não sabe o que aconteceu à sua infeliz coleguinha?
-Não, amigo. Eu quero chegar ao Sol, mas de outra forma. Por favor, enterre-me em solo fértil, cubra-me de humo, e deixe que germine. Quando eu for planta...
-Parabéns, sementinha inteligente. Esta humildade é muito sábia! Você bem sabe que, virando planta, transformada em tronco, folha, flor e fruto, viverá ao Sol na maior segurança, no maior esplendor, na maior felicidade... Deus abençoe!
E assim aconteceu.
A sementinha teve o Sol que queria ”



A interpreta√ß√£o acredito ser livre, mas notei que nem sempre estamos amadurecidos para certas coisas e queremos viv√™-las desesperadamente. √Č angustiante, muitas vezes ouvir isto, mas tudo tem seu tempo. Se ficarmos toda hora conferindo a sementinha se esta j√° germinou, ficar√° dif√≠cil de isto acontecer ou morreremos de angustia. A temperatura da febre tem que ser conferida mesmo, mas sem neura, tomando as devidas provid√™ncias sensatas √© claro! O concurso, n√£o se preocupe, sempre tem um filho de deus que nos avisa!Mas √© bom a conferir, sem neura! Quanto a qualquer coisa agora, entrego nas m√£os de Deus, fazendo a minha parte. E onde tenha Sol, para me aquecer... √Č para l√° que eu vou, mas germinada com certeza!!!

Amo,amo, vejo mil vezes e me extasio com a harmonia deste grupo, ulal√°!!!!

E Simplesmente Fant√°stico !!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como Marvin




Sentindo o peso do mundo nas minhas costas. N√£o tenho mais treze anos, nunca roubei em nome da fome, mas passei fome. Carrego desde estes treze anos o peso do " mundo" em minhas costas. Preocupada com as necessidades b√°sicas para se manter viva, estudar, vencer os desafios da puberdade,sim puberdade, n√£o adolesc√™ncia. Muita seriedade e responsabilidade versus sonhos de toda adolescente, desbravar o mundo, aproveitar cada momento porque o presente √© o que importa.Hoje vejo apontar dois fios brancos em minha cabe√ßa. Me perguntei : o que fiz da minha vida at√© hoje? Sobreviver e hoje, criar uma filha, procurando ser uma " boa m√£e" ( sabe-se l√° o que √© isso). Mas sendo pai e m√£e, por for√ßa das circunst√Ęncias. Pensando enquanto cozinhava a verdura dela no vapor e grelhava o frango: Meus ossos j√° est√£o sacrificados, os ombros inchados com o peso do " mundo" que carreguei, hoje sinto dores na alma e no corpo. Ela s√≥ tem sete aninhos, O que eu puder fazer, dentro das minhas possibilidades assim o farei para que n√£o lhe falta os nutrientes necess√°rios para o seu crescimento, o amor , a aten√ß√£o.Que deus me d√™ vida para isto. Porque a sa√ļde aos poucos est√° apresentando sinais de deteriora√ß√£o a cada dia.Viver um dia de cada vez e entregar nas m√£os DAQUELE a quem eu posso contar. 

domingo, 14 de setembro de 2014

Como entendo o Papel da Religi√£o atualmente



Acredito que partindo do quesito espiritualidade, j√° me faz conceber a ideia de algo superior, interior,completamente alheio ao externo e sim ao interno.√Č por ai, na minha grotesca explica√ß√£o. Onde quero chegar, no quesito eu,o que a Psican√°lise  definiria de ID,EGO E SUPEREGO. ( Freud agora deve estar se virando na cova, me perdoe,mas s√≥ ele Freud, para explicar melhor este inexplic√°vel.) Enfim , temos a nossa parte instintiva que quer a grosso modo realizar as nossas necessidades b√°sicas, comer, dormir, defecar, urinar, soltar pum,ter rela√ß√Ķes sexuais, beijar...ufa! E por ai se vai.Temos o EGO  a parte racional onde controla estes instintos de forma que eles n√£o sejam t√£o indomados. E o SUPEREGO, a parte moral da hist√≥ria, aquela a quem representamos para o mundo.Preocupados com o que √© moralmente visto pela sociedade em que vivemos.( ainda tem isso, a sociedade a qual vivemos e a educa√ß√£o a qual recebemos.)Enfim, depois de "psicanalizar" aqui o texto ( amo a psican√°lise, principalmente quando fala das fases do desenvolvimento humano, embora entenda metade da psican√°lise, afinal n√£o a estudei ,por completo.).Quando este idegosuperego come√ßam a se estranhar, segundo Freud, rola ai a ansiedade.√Č ai que eu acho que deveria entrar o papel da religi√£o, com menos doutrina e mais autoconhecimento. Coisa que os orientais trabalham muito mais. Na minha maneira de ver as religi√Ķes hoje est√£o muito preocupadas em trabalhar nas pessoas apenas o SUPEREGO, o que os outro ir√£o pensar.Mas o eu , aquele ID, danad√£o que o EGO tenta controlar, domar, fica ali , borbulhando dentro da pessoa.Um bom trabalho de autoconhecimento atrav√©s da psicologia, astrologia, e v√°ria gias ai, certamente atenuariam e muito esta ansiedade. Afinal, a perfei√ß√£o , nunca atingiremos, mas acredito que metade de muitos problemas da sociedade seriam melhor resolvido com uma boa dose de conhecimento interior.√Č por isso que o que mais rola √© MUITA CONVERSA E POUCAS A√á√ēES. De pol√≠tico a pastor de Igreja , a religioso, a pessoas do nosso dia a dia. Mas o danado dos instintos do primeiro eu, segundo e terceiro eu fala mais alto. A ansiedade do medo de ficar para tr√°s e perder sei l√° o que, gera uma sociedade que olha o pr√≥prio umbigo.Afinal s√£o anos de perdas e injusti√ßas.E voc√™ cara que n√£o tem a menor inten√ß√£o de amar uma mulher s√©ria que quer lhe amar, pare de a importunar,com a sua sede insaci√°vel de conquista e aten√ß√£o aos seus desejos prim√°rios, controle-se, procure uma a sua altura, que queira o que voc√™ quer,use a consci√™ncia.Quer voc√™ tenha religi√£o ou n√£o, ou acredite em Buda, Maom√© ou voc√™ se ache um Deus. Fica a dica!



s√°bado, 13 de setembro de 2014

Somos quem podemos ser

Toda v√£ Filosofia

Sei que ninguém vai me tirar, a alegria de viver.
Pode tudo acontecer,
Nada me fará afastar da esperança.

Por tantas provas j√° passei,
Quantas l√°grimas chorei,
Por um mundo que n√£o sei compreender.
Com meus olhos de criança.

Mas hoje eu sei, que só através do amor,
O homem pode se encontrar, 
Com a perfeição dos sábios.
Uma ambição maior, mais do que pode supor.
O império da razão(...)



Curiosa esta vida e intrigante tamb√©m. Usar o c√©rebro enquanto a emo√ß√£o quer outra coisa. E agora, o que fazer? Seguir os instintos, os desejos? Aprendi nesta longa jornada a duras penas a ouvir o meu cora√ß√£o, quer dizer, no sentido de seguir o que me faz bem. Por um bom tempo, eu vivia em fun√ß√£o dos outros, sempre fui doadora, sempre me doei, com amor incondicional, absorvia como esponja os problemas dos outros como se fossem meus. Procurava, na medida do poss√≠vel, demonstrar empatia. Mas no fundo, ap√≥s um bom tempo, descobri que na verdade isto era um apelo inconsciente para me sentir querida, cuidada e protegida. Resumindo... Car√™ncia mesmo. Nunca vi uma m√ļsica dizer tanto de mim em t√£o poucas palavras, principalmente o verso que sublinhei. Eu trazia em mim uma ingenuidade t√£o grande, como os olhos de uma crian√ßa. Embora muitos n√£o acreditem, mas pouco me importa. Para mim, bastava algu√©m dizer algo, e eu prontamente acreditava, defendia e era leal, como um c√£o ao seu dono. Aos poucos, fui descobrindo “que as nuvens N√ÉO eram de algod√£o... que os ventos √†s vezes erram a dire√ß√£o (...) e tudo ficou t√£o claro (...).” Esta descoberta me fez notar uma humanidade nua, crua, fria. Uma forma que eu realmente n√£o queria ter conhecido. Como √© dif√≠cil acordar e descobrir que o amor que acreditamos dar n√£o √© o que recebemos. Que a amizade verdadeira e fiel que oferecemos n√£o √© correspondida. Como isso adoece a alma! Machuca! Ao mesmo tempo ensina, mas eu REALMENTE preferia n√£o aprender assim, desejaria que em minha mente, outrora ing√™nua, tudo que eu imaginasse fosse real, pois era puro e verdadeiro. Hoje vivo desconfiada, analisando o mundo e as pessoas, e n√£o t√£o disposta a encarar qualquer coisa porque depois, sou eu quem vai pagar as conseq√ľ√™ncias das minhas a√ß√Ķes baseadas numa ilus√£o.O que me machuca mais neste mundo √© perceber que as pessoas que menos se doam, que menos se esfor√ßam para preservar uma rela√ß√£o ( qualquer que seja ela), s√£o as que recebem de presente literalmente, carinho, aten√ß√£o , compreens√£o,ou seja, o pacote completo de amor verdadeiro.Embora,com isto procuro n√£o cultivar a amargura, trazendo um sorriso no rosto,uma alegria de viver que emana de dentro, apesar das decep√ß√Ķes, crendo em Deus por que sei que S√ď COM ELE, eu estou em seguran√ßa. E se ELE quiser reservar algo ou algu√©m especial para mim, aqui estou, mas N√ÉO T√ÉO ING√äNUA,T√ÉO DOADORA COMO ANTES, N√ÉO VALE A PENA, O SOFRIMENTO √Č CERTO E A APRENDIZAGEM DURA. PREFIRO APRENDER BRINCANDO.  HOJE, EU SOU O QUE POSSO SER.

 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Fé na vida..fé no homem..fé no que virá


Ontem um menino que brincava me falou

Hoje é semente do amanhã

Para n√£o ter medo que este tempo vai passar

N√£o se desespere e nem pare de sonhar

Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs

Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos l√° fazer o que ser√°


Hoje vivi uma experi√™ncia muito louca. Depois que o sangue esfria √© que o corpo treme e a gente, come√ßa a refletir as coisas que acontecem ao nosso redor. Minha f√© num Deus vivo √© tamanha que sempre, qualquer coisa que fa√ßo, procuro antes pedir a ELE, como SER SUPREMO, a prote√ß√£o e sabedoria. Se pego o carro para dirigir, pe√ßo que ELE me guie, (l√≥gico que procuro tamb√©m fazer a minha parte por aplicar a dire√ß√£o defensiva, pelo menos tento.) Depois de exatos doze meses aguardando uma libera√ß√£o de um exame intitulado ELETRONEUROMIOGRAFIA, para “bater o martelo” com rela√ß√£o a STC ( S√≠ndrome do T√ļnel do Carpo), eis que a Prefeitura da minha cidade faz conv√™nio com uma cl√≠nica particular e finalmente fa√ßo o bendito exame.Quer dizer...antes rolou uma aventura alucinante, alucin√≥gena.Primeiro, n√£o sabia onde ficava um distrito daqui chamado de Monte Gordo.Perguntei √† um taxista e o mesmo ,com toda paci√™ncia e bondade me explicou de forma met√≥dica .detalhada, sem rodeios,de forma que fui bater l√° , certinho. Detalhe: uma hora para chegar ao bendito destino. Mas, cabreira, n√£o conhecia o local, fui aos meus oitenta quietinha. Tamb√©m na pista vira e mexe, aparecem placas alertando para reduzir a velocidade. Beleza... Cheguei √†s treze horas e trinta minutos. Havia umas “trocentas” pessoas na minha frente. Bom...Passei a tarde l√° ,nesta cl√≠nica que atende pelo SUSto ( FORMA CARINHOSA DE CHAMAR O SISTEMA √öNICO DE SA√öDE DAQUI) e que atende pela  rede particular. Prioridade para a galera que paga √© claro! E ai come√ßamos a rir um com o outro chamando de chiques, quem pagava e de “oreia” quem n√£o pagava e se reclamasse que voltasse para a fila, mais ou menos cerca de duas mil pessoas aguardando, ser contatado pra realizar este exame, (T√Ā BONITO PRO SENHOR SEU PREFEITO, HUM!) rapidin,rsrsrs.Fui atendida exatamente as dezenove horas ! O bom de tudo √© que apesar da espera eu ri tanto com os “causos” do povo e principalmente de uma gaiata e de um gaiato que se parecem muito comigo, na gaiatice, ERA CADA ASSUNTO QUE SAIA, QUE EU RIA DE DOER A BARRIGA. E se passaram dezenove horas, vinte horas, tomei choques, exame fila da m√£e!!!!!! Diagn√≥stico j√° se sabe STC moderado a grave. Bom, como n√£o havia transportes, mas pelo hor√°rio a pr√≥pria atendente da cl√≠nica ficou preocupada com a galera que l√° estava e resolveu ver quem estava de carro para dar carona aos demais e assim se deu. E eu preocupada com o retorno! Ser√° que eu no escuro, ia enxergar a entrada da cidade. Quer dizer do centro da cidade. √Ē cidade grande meu pai. Haja ch√£o!!!!Dito e feito, retornei √†s vinte horas e trinta minutos de boa, pela Estrada do C√īco,passei da entrada , me perdi, dei r√© com mais de 1000 metros, toda errada, n√£o tinha um p√© de ser humano para me ajudar.Meu pai!! Orei, parei o carro num beco deserto, acenei para um √īnibus, que parou na hora e pedi a ele que me orientasse, pois o bicho tava pegando! Ele se surpreendeu ao me ver naquele hor√°rio sozinha, NA PISTA, e detalhe com a minha filha e uma senhora que nunca vi,que me esperavam dentro do carro. O motorista me aconselhou a ir de farol alto, e que sinalizaria para mim a rua deserta que eu deveria entrar, de repente, me para uma moto na frente do meu carro com dois sujeitos montados,parou, olhou para o √īnibus que focou o farol neles e ent√£o foram embora. O motorista do √īnibus me mandou seguir e ficou me monitorando at√© eu entrar onde ele mandou. Agradeci muito a ele e “Mipiquei”.Chovia muito!! O p√°ra brisa do meu carro resolveu quebrar e eu vim na f√© ....literalmente at√© chegar em casa!! Cheguei viva!! Chocada f√≠sica e emocionalmente! Carne e nervo tremiam do choque do exame e quando me conscientizei do que havia ocorrido. Pensei e fiquei analisando, os perigos que passei hoje. Mas quero dizer que esta rapaziada que cruzei no caminho (o taxista, a atendente, o m√©dico (muito bonito por sinal;), mas casado INFELIZMENTE, RSRSR, o motorista do “buzu”, “ gatchenho tamb√©m ;) , ah! o cara do posto de gasolina que encaixou o meu limpador de para brisa , a galera que me fez sorrir a tarde inteira apesar da demora, a atendente.Enfim, f√© na vida , f√© no homem.Eu acredito √© nesta rapaziada!!!! Que Deus sempre me coloque de frente com pessoas do bem e assim seja! AM√ČM.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Bicho Solto

Bicho Solto : Pessoa que n√£o se apega a ningu√©m.
dicion√°rio informal





As vezes a vida obriga a se criar carapaças para a própria proteção. Pois...


(...) na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce pra sofrer
Enquanto o outro ri
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Raz√£o para viver
Ver na vida algum motivo
Pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar
Azul da cor do Mar -Tim Maia

Acreditar em Carma √© no m√≠nimo reduzir a vida em destino e negar a exist√™ncia do livre arb√≠trio. E ainda acreditar em um Deus que pune uns, enquanto outros s√£o agraciados. Bom, a B√≠blia diz que Deus n√£o √© parcial. Muitas vertentes filos√≥ficas ai atribuem aos problemas da vida a cada indiv√≠duo, bem como as suas vit√≥rias. Mas o que fazer quando um beb√™ nasce de uma fam√≠lia desamorosa? Quando logo cedo precisa garantir o sustento para n√£o passar fome? Quando √© abusado sexualmente por anos a fio?Quando n√£o sabe o significado do calor de um abra√ßo carinhoso de uma av√≥, de um pai, uma m√£e? Quando simplesmente n√£o escolheu estar em alguma situa√ß√£o na vida? Muitos se revoltam e se tornam Bicho Solto. Outros procuram caminhar direito, j√° que a vida n√£o lhes agraciou, agarra com unhas e dentes toda a oportunidade que bater em sua porta, (se bater). Embora sempre sejam mal compreendidos, mal amados e em muitas vezes, evitados. "A humanidade √© desumana" e costuma premiar os de boa fam√≠lia, enxerga como bons aqueles a quem a vida lhe presenteou com uma boa cria√ß√£o. O bom rapaz, a boa mo√ßa, mesmo que n√£o sejam exemplos de nada (at√© mesmo rebeldes sem causa, o mundo est√° cheio deles) filhinhos de papai e mam√£e e que ainda tem os av√īs de quebra para mimar, irm√£os para lhes protegerem. Ainda que n√£o abastados financeiramente, mas que t√™m uma base familiar para lhe dar sustento. Afinal a Lei da gravidade √© perfeita, sem base, nada se sustenta, pelo menos aqui na terra (at√© que se prove o contr√°rio, pois n√£o sou especialista na √°rea). Ent√£o aparecem os famigerados festejos natalinos, dias de pai, m√£e, para refor√ßar a ideia de normalidade, onde os "anormais”, n√£o se encaixam. Vivemos numa sociedade cruel, onde a imagem √© tudo. E se n√£o formos “os agraciados", temos que tirar leite de pedra para sobreviver!  Estar doente com uma fam√≠lia ao redor √© bem diferente de se estar sozinho. Adoecer num Hospital Albert Einstein da vida √© bem diferente de adoecer em um Hospital do SUS, aqui no Brasil. O mesmo c√Ęncer que ataca um agraciado pode ser muito mais f√°cil e brando para quem tem suporte familiar do que pra quem n√£o tem. Mas mesmo assim, ainda existem aqueles que se aproveitam da car√™ncia alheia para tirar algum proveito. Seja rindo do ladr√£o de galinha, linchando-o, porque n√£o tem advogado para defender, diferente do agraciado que mata e ainda √© paparicado, seja oferecendo car√≠cias a quem desconhece o que √© isto, apenas para sentir prazer tempor√°rio e depois abandon√°-los √† pr√≥pria sorte! (bando de infelizes, canalhas que n√£o sabem o mal que cometem. Esses sim s√£o criminosos, por√©m protegidos com a imagem de bons, de boa fam√≠lia, de gente do bem.) Que seja discurso de v√≠tima, mas s√≥ quem vive esta hist√≥ria, sabe o que isto significa. Com isto, n√£o estou sendo conivente com atitudes de viola√ß√£o da Lei, Deus me livre! Apenas fazendo uma pequena e grotesca leitura social do que de fato √© a realidade. Como pedagoga, procuro fazer a minha parte, por sempre ficar de olho naquele aluno intitulado de dif√≠cil, estud√°-lo, aproximar dele, a fim de saber se √© um garoto mimado ou vitimizado pela vida. J√° obtive sucesso em muitos casos, gra√ßas a Deus! Na luta, em demonstrar empatia e em n√£o se aproveitar de ningu√©m, lhe ser desleal, porque SEI o quanto isto d√≥i. E que Deus seja por n√≥s!





terça-feira, 9 de setembro de 2014

Esperança é o que me move..ainda que tardia





quando a luz desaparece,nem sempre √© porque ela est√° apagada, pode apenas esta escondida. Por isto a persist√™ncia √© importante ,acreditando sempre que dias melhores vir√£o.Acredito que nada acontece por acaso.E que Deus, na sua infinita sabedoria,quando o procuramos, sabe o que √© o melhor para cada um, embora n√£o entendamos o porqu√™ de certas coisas acontecerem.Buscar a paz interior para que a mesma emane para o exterior.Quando nossa vida vai bem √© sinal de que estamos fazendo um bom trabalho. Mas, quando percebemos que nada d√° certo, temos que recome√ßar e descobrir quais pontos est√£o nos impedindo de viver de uma maneira mais feliz.A melhor maneira de atrair novidades no dia-a-dia √© criar espa√ßo para elas. Ent√£o, devemos deixar para tr√°s alguma coisa ou situa√ß√£o  que n√£o tem mais solu√ß√£o, ainda que doa, √© melhor mudar para que esta  mudan√ßa esteja prestes a acontecer.E  assim, voltarmos a sorrir novamente com a alma renovada e mais uma experi√™ncia adquirida.





domingo, 7 de setembro de 2014

N√£o gosto de sentir saudades...




Pois gosto de aproveitar muito o presente. O passado n√£o pode mesmo ser consertado. Pensando assim, costumo cuidar bem de quem gosto amigos, filho, amores, fam√≠lia, etc. Acredito que o melhor da vida √© aproveitarmos as pessoas enquanto elas est√£o conosco. Depois que o tempo passa, a idade avan√ßa ou de repente a morte chega, o que nos resta √© chorar. Afinal o tempo perdido √© o peda√ßo mutilado da nossa preciosa vida. Prefiro que este choro seja pela falta de ter perdido algu√©m importante, mas nunca de arrependimento por n√£o ter vivido esta pessoa. Hoje vivo por algu√©m que me √© muito importante, a quem realmente procuro dedicar a minha aten√ß√£o, pois sei que o tempo n√£o para. N√£o acredito neste lance de falta de tempo. Se dermos "ousadia" a isto, o tempo sempre ser√° motivo para atribuirmos a ele, a aus√™ncia na cria√ß√£o dos filhos, no cuidado com os pais, na aten√ß√£o a(o) esposa (o), namorado (a), na liga√ß√£o ou visita a um amigo querido, e por ai se vai. A letra da m√ļsica Epit√°fio da banda maravilhosa que curto muito, Tit√£s, me faz refletir sempre sobre a vida:

"Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer (...)

Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se p√īr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor (...)

Sempre devia  : pret√©rito imperfeito do indicativo, ou seja, se refere a um fato ocorrido no passado, mas que n√£o foi completamente terminado. Puxa!Algo que n√£o se terminou... N√£o completou n√£o se realizou. Como canta a hist√≥ria da Desconhecida, a m√ļsica de Fernando Mendes em uma de suas vers√Ķes “√© uma hist√≥ria de amor que n√£o se realizou." Conversando com uma colega, uma senhora (gosto muito de conversar com pessoas mais velhas e s√°bias, embora nem sempre, em alguns casos a idade seja sinal de maturidade.) ela me contou de um amor que nunca esqueceu e que por impedimento dos pais na √©poca, tiveram que se separar, ele casou com outra pessoa e ela tamb√©m. Mas nunca se esqueceu daquele amor, e quando teve a oportunidade de ver, o seu cora√ß√£o balan√ßou, mas j√° n√£o dava mais, segundo a sua vis√£o. Haviam muitas coisas envolvidas. Para ela, tarde demais! Pouco tempo, ele faleceu. Isto lhe causou uma grande dor e segundo ela, se pudesse voltar no tempo, mudaria tudo. A vida √© assim. As pessoas que amamos v√£o embora e o que nos resta: EPIT√ĀFIO- sobre o t√ļmulo, apenas frases em mem√≥ria. E a dor do tempo perdido, do que n√£o foi vivido, fica marcado no nosso cora√ß√£o. Prefiro me entregar intensamente, mas de uma forma consciente. Essa coisa que inventaram agora de que apenas o presente √© o que importa, soa um pouco artificial. Sim, s√≥ o presente importa, para n√£o vivermos ansiosos com os problemas do futuro, por isso ' basta a cada dia o seu pr√≥prio mal'.N√£o entendo como sentimento verdadeiro, relacionamentos superficiais,amizades superficiais apenas de farra, apenas pega√ß√£o sem "apega√ß√£o". Como sempre digo, pessoas n√£o s√£o objetos para serem descartados assim. Mas a escolha √© √ļnica. Cada pessoa decide ent√£o o que deve entrar como objeto de sua aten√ß√£o, seus relacionamentos, seu trabalho, seus amigos, enfim... Eu prefiro aproveitar quem ou o que eu amo, para depois n√£o morrer de arrependimento, por n√£o ter vivido o que quer que tivesse  que viver.







POESIA MATEM√ĀTICA ( Mill√īr Fernandes)






"√Äs folhas tantas do livro de matem√°tica, 
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma inc√≥gnita. 
Olhou-a com seu olhar inumer√°vel e viu-a, do √°pice √† base. 
Uma figura √≠mpar olhos romb√≥ides, boca trapez√≥ide, 
corpo ortogonal, seios esfer√≥ides. 
Fez da sua uma vida paralela a dela at√© que se encontraram no infinito. 
"Quem √©s tu?" - indagou ele com √Ęnsia radical. 
"Eu sou a soma dos quadrados dos catetos, 
mas pode me chamar de hipotenusa". 
E de falarem descobriram que eram o que, em aritm√©tica, 
corresponde a almas irm√£s, primos entre-si. 
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz 
numa sexta potencia√ß√£o tra√ßando ao sabor do momento e da paix√£o retas, 
curvas, c√≠rculos e linhas senoidais. 
Nos jardins da quarta dimens√£o, 
escandalizaram os ortodoxos das f√≥rmulas euclidianas 
e os exegetas do universo finito. 
Romperam conven√ß√Ķes Newtonianas e Pitag√≥ricas e, enfim, resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar, uma perpendicular. 
Convidaram os padrinhos: 
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos, equa√ß√Ķes e diagramas para o futuro, 
sonhando com uma felicidade integral e diferencial. 
E se casaram e tiveram uma secante e tr√™s cones muito engra√ßadinhos. 
E foram felizes at√© aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia. 
Foi ent√£o que surgiu o m√°ximo divisor comum, 
freq√ľentador de c√≠rculos conc√™ntricos viciosos, 
ofereceu-lhe, a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum. 
Ele, quociente percebeu que com ela n√£o formava mais um todo, uma unidade. 
Era o tri√Ęngulo tanto chamado amoroso desse problema, 
ele era a fra√ß√£o mais ordin√°ria. 
Mas foi ent√£o que Einstein descobriu a relatividade 
e tudo que era esp√ļrio passou a ser moralidade, 
como, ali√°s, em qualquer Sociedade ..." 

Millor Fernandes

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

“Eu sou eu e mais as minhas circunst√Ęncias.”

“Eu sou eu e mais as minhas circunst√Ęncias.”
                                 Jos√© Ortega


Lembro-me desta frase desde quando, acredito estar na antiga quarta s√©rie. Nunca saiu da minha mente. E aos poucos fui crescendo e compreendendo o sentido dela. Conforme evolu√≠mos como pessoa (e isso √© muito bom), percebemos que nada na vida √© est√°tico. Conforme cita√ß√£o atribu√≠da a Karl Marx “tudo o que √© s√≥lido se desmancha no ar”. E de fato, √© o que vemos. Dizer apalavra NUNCA ou JAMAIS, √© de uma ingenuidade profunda! A vida nos leva a caminhos ‘dantes nunca navegados’, onde precisamos utilizar de embarca√ß√Ķes novas ou at√© improvisar. √Č ai onde entra o cuidado em n√£o julgarmos, condenarmos o outro de forma t√£o veemente. √Č interessante perceber que algumas pessoas assistem a programas televisivos onde se chocam com os notici√°rios de brutalidade contra animais, crian√ßas, etc. Condenam o agressor e, pouco tempo depois praticam algo similar. Principalmente quando a m√≠dia resolve ent√£o ‘pegar algu√©m para Cristo’, o algoz da vez, as pessoas viram feras querendo linchar a todo custo estes algozes. Sentimento de justi√ßa?Talvez! Poderia ser tamb√©m uma bela oportunidade de julgar e chutar cachorro morto! Existem regras em nossa sociedade que precisamos seguir a fim de n√£o ficarmos √† margem dela. Por√©m, existem tamb√©m algumas condutas veladas, de algumas pessoas que podem desencadear em n√≥s atitudes inesperadas. J√° dizia o livro B√≠blico de Eclesiastes: “A mera opress√£o faz o s√°bio agir como louco.” “Tudo muda o tempo todo no mundo”, como canta Lulu Santos e a “vida vem com ondas feito o mar”. O lance de tudo √© lembrar que tudo √© passageiro, que grandes civiliza√ß√Ķes desmancharam nas ru√≠nas, que ditadores ficaram pra hist√≥ria e por ai se vai. Embora as circunst√Ęncias, dir√£o o que somos, precisamos de ra√≠zes a fim de n√£o ficar √† deriva. Pois o tempo costuma cobrar de n√≥s tudo o que fizermos de bom ou ruim.



O corpo fala e é preciso ouvi-lo.




Tal √© a necessidade universal humana de amor: o triste apelo que √© a fome de amor, expresso na ancestral fala do corpo- a l√°grima- , foi reprimido " com sucesso"... mas quem poder√° dizer √† custa de quanto sofrimento neur√≥tico, quer para a v√≠tima , quer para o seu grupo de rela√ß√Ķes humanas?

              In: O Corpo Fala- A linguagem silenciosa da comunica√ß√£o n√£o verbal, por Pierre Weil e Roland Tompakow...




   

                

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A S√ćNDROME DO T√öNEL DO CARPO





S√ď SEI DIZER QUE D√ďI MUITO. HOJE ESPECIALMENTE ESTOU COM  A TALA. VOU TOMAR ANALG√ČSICO PARA ALIVIAR ESTA DOR QUE H√Ā MAIS DE 1 ANO ME PERSEGUE, ME DEPRIME E OS M√ČDICOS NADA SABEM DIZER. MUITA COISA NA CABE√áA DE UM SER HUMANO.ESPECIALMENTE PRA BAIXO HOJE.QUE DEUS ME AJUDE!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

" O essencial √© despertar as emo√ß√Ķes dos espectadores. Se para isso for preciso encenar Hamlet sobre um trap√©zio ou em um aqu√°rio, n√≥s o fazemos." _ Oscar Wilde




Esta cita√ß√£o me descreve muito bem. Amo o palco, a interpreta√ß√£o, a com√©dia, viajo junto com os personagens, quando assisto um bom filme.Viro a personagem principal, a cr√≠tica de cinema, o investigador e, ainda dou os palpites das pistas a serem desvendadas. Quase sempre desvendo todas.Amo interpretar, amo uma boa interpreta√ß√£o. O mundo das artes me fascina. Vejo nelas infinitas possibilidades. Sempre utilizei como professora o mundo l√ļdico para ajudar os jovens a se expressarem melhor e ter uma compreens√£o mais apurada do objeto de aprendizagem. Nunca me refreei de estar ao lado deles, literalmente pagando micos e king kong's , felic√≠ssima!! E vendo o sorriso e a felicidade deles comigo. Eu respiro a arte, a m√ļsica me conduz, as boas pe√ßas teatrais me encantam.Quase vejo a hora de pular para o palco e fazer parte do cen√°rio.Fico feliz ao descobrir tudo que √© √ļnico, deleito-me com as iniciativas de autoexpress√£o divertidas e criativas. N√£o preciso de muito para me divertir, basta estar em um teatro, show de MPB, apreciando uma boa m√ļsica, ou em uma galeria vendo a exposi√ß√£o de um bom artista. Ah, fazer compras num shopping, como n√£o se sentir revigorada? Que bom que a vida nos d√° infinitas possibilidades, √© assim que vejo a arte, a interpreta√ß√£o, o processo de aprendizagem, de forma l√ļdica.Tenho uma vis√£o hol√≠stica da educa√ß√£o e da vida. O shopping....´t√° nas entranhas do mundo capitalista ao qual fa√ßo parte.
Coisa boa meu Deus!!!! 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014



Iracema Voou

Chico Buarque


Iracema voou
Para a América
Leva roupa de l√£
E anda lépida
Vê um filme de quando em vez
Não domina o idioma inglês
Lava ch√£o numa casa de ch√°
Tem saído ao luar
Com um mímico
Ambiciona estudar
Canto lírico
Não dá mole pra polícia
Se puder, vai ficando por l√°
Tem saudade do Cear√°
Mas n√£o muita
Uns dias, afoita
Me liga a cobrar
√Č Iracema da Am√©rica

kkkkk...meu nome √© fonte de inspira√ß√£o para v√°rias can√ß√Ķes, me sinto honrada!!! \o/ !!
Iracema: significado - favo de mel ( docinha , docinha ) rsrsrsrs. S2 

VAMPIROS EMOCIONAIS PROFISSIONAIS EM SER COITADINHOS






    ESTE ASSUNTO MUITO INTERESSANTE FOI DEBATIDO NO PROGRAMA ENCONTROS EXIBIDO PELAS MANH√ÉS DA REDE GLOBO. ASSUNTO MUITO PERTINENTE.
    UM DOS CONVIDADOS AO QUAL N√ÉO LEMBRO O NOME ,BEM COMO A PROFISS√ÉO, QUE TUDO INDICA SER PSIQUIATRA OU PSIC√ďLOGO LEMBROU-SE DE UMA HIST√ďRIA DE QUANDO ELE ERA CRIAN√áA. VIA SEMPRE UM SENHOR COM A PERNA FERIDA PEDINDO ESMOLA. ISTO, MESES A FIO. ELE INDAGA ENT√ÉO AO SEU PAI O PORQU√ä DESTA FERIDA NUNCA FECHAR. NO QUAL O PAI RESPONDE QUE AO CHEGAR A  SUA CASA, O PEDINTE SEMPRE ABRIA A FERIDA, POIS ERA DELA QUE GARANTIA O SEU SUSTENTO.
    ASSUSTADOR!! POR√ČM ISTO √Č MAIS COMUM DO QUE SE PENSA.
    O COITADINHO NA REALIDADE √Č UM VAMPIRO EMOCIONAL, QUE SE APROVEITA DA GENEROSIDADE, BONDADE DOS SEUS PARENTES, AMIGOS, CONHECIDOS, UTILIZANDO ASSIM ALGO NO QUAL ELE SE VITIMIZA, PARA GARANTIR O QUE QUER QUE SEJA. O EXEMPLO: QUE O ESPOSO OU ESPOSA N√ÉO SE SEPARE DELE (A), QUE O FILHO N√ÉO SAIA DE CASA, QUE O (A) NAMORADO (A) MANTENHA O RELACIONAMENTO, MESMO DOENTIO, QUE O (A) AMIGO (A) SEMPRE LHE D√ä ATEN√á√ÉO, E POR AI SE VAI.

    TODOS T√äM PROBLEMAS. SEM D√öVIDA, ALGUMAS PESSOAS CARREGAM MAIS FARDOS DO QUE OUTRAS, PORQUE ALGUNS FATORES ATENUAM OU AGRAVAM A SITUA√á√ÉO. POR√ČM N√ÉO DEVEMOS NOS PERMITIR SER CAPACHOS DE NINGU√ČM, MUITO MENOS UTILIZAR O VELHO DISCURSO DE V√ćTIMA. O LANCE √Č OLHAR PRA DENTRO DE SI, PERGUNTAR O QUE QUER O QUE LHE FAZ FELIZ E TRILHAR NESTE CAMINHO. E MAIS QUE TUDO, QUER SEJAMOS VAMPIROS EMOCIONAIS (O QUE √Č QUASE IMPOSS√ćVEL, O DOENTE RECONHECER, AFINAL; VAMPIROS N√ÉO REFLETEM A SUA IMAGEM NO ESPELHO, N√ÉO SE "ENXERGAM"), QUER SEJAMOS SUGADOS POR UM DELES, PROCUREMOS CONHECER A NOSSA HIST√ďRIA, ACEIT√Ā-LA, E TENTAR MUDAR, BUSCANDO IMPRESCINDIVELMENTE A AJUDA PROFISSIONAL.