s√°bado, 31 de outubro de 2015

Lubrificante feito à base de maconha promete superorgasmos de até 15 minutos




Meu Deus..quando este produto chega ao Brasil. S√≥ de ver e falar j√° deu calor. Mamamia!!!! Nooooooooooooooooossa! Porque n√£o convidou alguma brasileira o/  para testar o produto?  Iracema Correia


Chapar a xana, essa √© a proposta do Foria, um milagroso lubrificante feito para mulheres que promete um resultado bastante satisfat√≥rio para “usu√°rias”.


O lubrificante, feito de uma mistura de √≥leo de coco e Cannabis, √© 100% natural e vegano, al√©m de ser comest√≠vel. Cada jato do spray cont√©m dois miligramas de THC – o agente psicoativo da maconha.

Algumas das mulheres que usaram o produto contam que a a√ß√£o do lubrificante √© imediata e gera calor e excita√ß√£o – e um superorgasmo de impressionantes 15 minutos!
Outras mulheres  alegam que os efeitos podem demorar at√© uma hora para agir. Mas √© algo concreto, que d√° certo, segundo informa√ß√Ķes do fabricante em seu site.
“O produto funciona especificamente para as mulheres porque elas possuem uma membrana muito sens√≠vel e absorvente em toda a estrutura vaginal, da vulva, aos l√°bios e clit√≥ris interior e exterior”.
Infelizmente o Foria s√≥ est√° dispon√≠vel para residentes da Calif√≥rnia que possuam recomenda√ß√£o m√©dica para consumo de cannabis medicinal. Uma garrafa pequena do √≥leo custa R$ 196,00

Fonte:http://seligacamacari.com.br/2015/lubrificante-feito-a-base-de-maconha-promete-superorgasmos-de-ate-15-minutos/

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sorria..você está sendo filmado!




Uma crian√ßa de sete anos, tendo acessos de ira na escola. Algu√©m filmando, pra variar, porque agora at√© a respira√ß√£o √© filmada. Uma plateia, como sempre, ati√ßando mais ainda, " chame a policia, n√£o agarra, chama o conselho tutelar, olha pra isso, olha para aquilo, etc. e tal". E a crian√ßa ainda em forma√ß√£o de personalidade recebendo o est√≠mulo do ambiente e fazendo mais teatro, afinal era isso que a plateia queria. A identidade da crian√ßa sem ser preservada. Estas mesmas pessoas, muitas talvez tenham sido piores de comportamento, mas julgam, sentenciam e condenam uma crian√ßa de sete anos. Eu pergunto: onde estava a Coordena√ß√£o Pedag√≥gica da Escola? Qual o hist√≥rico desta crian√ßa? Algumas escolas costumam colocar como coordenadores, pessoas que nem sabem pra onde v√£o as fases de desenvolvimento infantil. M√° alimenta√ß√£o causa hiperatividade, falta de aten√ß√£o por parte dos pais causa hiperatividade, parto dif√≠cil causa hiperatividade. Enfim, compara√ß√Ķes com referencias negativas, prejudicam a autoestima da crian√ßa. Enoja-me ver pessoas que nada sabem de Educa√ß√£o palpitando e comparando uma crian√ßa de sete anos a um monstro demon√≠aco. Monstros demon√≠acos s√£o os adultos respons√°veis, que causaram o comportamento agressivo de uma crian√ßa, monstro √© quem filma, compartilha e tece coment√°rios maldosos. Fez bem o Minist√©rio P√ļblico destituir a dire√ß√£o da Escola. Espero que esta crian√ßa possa ser amparada e protegida, de coment√°rios maldosos, ajudada e mais que tudo, escutada. E se uma escola n√£o tem condi√ß√Ķes de lidar com situa√ß√Ķes como estas, que o corpo docente pe√ßa pra sair. , TODO MUNDO QUER SER PROFESSOR, MAS NEM TODO MUNDO SABE EDUCAR. Nas Escolas P√ļblicas, enfrentamos todo dia realidades assim e se f√īssemos postar, as redes sociais iriam dar panes. Enojada com este v√≠deo que est√° a√≠ passando de m√£o em m√£o, e uma crian√ßa de sete anos sendo exposta desta maneira. Simplesmente rid√≠culo!

Iracema Correia
Pedagoga.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Meus bichinhos.



Saudades dos meus bichinhos que tive. Da minha gatinha, que mordia as minhas pernas, insistindo que eu entrasse para dentro da casa, quando eu ficava conversando com algu√©m na porta. E todos os dias as oito horas da noite, quando eu voltava do trabalho, l√° estava ela, me esperando no port√£o. E me acompanhava, como se estivesse me passando o relat√≥rio do dia, ronronando e se esfregando nas minhas pernas. Miando ao ponto de minha m√£e se sentir incomodada. Dizia que n√£o gostava dela, e ela se sentia assustada, principalmente quando paria, costumava n√£o cuidar dos filhotes, principalmente quando ela paria e a sua "caminha" n√£o era preparada, ao ponto de ela sentir que era bem vinda com os seus filhotes. Lembrei dela e sa√≠ram muitas l√°grimas dos meus olhos. Acabei de ler um texto em que dizia que os gatos absorvem muitas energias nossas e nos protegem de energias ruins. Fico feliz em saber que me dou com felinos. J√° fui seguida por um pequenino filhote, que se perdeu da m√£e e porventura me procurou, me seguindo, como se pedisse ajuda. Eu consegui encontrar a m√£e e me emocionei em ver ele se esfregando e a m√£e lambendo ele. Eu amo estes bichinhos inocentes. J√° tive uma cabra que n√£o podia me ver, que berrava ,como se me chamasse, esfregando a cabe√ßa em mim. Eu conversava com ela. Eu entendi ela. Uma conex√£o deliciosa que sempre tive com os animais. Meu neg√£o, que foi achado no lixo, cheio de carrapato, preto que nem a parte branca do olho era f√°cil enxergar, meu cachorro Negro, que viveu s√≥ por cinco anos, eu pari, n√£o tinha como cuidar dele, uma gravidez dif√≠cil, mas deixou uma saudade imensa no meu cora√ß√£o. Por vezes me seguia at√© o √īnibus, quando eu ia para a Universidade, as vezes tinha que voltar para casa e fazer o sem vergonha ficar. Mas ele sempre arrumava um jeito de sair. Eu amo os animais e por isto, penso com muito carinho na possibilidade de criar outros, s√≥ que desta vez, prepararei uma casa onde tenha espa√ßo para correrem, onde eles possam ter uma casinha organizada. N√£o acho que eles mere√ßam viver presos em apartamentos ou coleiras.Amo a natureza, precisava falar, chorei muito ao lembrar deles hoje, acho que estou muito sens√≠vel. Saudades meus bichinhos!!

POR QUE PAREI DE ASSISTIR TELEVISÃO.

1


Talvez eu n√£o tenha sido t√£o radical ao ponto de jogar a TV fora, mas concordo em muito com o texto abaixo. Meus sinceros respeitos. Iracema Correia

E de ler o jornal e acompanhar as not√≠cias…
Eu não tenho mais televisão em casa. Não assino jornal e também não ouço notícias no rádio.
No come√ßo eu achei que n√£o fosse aguentar. Achei que n√£o fosse poss√≠vel. “Ser√° que vou ficar alienado?” Era o pensamento que me ocorria na √©poca.
Hoje posso falar com convicção que foi uma das melhores escolhas que fiz na minha vida.
Eu n√£o perdi absolutamente nada e ganhei incrivelmente muito.

Em algum lugar do passado, come√ßamos a receber as not√≠cias do que estava acontecendo no mundo. Acho que desde que o mundo √© mundo, as pessoas querem informa√ß√Ķes. Querem saber o que acontece do lado de l√°. De onde nossos olhos n√£o conseguem mais enxergar.
Então as pessoas começavam a trazer notícias. E depois as pessoas começavam a espalhar as notícias.
E então surgiram os veículos de comunicação.
E por trás desses veículos de comunicação, tinha algumas pessoas escolhendo que informação era mais relevante. Talvez no começo elas tivessem compromisso com a sociedade em mostrar o que era de fato mais importante.
Mas depois elas começaram a ver que as pessoas prestam mais atenção às notícias ruins.
Nosso cérebro é programado para ficar mais atento a coisas que nos colocam em perigo do que em coisas que nos deixam felizes.
Acho que é uma forma de autodefesa. Se você estiver observando uma bela flor no campo e aparecer uma cobra, você precisa prestar mais atenção à cobra para poder sobreviver.
E acho que esses caras da mídia entenderam isso. E começaram a vender mais.
Eu não sou diferente. Eu também quero saber o que está acontecendo.
Mas eu quero saber o que est√° acontecendo de verdade.
A comunica√ß√£o mudou. Hoje tem internet. Temos mais op√ß√Ķes. Podemos escolher o que ler.
Ent√£o decidi parar de assistir televis√£o, ler jornal, ouvir r√°dio. E minha vida melhorou. Para aqueles que v√£o me criticar, explico aqui o que aconteceu, respondendo as perguntas que mais me fazem.

1. Você não sabe o que está acontecendo no mundo?

Sei sim.
Eu n√£o preciso receber as not√≠cias pela m√≠dia. Quando um assunto come√ßa a ficar importante, as pessoas falam mais pelo Facebook e meus amigos falam quando eu os encontro, vez ou outra ou uma zapeada nos portais de conte√ļdo. Eu nunca fico totalmente por fora.
E quando eu quero saber mais sobre o assunto, eu a√≠ sim acesso um site de m√≠dia e busco as informa√ß√Ķes para saber mais detalhes.

2. Se você não assiste televisão, não lê jornal e não ouve rádio, o que você faz?

Eu fa√ßo todo o resto. Tenho mais tempo para ler livros, para meditar, para ficar tranquilo em casa, para ouvir m√ļsica (prestando aten√ß√£o nela de verdade), para conversar com pessoas que gosto, para ler informa√ß√Ķes sobre assuntos que me interessam, para ver document√°rios incr√≠veis que est√£o na internet, mas n√£o passam na TV, nem mesmo no Netflix.

3. Mas você acaba vivendo numa bolha

Talvez. Mas talvez quem me diz isso também vive e nem percebe.
Se você parte do princípio de que você cria sua realidade e que aquilo que você pensa sobre o mundo é o seu mundo, então na verdade, estou apenas criando meu mundo da forma como o desejo.

4. Você não se prepara para o que está por vir

Eu me preparo para o que está por vir controlando a minha frequência. Isso é praticamente tudo o que preciso fazer.
A mídia planta o medo. Você liga a televisão no noticiário e sua frequência cai automaticamente. Você começa a vibrar mais baixo. Você vibra no medo.

5. E o que você ganha com isso? Por que sua vida ficou melhor?

Eu consigo acreditar num mundo melhor. Eu consigo continuar acreditando nos seres humanos. Eu consigo pensar em formas de criar empresas que n√£o replicam os mesmos padr√Ķes. Eu consigo espa√ßo para imaginar um mundo diferente.
E se você, como eu, acredita que tudo começa na imaginação, que tudo começa com um sonho, então já tem ideia do que pode vir disso.

6. E o que você está fazendo para criar esse mundo incrível que você imagina?

N√£o estou somente sonhando e viajando. Estou trabalhando. E muito.
E não estou trabalhado apenas para que a minha vida fique melhor e mais confortável. Estou trabalhando para que a gente consiga criar um movimento tão grande que faça ficar melhor as vidas de quem não teve a mesma sorte que eu e você.
E eu sei que n√£o sou o √ļnico. Tem tanta gente boa, tanta gente incr√≠vel fazendo trabalhos especiais. Eu estou come√ßando a conhecer essas pessoas. Estou me conectando a todas elas.
Há muita coisa rolando. Nos próximos textos vou começar a compartilhar o conceito de nova organização que estou cocriando com uns amigos que também sonham e que também acreditam que há algo de grandioso acontecendo no mundo.

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Escrito por Gustavo Tanaka – Via Medium


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ter Fibromialgia ( mais um Desabafo).



√Č viver sem se importar com opini√£o de ningu√©m. N√£o sei se com todos portadores de fibromialgia acontece, mas cada dia me sinto mais distante das pessoas, pois s√£o raras  aquelas a quem podemos contar com a compreens√£o. √Äs vezes me sinto s√≥, por√©m, a minha solid√£o me faz bem, √© como diz o ditado: “Antes s√≥ do que mal acompanhado”. Dizem que pessoas sensitivas ou sens√≠veis demais tendem a desenvolver fibromialgia, pois absorvem muito a energia e os problemas, manter dist√Ęncia por  vezes √© uma quest√£o de sobreviv√™ncia. Sinto falta de pessoas que conversem coisas interessantes, que tenha um repert√≥rio de assuntos, sem ser chato repetitivo. Que saiba rir e fazer rir, sem ser ir√īnico, sem fazer mal a ningu√©m. Como estas, cada dia que passa, parecem-me estar desaparecendo ou quem sabe, talvez, se reclusando tamb√©m, √© melhor ent√£o curtir a pr√≥pria companhia. Mesmo sentindo dores e os efeitos nocivos da Fibromialgia, contar com colaboradores compreensivos, am√°veis √© uma utopia. Feliz de quem tem pessoas ao seu lado, familiares que caminham de m√£os dadas nesta “via crucis” que √© a Fibromialgia e as idas e vindas √† m√©dicos. Ser fibromi√°lgico √© cortar relacionamentos desgastados, n√£o por prazer, mas para sobreviver. Precisamos de muito apoio emocional, muito carinho, muita aten√ß√£o, respeito, compreens√£o. A dor √© algo n√£o visto, por vezes aparecem incha√ßos no corpo, que confundem com circula√ß√£o. Perguntar se estamos melhor √© uma tortura, pelo menos para mim, pois um dia estou, outro n√£o. √Č ir ao supermercado e ter que carregar peso, pegar a fila preferencial e ter que explicar que n√£o tem condi√ß√Ķes f√≠sicas para manter-se de p√© por muito tempo, da mesma forma nos bancos tamb√©m. √Č criar estrat√©gias de guerra para conseguir limpar a casa sozinha, cozinhar com dor. E feliz de quem consegue comprar objetos para facilitar a sua rotina, mas que se valha tamb√©m de gambiarras. Mais rico e feliz de todos √© quem tem ao seu lado, marido, parentes que compreendem o seu sofrimento sem julg√°-lo e nem considera-lo um parasita ou aproveitador. Eu sigo a minha vida em paz, comigo e com Deus, pedindo a ele sempre for√ßas para vencer e me mantendo longe de pessoas que n√£o sabe nada sobre a minha dor, me julgam, nada fazem de concreto para ajudar, mas sabe exigir demais de mim o que n√£o posso dar. Quero ser amada, ainda que eu n√£o seja mais t√£o √ļtil assim.

Que Deus nos abençoe e oriente os médicos no melhor tratamento para os portadores da fibromialgia.
Amém
Iracema Correia


terça-feira, 20 de outubro de 2015

A Palavra é SUPERAÇÃO.




Assisti na TV, algumas coisas que me fortaleceram e isso sem d√ļvida √© algo a  se comemorar. Afinal, em nome do IBOPE, o que √© bom de fato, fica esquecido, a merc√™ do que d√° lucro. Um programa chamado, Guerreiros Ninjas Americanos, por curiosidade “tava √† toa na vida televisiva” e o programa me chamou a aten√ß√£o. Uma competi√ß√£o, puxa vida! Pessoas superando os obst√°culos f√≠sicos na competi√ß√£o e tamb√©m na vida. √Ä medida que via os competidores, um pouco da hist√≥ria dos mesmos era narrada. Foi citado o exemplo de um jovem diab√©tico, que foi diagnosticado, logo cedo com o diabete tipo 1 e informado pelos m√©dicos que ele n√£o poderia fazer atividades intensas. Ele com uma insulina presa ao corpo, uma esp√©cie de atadura para proteger o local que injetava a insulina e , simplesmente foi um dos competidores que conseguiram completar a prova, com maestria, sendo praticante de v√°rios outros esportes. Confesso que fiquei emocionada e motivada e com vontade de fazer tanta coisa e isto √© muito bom, √© sinal de vida. Fico imensamente feliz, pois quem padece de Depress√£o, associada a o quadro de Fibromialgia, carece de serotonina no organismo, que d√° prazer na vida, portanto, tudo que d√° prazer e que "seja legal, moral e n√£o engorde" deve ser buscado, isto exclui, l√≥gico, drogas il√≠citas, tamb√©m. Puxa, como √© bom sentir isto. Vontade de conhecer o mundo, viajar, explorar tantas coisas, tantas vegeta√ß√Ķes,pessoas,culturas, animais, enfim, a vida t√° ai. Outro competidor aos cinquenta e um anos estava no meio dos jovens, sarados, diga-se de passagem, mas ele tamb√©m. O exemplo dele que me ajudou foi que o mesmo, aos quarenta anos largou o escrit√≥rio onde trabalhava com o mundo financeiro e resolveu se tornar Personal Trainer e ajudar na reabilita√ß√£o de pessoas idosas. Muitos estavam l√° torcendo por ele. Ele informou que h√° dez anos trabalha com estas pessoas e muitas j√° se tornaram suas amigas. Que bom! Buscar o que realmente te faz feliz, n√£o ter medo do novo. Encontrar o caminho que lhe d√° tes√£o na vida. Entre tantos e tantos exemplos que vi. Uma m√£e solteira, criando seus dois filhos, que estavam orgulhosos ao verem competir, lutadora de Jiu Jitsu, um equil√≠brio mental e corporal fora de s√©rio. Mens sana in corpore sano. Outro exemplo fant√°stico foi de um rapaz, brasileiro num destes programas que de in√≠cio, pelo costume, achei que iria fazer mais um sensacionalismo. Parei para ver, o rapaz, com tamanha disposi√ß√£o, com apenas dois bra√ßos, pois os membros inferiores foram amputados. Ele dirige um fusca ( que at√© pra quem tem duas pernas sadias, √© um desafio, sei bem como √© engatar a primeira marcha e pisar na embreagem do danado, mas amo muito aquele modelo de carro.) O carro, ele mesmo adaptou, n√£o seguiu p* nenhuma de normas porque segundo ele, precisa ganhar o p√£o, d√° socorro mec√Ęnico a domic√≠lio. Fant√°stico!! Criou um monociclo que deveria patentear mas, sabemos que o sistema √© bruto. Ele foi o ganhador do “pr√™mio”, poupe-me, oito mil reais. As emissoras levam tanta grana com patrocinadores e pagam oito mil reais para uma pessoa que deu um IBOPE enorme no dia e ainda emocionou a plateia. Ele tem uma for√ßa nos bra√ßos incr√≠vel!

Lembro-me de um ditado popular: Quando se caem os dentes, Deus alarga a goela. Mais ou menos isto. A palavra é SUPERAÇÃO. Sempre há um caminho, um atalho, uma saída. Supere os pensamentos negativos, estou fazendo aqui no meu canto e confesso que está tudo mais colorido. Nosso poder é muito grande, cabe a nós descobrir onde está ele.

Supere-se e seja seu maior f√£!
Iracema Correia


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Quando eu morrer, por favor, economize as suas l√°grimas ou o seu sorriso (talvez).




Pouco me importa as flores jogadas, os discursos bonitos de como eu era uma pessoa cheia de qualidades. Pois toda pessoa que morre querendo ou n√£o, tem suas qualidades e defeitos. As flores, guarde para quem possa apreciar, enquanto vivo. O elogio, me d√™ enquanto ainda √© tempo, diga que me ama enquanto os meus ouvidos possam escutar. Elogie as minhas qualidades, enquanto eu possa sentir viva para continuar em frente. Me “sugue”, enquanto eu estiver com energia e vida para sentir o seu abra√ßo. Quero ser amada, cortejada, abra√ßada, querida, enquanto puder ouvir e sentir tudo isto. Quero receber flores cheirosas, enquanto o meu nariz puder usufruir os seus perfumes. Quero ser acarinhada de todas as formas, para que eu sinta o que voc√™ realmente sente por mim. Pois eu, d√ļvidas nenhuma tenho do quanto sou especial, am√°vel, inteligente, linda, capaz e cheia de qualidades maravilhosas. Os defeitos procuro trabalh√°-los a cada dia. Mas mostre-me o que tem a me oferecer. Qual a sua proposta para que eu queira estar com voc√™ ao meu lado? Por que eu devo te dar o privil√©gio da minha companhia? Porque quando eu amo algu√©m, eu o sugo. Eu a digo eu te amo, infinitas vezes. Eu n√£o permito que  nem por um minuto, duvide do quanto √© especial para mim. Conto aos quatro ventos, como tenho prazer e alegria em ter  ele ou ela comigo. Se esta pessoa estiver doente, eu a curo com meus afagos, com meus rem√©dios e se a doen√ßa for da alma, eu dan√ßo para ela, a fa√ßo enxergar no espelho, a pessoa especial que √©. Torno-me uma palha√ßa, s√≥ para ver o seu sorriso, arrumo o seu ego, lembrando-a do quanto √© inteligente, sugo a sua Intelig√™ncia, fazendo perguntas em que sei que ela √© “perita” em responder, esta pessoa sabe o quanto ela √© importante para mim. Fa√ßo tudo isto porque sei que quando eu ou ela formos embora, n√£o restar√° arrependimento dos dias n√£o vividos, mas s√≥ coisas boas teremos para lembrar. E o choro... Ah o choro, ser√° de emo√ß√£o e agradecimento por termos nos conhecido e CONVIVIDO por um bom tempo, muito bem aproveitado. Aproveite-me enquanto viva, pois quando eu morrer, n√£o estarei mais aqui para saber dos seus sentimentos. N√£o me far√° diferen√ßa, as flores, o choro, o arrependimento, n√£o estarei mais aqui.
     Longe de ser uma despedida, √© uma reflex√£o do quanto perdemos tempo com besteiras, evitando demonstrar a quem de fato merece, o quanto ela ou ele, nos √© especial.
   Que Deus me d√™ longevidade, sa√ļde e muita energia para usufruir de todas as pessoas especiais da minha vida, pois sugarei de todas elas, tudo de bom que elas quiserem me oferecer, assim devolverei. Pois amor √© uma via de m√£o dupla. √Č dando que se recebe. E quem me √© especial, n√£o tem d√ļvida disto, pois n√£o permito, sequer por um minuto, que duvidem do meu amor por elas.

Boas sugadas!
Iracema Correia ;)








segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Quando tem que ser é...




Acredito no fluir das coisas de forma livre, leve e solta.Tenho uma "lei" que sigo da seguinte forma: Se t√° complicado demais DESISTE. √Č porque n√£o tem que ser, ou naquele momento ou talvez NUNCA.Paci√™ncia. Semelhante atrai semelhante. Quando queremos algo e sabemos o que queremos de verdade, focamos naquilo, esta coisa chega a n√≥s sem muita dificuldade. Acredito que esta vis√£o de que TUDO √Č DIF√ćCIL para se conseguir, que as vit√≥rias se alcan√ßam com muiuuuuuuuita for√ßa,de fato n√£o √© a minha vis√£o. Isto vai desde coisas pequenas √† coisas grandes. Eu ando pela rua, observando o comportamento das pessoas, isso j√° virou um h√°bito. Mas √© um an√°lise comportamental, sociol√≥gico, psicol√≥gico, longe de ser uma an√°lise de escaneamento de caracter√≠sticas f√≠sicas e sim de postura. Engra√ßado ver v√°rias vezes no banco que eu sempre ia, fic√°vamos cerca de tr√™s horas aguardando na fila para ser atendido ( pasmem, banco p√ļblico, lei dos 15 minutos n√£o funciona, cidade com pessoas acomodadas.) Bom, incrivelmente as pessoas, ficavam nestas horas todas, em p√©. Sendo que havia cadeiras para sentar, mas o medo de "perder " o lugar conquistado era maior. Eu sempre me sento. N√£o sei como est√° la agora. Brasileiro ama fila. Ama surtar com as coisas. Esta semana vivi um epis√≥dio engra√ßado no teatro. Havia duas entradas e respectivamente, duas filas enormes. Uma das portas se mexeu, abriu, a outra n√£o. As pessoas sa√≠ram, desesperadas, correndo para a outra fila,  embora a outra porta n√£o havia AINDA sido aberta, n√£o significava necessariamente que n√£o iria abrir, como de costume, sempre abre para ocorrer a  entrada, dos dois lados. Mas olha o pensamento da perda, do correr se n√£o a gente perde. Enfim, todo mundo que correu para o lado direito, voltou  para o esquerdo, onde ficaram eu e mais umas cinco pessoas. E comentei para a pessoa que concordava comigo, a medida que n√≥s analis√°vamos a situa√ß√£o. Se fosse um caso como, um inc√™ndio por exemplo, as pessoas entrariam em p√Ęnico, morreriam mais pelos efeitos dele, digo ( o p√Ęnico) do que pelo acidente em si. Parece-me um prazer m√≥rbido pelo dif√≠cil, pelo desastre, como se estivessem s√≥ esperando acontecer o pior. N√£o relaxam. A vida n√£o precisa ser assim. Ela tem que ser leve, pois a carga em s√≠ j√° √© pesada. Diminuir o passo mas com const√Ęncia e foco, acredito ser o ideal. H√° momentos que n√£os estamos preparados para receber visitas na nossa casa, estamos desanimados, casa bagun√ßada, enfim n√£o √© o momento. At√© mesmo para tirar foto, tem dias que fazemos uma superprodu√ß√£o e a foto sai um horror. Tem dias que nada fazemos e sa√≠mos com o cabelo impec√°vel, as vezes at√© sujo ( risos), cara lavada e olha a TOP model ou o Mister Universo arrasando no flash. √Č bem assim a vida, para mim. Tem horas que certas coisas n√£o nos acontece porque ainda n√£o estamos com a “casa arrumada” para receber. Mas insistimos desesperadamente. Ou a forma como estamos utilizando, n√£o √© aquela. Lembro-me do personagem S√≠sifo da mitologia grega que a sua puni√ß√£o foi, rolar a pedra eternamente para cima e para baixo, n√£o saia disto. Sabemos que, “√°gua mole em pedra dura tanto bate at√© que fura.” Mas a √°gua √© male√°vel, aguenta a porrada, se adapta em qualquer recipiente, se conseguirmos nos adaptar a cada situa√ß√£o sem nos machucar, at√© alcan√ßarmos o objetivo, excelente! Acredito ser bem melhor do que se desgastar desnecessariamente. Nas rela√ß√Ķes amorosas,creio eu que seja a mesma coisa, pois h√° pessoas que fazem quest√£o de se tornar ausentes na nossa vida, mas o danado do medo de "perder" esta pessoa, faz com que nos agarremos a relacionamentos que n√£o nos satisfazem, insistimos, insistimos e s√≥ nos machucamos. Como sentir falta daquilo que voc√™ nunca teve? S√≥ para ter a impress√£o de que n√£o se est√° s√≥? A pior solid√£o, √© aquela de se estar s√≥ e acompanhada, ao mesmo tempo.


Deixa fluir, deixa acontecer, deixa rolar.
Obrigada pela visita! Sejam sempre bem vindos!
Iracema Correia



s√°bado, 10 de outubro de 2015

Sobre a autoestima



Penso que a autoestima deve ser trabalhada desde a tenra inf√Ęncia. Pois ouvir coment√°rios desastrosos de pais, irm√£os mais velhos, pessoas mais achegadas a n√≥s, durante o per√≠odo de desenvolvimento da nossa personalidade √© traumatizante e marcar√° toda a vida adulta de uma pessoa. √Č por isto que uma boa an√°lise, livros de autoajuda, a busca do autoconhecimento, entre outros, s√£o necess√°rios para que o fluir das rela√ß√Ķes aconte√ßa, sem embara√ßos. Infelizmente, ainda √© muito comum ouvirmos coment√°rios ignorantes, diga-se de passagem, de pessoas que afirmam n√£o precisar de psic√≥logos, que tudo isto √© frescura. Que uma boa cerveja, um papo com os colegas ou ocupar a mente com trabalhos, fazer muito sexo,etc, etc. S√£o tantas formas de "pseudoterapias" que, creio eu, nem Freud o pai da Psican√°lise conseguiria explicar, nem elaborar.Bom, na verdade o pr√≥prio Freud falava de quest√Ķes sexuais mal resolvidas e, traduzindo para o popular, muita gente atribui a falta de sexo √† problemas psicol√≥gicos, e sim, certamente deve ter correla√ß√£o mas, n√£o necessariamente √† falta de sexo, mas antes de um “bom” sexo, pois h√° certos “trabalhos” feitos por a√≠ que em alguns casos, acabam com a autoestima de qualquer ser vivente. Digo com respeito √† qualidade do mesmo que, se for feito sem neuras e consciente, √© um √™xtase total. √Č aquelas neuras terr√≠veis de: se tenho celulite, se o p√™nis √© pequeno, se o corpo faz legal, se fa√ßo muito barulho, se est√° errado, se est√° certo enfim..neuras, neuras..S√≥ sei que quando a pessoa n√£o est√° bem consigo mesma, nada rola de forma eficaz. O padr√£o de beleza, de comportamento, a ditadura de tudo, atualmente certos assuntos, est√£o sendo evitados por muitas pessoas, devido ao n√ļmero proporcional de press√Ķes e cr√≠ticas. CR√ćTICAS, eis a palavra! Preocupa√ß√£o com o que as pessoas ir√£o falar. Lembro-me, com muitos risos, da atriz Mar√≠lia P√™ra atuando em umas duas novelas onde ela citava sempre esta frase: “ O que as minhas amigas do ( algo parecido com saquequer, sei l√°) v√£o falar?” Sugerindo uma preocupa√ß√£o de uma quatrocentona falida com as cr√≠ticas que porventura surgiriam por alguma falta de √©tica, decoro, comportamento em geral,tido por este grupo elitizado, como inaceit√°vel, certamente. Mas isso √© muito comum! Esta preocupa√ß√£o absurda com o que o outro vai falar. Afinal, pertencemos a grupos sociais, tendo eles regras, e quando n√£o nos adaptamos a tais, sofremos o ostracismo, banimento total. Mas da√≠ surge a necessidade de considerarmos o nosso eu, o que nos faz bem,buscar dentro de n√≥s a nossa criatividade, a nossa for√ßa interior. A inv√©s de invejarmos uma pessoa, porque n√£o tentar alcan√ßar os nossos sonhos e utilizar o exemplo desta pessoa, como for√ßa propulsora para atingirmos os objetivos? Por que ao inv√©s de atribuirmos mas motiva√ß√Ķes a algu√©m, n√£o purificarmos o nosso cora√ß√£o a fim de vivermos bem conosco? Quanto tempo dedicamos a n√≥s mesmos? O quanto gostamos da nossa companhia? Ser√° que nos sentimos diminu√≠dos se chegar uma festa ou evento qualquer e n√≥s n√£o irmos, quando “todo mundo” vai? N√≥s n√£o somos todo mundo, l√≥gico. Somos unidade, DNA's diferentes. Porque ser mais um rebanho ao abate? N√£o precisamos ser assim, se n√£o quisermos."Chocar" a sociedade com cores de roupas ,cabelos, etc, super mega diferentes, para afirmarmos a nossa singularidade, n√£o √©  o caminho ideal.Porque n√£o √© o externo em si que importa. Podemos utilizar o cabelo, o corpo, a roupa que quisermos, mas nunca para  mostrar ao outro,que somos diferentes. A diferen√ßa tem que vir de dentro, de uma seguran√ßa absoluta e total de que voc√™ √© voc√™, com erros, defeitos, qualidades,acertos, mas simplesmente ESPECIAL. Cuidemos da nossa autoestima, os relacionamentos certamente melhorar√£o e a humanidade agradece.

Prosperidade à todos
Iracema Correia


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dormir nua é bom mesmo! E num é que é!




E num √© que eu praticava tudo isto sem saber o poder da coisa? E neste calor primaveril do nordeste brasileiro n√£o tem sono mais gostoso. Se √© verdade vai saber, mas s√≥ em sentir a liberdade, vale a pena, √ī coisa "bouaaaa"!! rsrsrsr.


Dormir nu não é apenas sexy e divertido, mas tem benefícios espirituais também!

1. Você dorme melhor

Esse pode não parecer um benefício espiritual, mas é importante para a sua alma conseguir dormir o suficiente. Dormir nu foi clinicamente demonstrado ajudá-lo a dormir melhor. Entre as horas de 1 e 4:00, em particular, o nosso subconsciente se conecta com o mundo espiritual. Certifique-se de estar dormindo durante essas horas e sempre durma 8 horas por noite. Especialmente se for adolescente.

2. Sua melatonina se equilibra

A melatonina √© produzida naturalmente pela gl√Ęndula pineal. Quando voc√™ dorme com roupas, seu corpo fica superaquecido. Geralmente, mantendo o seu ambiente de sono a cerca de 70 graus F, a melatonina √© produzida de forma mais eficiente.

3. Seus níveis de cortisol equilibram-se

Dormir nu ajuda a regular a temperatura do corpo, que tamb√©m serve para regular seus n√≠veis de cortisol. Quando a qu√≠mica est√° fora de equil√≠brio, isso leva √† ansiedade, ganho de peso, e outras quest√Ķes. Isso pode te levar longe de um estilo de vida espiritual saud√°vel.

4. Contato pela a pele

Se voc√™ tem um parceiro, dormir nua pode carregar sua energia sexual espiritual. Pele em contato com pele tamb√©m libera oxitocina, o “horm√īnio do amor”, que reduz o estresse, aumenta a excita√ß√£o, e reduz a fissura pela droga. Ela tamb√©m pode ajud√°-lo a dormir. Ver item 1.

5. Seu chakra sacral fica balanceado

Seu chakra sacral determina o quão bem você interage com os outros, como se sente sobre si mesmo, como você se expressa criativamente, e está diretamente ligado ao seu chakra laríngeo. Seu chakra da garganta relaciona-se com seu eu superior. O chakra sacral saudável é fundamental para o chakra da garganta ser saudável e vice-versa. Equilíbrio é importante.

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Traduzido pela equipe de O Segredo

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Quero estar solteira, mas com você. ( Amei, me apaixonei, flutuei com este texto)





A escritora canadense de 33 anos Isabelle Teissier tem chamado aten√ß√£o do mundo inteiro. O motivo? Uma carta intitulada “Quero estar solteira, mas com voc√™”, na qual ela narra como seria um “casal ideal” na sua vis√£o. De acordo com a carta, √© poss√≠vel manter uma rela√ß√£o com algu√©m, mas, ainda sim, ter sua liberdade de n√£o querer sentir-se preso a nada ou ningu√©m.
A carta, publicada há alguns dias, começou a bombar no Twitter logo após uma matéria da versão americana do site The Huffington Post. Em seguida, chegou às mídias sociais, atingindo milhares de pessoas ao redor do mundo.
Essa é a reprodução íntegra da carta escrita por Teissier:
AMOR
“Quero que v√° tomar cerveja com seus amigos para que no dia seguinte tenha ressaca e me pe√ßa que v√° lhe ver porque deseja ter-me entre seus bra√ßos e que acariciemos um ao outro. Quero que conversemos na cama pela manh√£, sobre todo tipo de coisas, mas algumas vezes, pela tarde, quero que cada um fa√ßa o que quiser durante o dia.
Quero que me fale sobre as noites em que você sai com seus amigos. Que me conte que havia uma menina no bar que te olhava. Quero que me mande mensagens quando estiver bêbado com seus amigos e que me diga besteiras, apenas para que possa ficar seguro de que eu também estou pensando em você.
Quero que ríamos enquanto fazemos amor. Que comecemos a rir porque estamos provando coisas novas e que não têm sentido. Quero que estejamos com nossos amigos, para que pegue na minha mão e queira me levar a outro local, porque já não pode aguentar-se e tem vontade de fazer amor comigo ali mesmo. Quero ter de permanecer em silêncio porque há pessoas e ninguém pode nos ouvir.
Quero comer com voc√™, que me fa√ßa querer falar sobre mim e que voc√™ fale sobre voc√™. Quero que discutamos sobre qual √© o menor: a costa norte ou a costa sul, a parte ocidental ou a oriental. Quero imaginar o apartamento de nossos sonhos, mesmo sabendo que provavelmente nunca vivamos juntos. Quero que me conte seus planos, esses que n√£o t√™m nem p√©, nem cabe√ßa. Quero surpreender-me dizendo “Pega seu passaporte que estamos indo”.
Quero ter medo com você. Fazer coisas que não faria com ninguém mais, porque com você me sinto segura. Voltar para casa muito bêbada depois de uma noite divertida com amigos. Para que coloque a mão no meu rosto, me beije, me use como travesseiro e me abrace bem forte durante a noite.
Quero que tenha sua vida para que decida viajar algumas semanas, apenas por capricho. Para que eu fique aqui, sozinha e chateada, desejando que salte sua carinha no Facebook me dizendo “oi”.
Não quero que sempre me convide para suas noitadas e não quero convidar você para as minhas. Assim, no dia seguinte, posso contar como foi minha noite e você também pode contar-me como foi a sua.
Quero algo que seja simples e, uma vez ou outra, complicada. Algo que, por alguns minutos, me fa√ßa fazer perguntas a mim mesma, mas no momento que estiver com voc√™ em um mesmo local, desapare√ßam todas as d√ļvidas. Quero que pense que sou bonita e que fique orgulhoso ao dizer que estamos juntos.
Quero que me fale te amo e, acima de tudo, poder dizer isso a você. Quero que me deixe andar na sua frente para que possa ver como meu corpo se mexe. Para que me deixe raspar as janelas do meu carro no inverno, porque meu bumbum balança e isso te faz sorrir.
Quero fazer planos sem saber se no fim os realizaremos. Estar em uma relação clara. Quero ser essa amiga que você adora ficar. Quero que siga tendo desejo de paquerar outras meninas, mas que procure a mim para terminar o dia. Porque quero ir contigo para casa.
Quero ser aquela que voc√™ faz amor e depois dorme. A que te deseja paz quando est√° trabalhando e a que fica encantada quando voc√™ se perde no seu mundo de m√ļsicas. Quero ter uma vida de solteira com voc√™. Porque nossa vida de casal seria igual √†s nossas vidas de solteiros de agora, s√≥ que juntos.
Um dia te encontrarei”.

O prazer de ser Pedagoga


Mamãe, com você tudo fica mais fácil!


Como √© bom ouvir isto de um filho ao se tratar do processo de aprendizagem. Acredito ser uma das satisfa√ß√Ķes maiores na vida de uma pessoa. Gosto de aproveitar o momento da tarefa de casa para compartilhar com ela tudo que tem aprendido na escola. E como Pedagoga, aproveito para refor√ßar esta aprendizagem tentando atrav√©s dos v√≠deos infantis do YouTube, ampliar a vis√£o dela sobre os assuntos estudados. E ent√£o, sinto, mesmo com uma marrinha dela, que as coisas fluem, com mais facilidade. Quando ela me disse esta frase: " Mam√£e com voc√™ tudo fica mais f√°cil!", me senti imensamente feliz e realizada tamb√©m. Est√°vamos iniciando a divis√£o com a conta armada, trabalhando a tabuada do numeral oito. Ent√£o pegamos juntas os cacarecos da cozinha, vasilhas sem tampas, que sempre t√™m, na quantidade de oito e bolinhas de gude. Dividimos o valor de quarenta e oito nestas oito vasilhas.Encontramos juntas a quantidade de seis em cada vasilha. Eureca! Quase disse ela em outras palavras, √© claro. Uau! descobrimos a p√≥lvora , bem por ai. Me sinto privilegiada em exercer uma profiss√£o que me d√° prazer. Sinto-me imensamente feliz em facilitar a aprendizagem de uma pessoa. Por exemplo, valorizo por demais as atividades dos alunos. O caderno ent√£o. Lembro-me da m√ļsica O Caderno de Toquinho:

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel...
Canção linda por sinal. Enfim, nossa MPB.
Caderno de crian√ßa para mim deve estar cheia de rabiscos, apagados e refeitos, at√© se alcan√ßar o objetivo espec√≠fico para ela. Sim, para ela porque cada crian√ßa √© uma ser em especial com as suas potencialidades espec√≠ficas. N√£o gosto de ver riscos de professor por cima dos registros da crian√ßa. Podemos apenas indicar com um tra√ßo embaixo algum registro que falta corrigir. E pedir que ela retorne e encontre por si s√≥ a sua resposta. Acredito nesta busca do conhecimento, valorizando a autonomia do aluno. Falam-se tanto em recupera√ß√£o paralela e talvez n√£o aproveitem as "provas" "testes" que n√£o provam nem testam nada, mas sim diagnosticam o trabalho do professor. Aproveitar os enganos dos alunos, as suas respostas erradas para trabalhar novamente desta vez, em forma de pesquisas na biblioteca, internet, trabalho em campo, etc. para refazer esta aprendizagem, desta vez , avaliando e pontuando. Uma vez que a recupera√ß√£o paralela √© direito do aluno. Deixar de valorizar tanto o ponto, a nota, focando no principal, a aprendizagem. 
    Enfim, apesar da indisciplina comum nas salas, das supostas falta de interesses dos alunos, creio que uma aprendizagem participativa, coletiva, utilizando-se de teatros, m√ļsicas, filmes, desenhos, diversificada e mais alegre, sem preocupa√ß√£o com tempo, prazos  e conte√ļdos, tornar√° o ato de educar mais prazeroso.


Que privilégio maravilhoso Deus me deu!
Iracema Correia