sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quem sofre é quem deve tomar providências!



    Assistindo a um programa de TV, muito popular, vi um quadro que, como mulher me incomodou pra caramba. Um marido que acha que trabalhando e “sustentando” a casa, levando a mulher para a feira aos domingos seria o suficiente para dizer e acreditar que ama ela. Enquanto isto, sai tr√™s dias nos finais de semana com um amigo solteiro, e volta para casa quando quer. E o pior de tudo, deixava o “amigo” discutir e ofender a mulher e ele como marido, ainda apoiava o “amigo” que de forma c√≠nica, machista, chamava a esposa dele de chata. Lament√°vel. N√£o para eles dois, pois a situa√ß√£o era c√īmoda para ambos. Era confort√°vel para ele, no caso o marido, continuar a vida de solteiro, tendo quatro filhos, uma esposa em casa para cuidar dele e dos filhos √© claro. Lament√°vel para ela, uma mulher que trabalha, independente, dizendo que amava o marido e que a culpa era do amigo, se colocar numa situa√ß√£o onde sofre, mas provavelmente se acomoda em nome de um amor maior do que o do por ela pr√≥pria. Estranho √© ainda ver que situa√ß√Ķes como estas existem e se repetem, em v√°rios tipos de relacionamento. A mulher que deve criar os filhos, que √© a l√≠der na iniciativa de limpar a bagun√ßa que uma equipe inteira fez, e ainda ser bonita, ter disposi√ß√£o para o chefe (marido) para quando ele precisar dos “seus servi√ßos”. Como soa estranho quando estamos de fora de uma situa√ß√£o. Sem discursos machistas ou feministas, por√©m relacionamentos s√£o constru√≠dos por combinados. E mantidos por permiss√Ķes que damos. Se aceitamos certas situa√ß√Ķes, elas criar√£o ra√≠zes e depois, n√£o entenderemos o porqu√™ de estarmos envolvidos num emaranhado de problemas sem sa√≠da, sufocados sem entender onde estamos. Por vezes √© preciso ter coragem para sair do cen√°rio para observarmos a n√≥s mesmos atuando e, tomar certas medidas. √Č preciso ter coragem para “engatar a marcha r√©” em certas situa√ß√Ķes. “R√©-come√ßar”, juntos ou separados, “R√©-organizar”, “ R√©-iniciar”, n√£o necessariamente nesta ordem, mas engatar esta marcha e “R√©-analisar” onde foi que a coisa toda come√ßou, a origem que desencadeou o problema e no caso, atacar O PROBLEMA e n√£o a pessoa ao nosso lado. Tudo vira h√°bito e por medo de desagradarmos ao outro, acabamos por ferir nossos sentimentos. Passando por cima da nossa felicidade em troca de uma vida de mentira. Mas para tudo h√° sa√≠da, e sem d√ļvida alguma, uma boa conversa e uma nova postura, para que n√£o repitamos padr√Ķes. Da√≠ n√£o culparemos a m√° sorte, pelo fato de vivermos relacionamentos infelizes, sempre atraindo as mesmas situa√ß√Ķes. √Č preciso acordar enquanto √© tempo, relacionamentos amorosos √© uma via de m√£o dupla, quando um n√£o quer, n√£o d√° para uma andorinha sozinha fazer ver√£o. √Č preciso ter coragem para dizer adeus √† certas situa√ß√Ķes que nunca mudar√£o. √Č imprescind√≠vel ser feliz agora e se amar enquanto √© tempo.
   

Sejamos felizes da forma que acharmos mais apropriada para nós, mas... sejamos felizes!

Iracema Correia

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A Leitura do Mundo que precede a Leitura da Palavra






√Č uma frase muito conhecida no meio pedag√≥gico. Paulo Freire incentivava a necessidade da compreens√£o do mundo em si a ser aprendido, antes de se “executar” o conte√ļdo a que se destinava, naquele momento. Bom, por se falar em conte√ļdo, ocorre muito ainda, a vis√£o fechada de que as partes devem ser aprendidas separadamente, como se o conhecimento pudesse ser colocado em gavetas, abrindo e fechando-se cada uma, quando for necess√°rio. √Č uma vis√£o de transmiss√£o de conte√ļdo. Como se o professor, fosse uma enciclop√©dia ambulante e o aluno, um banco que recebe todo o conhecimento ali depositado pelo professor, o detentor do conhecimento. Da√≠, surge o nome de Educa√ß√£o Banc√°ria. √Č uma vis√£o tradicional da Educa√ß√£o e como toda vis√£o, deve ser respeitada, afinal, somos frutos desta Educa√ß√£o Banc√°ria, onde, me foi muito importante, decorar os verbos no tempo, modo, forma nominal e o “diaxo a quatro”. Decorar a tabuada e calcular infinitas express√Ķes num√©ricas era fant√°stico para mim. As quatro opera√ß√Ķes nem se fala. A utiliza√ß√£o das linhas para se treinar uma boa caligrafia, ainda considero importante. No fundo, considero importante decorar muita coisa. Principalmente a quest√£o de pela repeti√ß√£o a mente ser conduzida por osmose para onde queremos, formam-se assim os h√°bitos, que se forem bons, show de bola! Alguns fonoaudi√≥logos chamam a aten√ß√£o para n√≥s professores sobre a necessidade de se ficar atento √†s crian√ßas que sofrem de problemas de discalculia, disgrafia, a exemplo, pois estes, em sua maioria, s√≥ aprendem, por repeti√ß√Ķes, s√£o casos a serem olhados com maior cuidado. No entanto, repetir conte√ļdos, como se fossem rezas, n√£o fazem muito sentido. Da√≠ a import√Ęncia de se entender o que est√° sendo decorado.  Se o foco √©  a Aprendizagem, talvez n√£o seja necess√°ria, repeti√ß√Ķes. Precisamos ensinar nossos alunos a pensar. E para tanto, os conte√ļdos n√£o devem estar engavetados como se o conhecimento do mundo fosse separado. Uma coisa liga a outra. Como somos seres biopsicossociais, compreendemos o mundo a partir de complexas e subjetivas vis√Ķes diferentes. √Č muito comum, vermos alunos, que executam as opera√ß√Ķes matem√°ticas com maestria embora n√£o saibam a hora e o momento correto de aplic√°-las. Que resolvem as regras de tr√™s, as raz√Ķes e propor√ß√Ķes da vida, mas n√£o sabem em que momento solicitado seria ideal realizar tai c√°lculos. Que leem com a habilidade de um relator, mas n√£o sabem o que est√£o lendo. Precisamos, muito mais do que transmitir a execu√ß√£o, a forma de fazer tal coisa e sim focar no porqu√™ esta coisa deve ser executada. Como esta coisa est√° sendo feita. Para que serve. Por este motivo, encontramos at√© nas Universidades, pessoas com grandes problemas de interpreta√ß√£o. Em sua maioria, oriundos de escolas que valorizam e focam na Educa√ß√£o tradicional, nas partes do conte√ļdo, sem analisar o todo. Tamb√©m n√£o encaro a Escola como um mero banco de dados onde os agentes professores transmitem aos agentes alunos, (da mente vazia, como uma folha de papel em branco), os dados pr√©-estabelecidos de cima, l√° das Secret√°rias de Educa√ß√£o, l√° dos Pcn’s da vida, sem nenhuma flexibilidade. At√© porque estes agentes “folha de papel em branco” n√£o existem e por sua vez, os detentores do conhecimento, no caso o professor, tamb√©m n√£o existe. E quem pensar desta forma, cair√° por terra a qualquer momento, quando o aluno lhe fizer uma pergunta ao qual o mesmo n√£o ter√° a resposta. N√£o somos enciclop√©dias, somos mediadores e facilitadores. N√£o vejo a necessidade de exames na escola com o objetivo de pontuar e determinar quem tirou a nota melhor ou maior em escala crescente e decrescente. Vejo a escola como formadora, preparadora para o mundo em constantes mudan√ßas, que respeita o saber pr√©vio dos alunos, que valoriza a aprendizagem, ante notas, exames, decorebas. Que estimula o aluno a saber que existe uma l√≥gica nas tabuadas, na utiliza√ß√£o dos verbos (embora, a l√≠ngua portuguesa agora, est√° viva at√© demais e por quest√Ķes econ√īmicas, resolve mudar tudo aquilo que aprendemos, √© complicado!), enfim, compreender a origem das palavras, surgindo da√≠ a necessidade gritante de se utilizar dicion√°rios etimol√≥gicos para uma melhor compreens√£o. E se caso o aluno tiver um rendimento abaixo do esperado, trabalhar posteriormente e imediatamente, um refazer destas avalia√ß√Ķes. Para mim, prova e teste n√£o existem e sim, verifica√ß√Ķes de aprendizagens. Verificamos o que o aluno compreendeu, assimilou e acomodou na mente e, o que n√£o ficou acomodado, desequilibrar novamente at√© tentar encaixar de novo. Para mim, desta forma a coisa flui, com mais leveza. Aprendendo o mundo, entendendo as palavras simultaneamente, compreendendo os problemas, analisando e apontando solu√ß√Ķes vi√°veis, apresentando in√ļmeras possibilidades de resolu√ß√Ķes. Isto √© ter uma vis√£o hol√≠stica da Educa√ß√£o. Eu tenho.


Iracema Correia

s√°bado, 21 de novembro de 2015

Não tente mudar ninguém.




Mania esta, de querer mudar o pensamento das pessoas e as suas atitudes! Nem sempre, a pessoa est√° preparada para vivenciar certas situa√ß√Ķes. Costumamos dizer: “Ah se fosse eu, se fosse eu naquela situa√ß√£o, j√° teria resolvido desta ou daquela forma. ” √Č, se fosse voc√™. Agora troca de papel e observa, se consegui resolver, √≥timo, realmente √© a prova de que voc√™ estava no tempo certo, na situa√ß√£o certa. Bom, trocando em mi√ļdos, quero dizer que n√£o podemos mudar a ningu√©m. Cometemos alguns erros ao nos relacionarmos afetivamente com algu√©m, na esperan√ßa de que no futuro, aquilo que nos incomoda nela, com o tempo mudar√°. Triste engano. N√£o podemos e nem devemos mudar ningu√©m.  Se nos apaixonarmos por aquele ser, aceitemos todo o seu completo, defeitos, manias, experi√™ncias, fam√≠lia e toda uma bagagem junta, que trazemos, tanto emocional quanto fisicamente. A ansiedade nos consumir√°, se esperarmos transformar uma pessoa naquilo que projetamos. O estilo da roupa, o linguajar, o corpo, o nariz. Podemos at√© incentivar que algu√©m pratique exerc√≠cios, coma bem, pare de fumar, mas a decis√£o √© dela. Apenas dela. Se ela n√£o quiser, n√£o poderemos for√ßar, principalmente um adulto a fazer algo em que a sua mente n√£o decidiu nem compreendeu. Isto vale para todas as decis√Ķes na vida. Desde a escolha de um sapato, de um estilo de vida at√© a uma religi√£o. For√ßar algu√©m a prestar adora√ß√£o a uma divindade a qual ela n√£o reconhece √© um abuso tamanho, viol√™ncia. H√° momentos em que, por desejarmos o bem, queremos tomar a iniciativa para resolver a vida de uma pessoa, mas ela n√£o quer. Simples assim. H√° pessoas que n√£o querem mudar, que preferem viver reclamando, √© mais c√īmodo do que enfrentar o novo, ainda que neste comodismo, estejam infelizes. Nada poderemos fazer infelizmente. √Č seguir nosso caminho em paz, buscando o que for melhor para n√≥s e se caso algu√©m quiser nos acompanhar que nos d√™ as m√£os, caminhando juntos, sem ningu√©m for√ßar ningu√©m.

Iracema Correia

O meu corpo é MARAVILHOSO!







“ Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos s√£o maravilhosos, de que minha alma est√° bem apercebida. ” (Salmo 139: 14).

Conversando com um amigo, sobre como o nosso corpo est√° constitu√≠do. E juntos, fomos analisando uma entrevista dada por uma pessoa, que se n√£o me engano, era bi√≥logo.  Mais ou menos, assim ele dizia: “ O nosso c√©rebro, est√° protegido por uma caixa fechada, no caso o cr√Ęnio, os demais √≥rg√£os principais foram protegidos por uma grade de ossos, no caso as costelas...” Se cortarmos as unhas, elas crescem, o cabelo tamb√©m, um corte, cicatriza, enfim, as c√©lulas t√™m uma capacidade de regenera√ß√£o incr√≠vel. Poder√≠amos ser mutantes. Mas n√£o somos. Infelizmente, at√© que se prove o contr√°rio. Temos todos os elementos da terra, dentro de n√≥s, a exemplo do enxofre, f√≥sforo, etc. As articula√ß√Ķes de nossas m√£os, nos permite realizar tarefas incont√°veis, pois, se as mesmas n√£o existissem, ter√≠amos limita√ß√Ķes nos movimentos. √Č uma engenharia perfeita. Na realidade, a natureza √© perfeita e tudo que o homem faz de novo, √© observando esta natureza, recriando sinteticamente. Por falar nisto, perdemos muito, quando deixamos de repor ao nosso corpo perfeito, os nutrientes necess√°rios √† vida saud√°vel. Muita gente adoecendo, acreditando s√≥ na cura, atrav√©s dos medicamentos em forma de drogas, que de fato em sua maioria, s√£o umas drogas mesmos, para cada bem que faz, h√° milhares de males, registrados, fora os n√£o registrados. Precisamos portanto, lembrar das palavras de Hip√≥crates “Que teu alimento seja teu rem√©dio e teu rem√©dio seja teu alimento.
O corpo cura por si mesmo. O m√©dico √© s√≥ um assistente da natureza. (Hip√≥crates – 460-377 a.C). Mas para isto “todo m√©dico deve come√ßar da natureza, sempre com a mente aberta”
(Paracelso – 1493-1541). √Č fundamental, cuidarmos do nosso corpo como um todo, dando a ele, toda a riqueza que a natureza nos oferece. Partindo de uma boa alimenta√ß√£o, e com certeza de suplementa√ß√Ķes, em caso de car√™ncias. Afinal, devido a tantas interfer√™ncias humanas, nosso solo tem ficado pobre, nosso ar polu√≠do. √Č como diz a B√≠blia que infelizmente o homem tem arruinado a Terra. Mas eu acredito num Deus Maravilhoso, que atrav√©s de suas cria√ß√Ķes, nos mostra qualidades maravilhosas, t√≠pico de um Artista que se encanta com a sua Obra Perfeita. Quanto a n√≥s, cuidemos do nosso corpo, zelando por esta obra prima, dando a ele o sono merecido, o alimento mais saud√°vel que for preciso, protegendo-nos em caso de contatos sexuais √≠ntimos, cultivando a paz interior, entre tantas coisas, emanemos energias positivas. O mundo carece muito delas. E completando, termino com estas palavras s√°bias e lindas:
“ Mas os teus exerc√≠cios, pratica-os diariamente com a seriedade de um ritual e com a inflexibilidade e o zelo de um genu√≠no artista interessado em produzir uma obra genial. A obra genial √©s tu mesmo, e o artista tamb√©m. ” MESTRE UNIVERSAL KUUT HUME

Iracema Correia


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Casa de pai, escola de filho. Escola de professor, casa de aluno.



Quem dirige um autom√≥vel, √© respons√°vel pela dire√ß√£o do mesmo. Salvo por problemas t√©cnicos ou falha mec√Ęnica, quem conduz o barco, √© responsabilizado pelo rumo ali tomado. Tenho pensado nos rumos da Educa√ß√£o e mais precisamente, dos rumos em que a Escola em particular est√° tomando. Nestes pensamentos, lembro-me de coment√°rios e de  algumas atitudes preconceituosas por parte de certos profissionais da Educa√ß√£o, com rela√ß√£o ao negro, ao homossexual, √† religi√£o dos outros, etc. Das atitudes tamb√©m em rela√ß√£o ao outro colega, que de repente, discorda de algo na escola e sofre consequ√™ncias por isto. Acredito que a energia que vibra em uma escola, √© o resultado dos pensamentos e atitudes da comunidade escolar como um todo. Por√©m, apesar de todos os envolvidos, h√° o "piloto, co-piloto", respons√°veis pela condu√ß√£o. A Constitui√ß√£o Federal prev√™ a Gest√£o Democr√°tica, onde todos da comunidade escolar s√£o convidados a participar de decis√Ķes. Se eu enquanto, gestora ou professora, n√£o me reciclar, se eu n√£o buscar conhecimentos e principalmente o autoconhecimento, n√£o perceberei em mim nem nos outros, com os quais trabalho, qualidades aproveit√°veis para a Escola, nem defeitos prejudiciais ao meio educacional. Desta forma, a Escola pode virar um "velho-oeste", bang, bang. Sem Leis, sem combinados, onde ningu√©m se entende. Sentindo isto, os alunos em fase de forma√ß√£o, onde, principalmente,na fase da adolesc√™ncia buscam um referencial, "respirar√£o este ar", e os gritos, berros, reclama√ß√Ķes dos professores, com rela√ß√£o a indisciplina do aluno, ecoar√° sem retorno. S√≥ ser√£o um ponto a mais de inflama√ß√£o na garganta. √Č por olhar a n√≥s mesmos e tentar entender,que entenderemos o outro. Precisamos modificar a nossa atitude na sala de aula, inovar,conhecer quem √© o nosso aluno. O que h√° por tr√°s daquele comportamento agressivo. Neste caso, entra a t√£o necess√°ria presen√ßa do coordenador pedag√≥gico, como mediador entre professor e aluno. A dire√ß√£o, como setor executivo para a efetiva√ß√£o das mudan√ßas necess√°rias, desde a forma de como a limpeza deve ser efetuada na escola at√© o cumprimentar do vigilante na entrada. Tudo √© atitude, for√ßa de vontade e desejo de mudan√ßa. Eu acredito nesta escola,mas se voc√™ n√£o acredita, por favor, escolha outra √°rea para atuar, assim todos seremos felizes no que escolhermos para fazer.Trabalhando no que gostamos, n√£o precisaremos trabalhar um dia sequer.

Iracema Correia

Vamos peneirar o que falamos!



Se tu n√£o gosta de preto , de neg√£o, se acha feio o cabelo afro, se se arrupia todo quando v√™ um gay, uma gorda, um tatuado. Guarda para tu .Para isso Freud ensina que existe o ID impulsivo que n√£o se domina, como se fosse um ser primata, agindo pelos instintos,sem peneira. √Č para isto que existe o SUPER EGO para controlar as merdas que tu fala, peneira ai gente os coment√°rios agressivos e carregados de ignor√Ęncia e preconceito, utiliza o EGO e encontra uma alternativa equilibrada, s√°bia, eficaz e dentro da lei dos homens e mais que tudo da Lei DIVINA, do respeito e amor ao pr√≥ximo.Ser√° que este povo sabe quem √© Freud meu Deus? As vezes sabe, j√° leu, fala dele, mas nem sabe do que se trata. Ent√£o usa a lei B√≠blica, SER√Ā QUE J√Ā OUVIRAM FALAR EM B√ćBLIA? Tudo que tu quiseres que os homens vos fa√ßam, fa√ßais v√≥s em troca. Se tu v√™ um Gay e apedreja, merece que, como no c√≥digo de Hamurabi, tu receba uma pedrada na mesma for√ßa. Mas tem nada n√£o, a vida d√° voltas. Se tu n√£o conhece Lei nenhuma , nem cultua nenhuma divindade que possa te frear,a Lei do Retorno te ensina. Quem PLANTA, COLHE.
IRACEMA CORREIA

domingo, 1 de novembro de 2015

OS 12 DEFEITOS INSUPORT√ĀVEIS DOS BRASILEIROS



Se me perguntasse qual o melhor pa√≠s do mundo, sem d√ļvida, responderia Brasil. A resposta seria a mesma se perguntasse sobre o povo. Os brasileiros s√£o incr√≠veis, al√©m de √ļnicos, pois entre os povos que habitam este planeta, os brasileiros s√£o os mais acolhedores. Entretanto, certos comportamentos, melhor dizendo, caracter√≠sticas do povo Brasileiro s√£o extremamente irritantes. Talvez sejam resultados de fatos hist√≥ricos, talvez seja resultado desta cultura t√£o miscigenada…. N√£o d√° para saber ao certo de onde prov√©m esses defeitos mas √© certo que eles est√£o presentes de norte a sul deste pa√≠s. 

Não que tais sejam exclusividades brasileiras, apesar de que nas terras tupiniquins pareça muito mais acentuado que em outros lugares. Veja a lista e dê sua opinião:


Obs.: Lembrando que o post fala da maioria dos brasileiros e n√£o est√° generalizando. Maioria = N√ļmero excedente a metade do todo; Grupo preponderante.
Ressalto tamb√©m que os itens tamb√©m n√£o est√£o por ordem de import√Ęncia e vem escrito em boas palavrinhas abrasileiradas, risos.

 
12. Brasileiro reclama de tudo e n√£o resolve nada
Reclama√ß√£o vem do latim reclamatione, que designa o ato de “desaprova√ß√£o manifestada por gritos”, e do verbo reclamare (reclamar) que significa exigir ou reivindicar. Essa, sem sombras de d√ļvida, √© a atitude mais adorada e praticada pelos brasileiros. Nosso povo reclama de tudo! Apesar do abuso desse ato, o problema n√£o est√° em reclamar: o problema est√° em apenas reclamar. N√£o existe o h√°bito do segundo passo por aqui. A pessoa reclama, xinga muito no Twitter, Facebook, Blog e fica por isso mesmo. A parte mais importante, que seria achar a solu√ß√£o para reclama√ß√£o, simplesmente √© abandonada, transformando a atitude de reclamar em algo totalmente in√ļtil.

11. Brasileiros s√£o um bando de maria-vai-com-as-outras

A explica√ß√£o para o excesso de reclama√ß√£o e para a falta de rea√ß√£o j√° virou estudo aqui no Brasil. O resultado n√£o apresentou nenhuma novidade: O brasileiro n√£o tem o h√°bito de protestar no cotidiano. A corrup√ß√£o dos pol√≠ticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a viol√™ncia di√°ria s√≥ levam a popula√ß√£o √†s ruas em circunst√Ęncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de F√°bio Igl√©sias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Bras√≠lia (UnB). Segundo ele, o brasileiro √© protagonista do fen√īmeno “ignor√Ęncia pluralista”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.

“Esse comportamento ocorre quando um cidad√£o age de acordo com aquilo que os outros pensam, e n√£o por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro n√£o faz, por que eu vou fazer?”, diz Igl√©sias. O problema √© que, se ningu√©m diz nada e consequentemente nada √© feito, o desejo coletivo √© sufocado. O brasileiro, de acordo com Igl√©sias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele n√£o fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.


Igl√©sias come√ßou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as rea√ß√Ķes das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando algu√©m fura a fila, a maioria finge que n√£o v√™. O comportamento-padr√£o √© cordial e pac√≠fico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almo√ßo num restaurante coletivo de Bras√≠lia. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem n√£o quer nada, falando ao celular ou cumprimentando algu√©m. A rea√ß√£o das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aerovi√°rio carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que n√£o reage quando v√™ algu√©m furar a fila no banco. “Fico esperando que algu√©m fa√ßa alguma coisa. Ningu√©m quer bancar o chato”, diz.


Igl√©sias d√° outro exemplo comum de ignor√Ęncia pluralista“Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, √© raro algu√©m levantar a m√£o dizendo que est√° com d√ļvidas”, afirma. Ningu√©m quer se destacar, ocorrendo o que se chama“difus√£o da responsabilidade”, o que leva √† in√©rcia.


Mesmo quem sofre uma s√©rie de preju√≠zos n√£o abre a boca. √Č o caso da professora carioca Maria Luzia Boulier, de 58 anos. Ela j√° comprou uma enciclop√©dia em que faltava um volume; pagou compras no cart√£o de cr√©dito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergom√©trica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste √ļltimo caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. N√£o obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou pregui√ßosa. Sei que na maioria das vezes reclamar n√£o adianta nada”, afirma.


O “n√£o-vai-dar-em-na-da” √© um discurso comum entre os “n√£o-reclamantes”. O estudante de Artes Pl√°sticas Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situa√ß√£o p√ļblica. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. J√° vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. √Č uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.


A apatia diante de um esc√Ęndalo p√ļblico tamb√©m √© frequente no Brasil. Nas d√©cadas de 80 e 90, o contador brasiliense Hon√≥rio Bispo saiu √†s ruas para lutar pelas Diretas J√° e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Caso que apenas se concretizou pelo massivo uso da imprensa. Estudiosos acreditam que o Impeachment nunca aconteceria se a m√≠dia n√£o colocasse no ar o ataque massivo ao presidente: 10 das 24 horas de programa√ß√£o das emissoras nas semanas anteriores ao ato divulgavam a ideia das Diretas J√° e Impeachment.


O estudo da UnB constatou que a cultura do sil√™ncio” tamb√©m acontece em outros pa√≠ses. “Portugal, Espanha e parte da It√°lia s√£o coletivistas como o Brasil”, afirma o psic√≥logo. Em na√ß√Ķes mais individualistas, como em certos pa√≠ses europeus e a vizinha Argentina, o que conta √© o que cada um pensa. “As a√ß√Ķes s√£o baseadas na auto-refer√™ncia”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, √© comum ver marchas e protestos di√°rios dos moradores. A m√≠dia pode agir como um desencadeador de reclama√ß√Ķes, principalmente nas situa√ß√Ķes de pol√≠tica p√ļblica. “Se o cidad√£o v√™ na m√≠dia o que ele tem vontade de falar, conclui que n√£o est√° isolado”, afirma o pesquisador.


O antrop√≥logo Roberto Da Matta diz que n√£o se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da pr√°tica do “jeitinho”Para ele, o fato de o povo n√£o lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, tamb√©m pode ser explicado pelas pequenas infra√ß√Ķes que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a m√£o” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas s√£o pr√°ticas comuns e fazem o brasileiro achar que n√£o tem moral para reclamar do pol√≠tico corrupto“Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso n√£o pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antrop√≥logo.


O soci√≥logo Pedro Demo, autor do livro Cidadania Pequena s (ed. Autores Associados), diz que h√° baix√≠ssimos √≠ndices de organiza√ß√£o da sociedade civil – decorrentes, em boa parte, dos tamb√©m baixos √≠ndices educacionais. Em seu livro, que tem base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE), osoci√≥logo conclui que o brasileiro at√© se mobiliza em algumas quest√Ķes, mas n√£o d√° continuidade a elas e n√£o v√™ a import√Ęncia de se aprofundar. Um exemplo √© o racionamento de energia ocorrido h√° doze anos: rapidamente as pessoas compreenderam a necessidade de economizar. Passada a urg√™ncia, n√£o se importaram com as raz√Ķes que levaram √† crise. Para o soci√≥logo, al√©m de toda a conjuntura atual, h√° o fator hist√≥rico: a coloniza√ß√£o portuguesa voltada para a explora√ß√£o e a independ√™ncia declarada de cima para baixo, por dom Pedro I, pr√≠ncipe regente da metr√≥pole. “Historicamente aprendemos a esperar que a decis√£o venha de fora. Ainda nos falta a no√ß√£o do bem comum. Acredito que, ao longo do tempo, n√£o tivemos lutas suficientes para form√°-la”, diz Demo.


A historiadora e cientista pol√≠tica Isabel Lustosa, autora da biografia Dom Pedro I, um Her√≥i sem Nenhum Car√°ter (ed. Companhia das Letras), acredita que os brasileiros reclamam mas t√™m dificuldades de levar adiante esses protestos sob a forma de organiza√ß√Ķes civis. “Nas filas ou mesas de bar, as pessoas est√£o falando mal dos pol√≠ticos. As se√ß√Ķes de leitores de jornais e revistas est√£o repletas de cartas de protesto. Mas existe uma esp√©cie de fadiga em rela√ß√£o aos resultados das reclama√ß√Ķes, especialmente no que diz respeito √† pol√≠tica.” Segundo Isabel, quem mais sofre com a falta de condi√ß√Ķes para reclamar √© a popula√ß√£o de baixa renda. Diante da deteriora√ß√£o dos servi√ßos de educa√ß√£o e sa√ļde, o povo fica sem voz“Esses servi√ßos est√£o pulverizados. Seus usu√°rios n√£o moram em suas cercanias. A possibilidade de mobiliza√ß√£o tamb√©m se pulveriza”, diz.


Apesar das explica√ß√Ķes diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscaliza√ß√£o da democracia, √© preciso agir individualmente e de acordo com a pr√≥pria consci√™ncia“Isso evita a chamada espiral do sil√™ncio”, diz o pesquisador Igl√©sias. O primeiro passo para a mudan√ßa √© abrir a boca.


10. Brasileiro acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria

Oito em cada dez brasileiros tem o assunto do seu di√°logo com outrem resumido nesses termos. Quando n√£o est√° falando de futebol, est√° falando de sexo ou fofocando ou falando do quanto bebeu no final de semana e vice-versa. Qualquer tema que saia dessa esfera √© rejeitado pela maioria, exceto, se o tema for inicio de um reclama√ß√£o coletiva (do tipo que n√£o vai dar em nada). N√£o √© de estranhar que a defini√ß√£o do Brasil seja “o pa√≠s do futebol e do carnaval”.

Tanto a filosofia quanto a Psicologia e a Sociologia explicam que essas paix√Ķes comprometem o intelecto humano. Tal como um homem apaixonado pela sua amada, o ser apaixonado n√£o pensa, somente age de acordo com suas emo√ß√Ķes. Os brasileiros d√£o provas que essas paix√Ķes os transformam em verdadeiros “trouxas”, entre os quais podemos destacar os seguintes fatos decorridos dessa passionalidade:



  • Ronaldinho Ga√ļcho ganhando medalha Machado de Assis da Academia Brasileira das Letras;
  • Bruna Surfistinha virando best-seller e depois blockbusters;
  • Brigas de torcidas;
  • Brigas anuais nas apura√ß√Ķes das campe√£s do Carnaval;
  • Pel√© sendo reconhecido como um dos maiores brasileiros de todos os tempos pela Times;
  • Pesquisas mostrando que brasileiro gasta mais com cerveja do que com Educa√ß√£o;
  • Xv√≠deo como o vig√©simo segundo site mais acessado do Brasil, perdendo apenas para sites de fun√ß√Ķes essenciais (como Google e sites de bancos) e para redes sociais.
 
Muito se pergunta se o Brasil poder√° suportar seu crescimento diante de pensamento t√£o rudimentar. Existe uma estimativa constru√≠da em cima das pesquisas realizadas pelo IBGE que diz que provavelmente daqui a 5 anos o Brasil venha a atingir √≠ndices de pa√≠ses de primeiro mundo em diversas √°reas. Por√©m, como comportar tamanho avan√ßo se a cultura brasileira continua a mesma? √Č por esse motivo que a entrada de estrangeiros no nosso mercado de trabalho cresce a cada dia. Importar “cabe√ßas-pensantes” √© lucrativo para empresas j√° que aqui as cabe√ßas est√£o ocupadas com outros pensamentos. Enquanto os gringos buscam solu√ß√Ķes para os setores da ind√ļstria e da sociedade, n√≥s continuamos com a imaturidade de apoiar nosso micro-universo na preocupa√ß√£o com nossos times de futebol e quantos dias de folga vamos pegar no carnaval. A car√™ncia de ambi√ß√£o e a passividade diante do que precisa ser feito converte a maior parte dos brasileiros em cartas fora do baralho do setor industrial quando o assunto exige dedica√ß√£o e disciplina.

9. Brasileiro gosta da hipocrisia

“Sem as pequeninas hipocrisias m√ļtuas nos tornar√≠amos intoler√°veis uns para os outros”. A frase √© atribu√≠da ao fil√≥sofo alem√£o Emanuel Wertheimer, coincidindo com as pr√°ticas gerais do mundo at√© nas grandes hipocrisias, como frequentemente chega ao nosso conhecimento por meio das manchetes di√°rias. H√° mil√™nios condenada pela sociedade, a Hipocrisia se encontra presente, acompanhando o homem desde do seu engatinhar pela superf√≠cie terrestre. Sua defini√ß√£o √© dif√≠cil de lidar e sua complexidade √© relevante, j√° que, em certas situa√ß√Ķes, o que parece hipocrisia, na verdade n√£o √©.

“Impostura, fingimento, simula√ß√£o, falsidade”. Dessas quatro facetas ligadas √† defini√ß√£o da hipocrisia provavelmente a menos conhecida √© a impostura, como “artif√≠cio para iludir, embuste, vaidade ou presun√ß√£o extrema”. De qualquer maneira, o que se ressalta a√≠ √© a presen√ßa da mentira. No caso da hipocrisia, a mentira social por excel√™ncia.


O conceito mais comum de hipocrisia, conceito qual iremos adotar aqui para discutir a situa√ß√£o brasileira, seria o ato de fingir ter cren√ßas, virtudes, ideias, devo√ß√£o, comportamento e sentimentos para alcan√ßar o apre√ßo publico, mesmo sendo o acusador v√≠tima da sua pr√≥pria cr√≠tica. Ou seja, o assassino que condena o homic√≠dio, o funkeiro que critica a m√ļsica ruim do Latino, o analfabeto que reclama da falta de leitura do povo.


Brasileiro adora uma boa hipocrisia. S√£o tantos os exemplos para provar essa ultima afirma√ß√£o que at√© fiquei em d√ļvida sobre qual deveria escolher. Optei pelo mais conhecido: Brasileiros versus emissoras de TV. N√£o deve ser novidade para ningu√©m que o Brasileiro critica e repudia programas de TV os quais assiste. BBB, o maior exemplo de hipocrisia brasileira, mostra a real face desse povo: de um lado, pessoas engajadas, criticando, dizendo para os outros n√£o assistirem o programa. De outro, um dos programas com uma das maiores audi√™ncias da era dos “reality shows”. Nem √© preciso ser especialista comportamental para saber que algu√©m est√° mentindo nessa hist√≥ria, ou precisa? De maneira semelhante temos o Zorra Total, o programa mais odiado pelo p√ļblico brasileiro e l√≠der de audi√™ncia do seu hor√°rio. Oras, de onde prov√©m essa controv√©rsia sen√£o da mentira e falsidade de alguns que condenam diante do olhar alheio mas, no aconchego do seu lar, passa parte do seu tempo livre assistindo esses programas.


Al√©m dessa hipocrisia direta temos a hipocrisia indireta. Assumindo o mesmo exemplo anterior, podemos dizer que √© um hip√≥crita de forma indireta aquele que reclama de quem assiste BBB, alegando que o √ļltimo √© um programa sem car√°ter cultural, contudo, n√£o perde o jogo de futebol de quarta a noite ou mesmo, faz quest√£o de assinar um canal de TV exclusivo de Futebol. S√£o dois lados de uma mesma moeda.


8. Brasileiro n√£o sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorreto

Quem tem boa mem√≥ria e passa algumas horas do seu dia na frente do computador deve lembrar do caso do Stand Up do Rafinhas Bastos ano passado. Durante um dos seus shows, Rafinha resolveu utilizar do humor negro extreme nonsense, t√≠pico dele, fazendo uma piadinha um tanto sem gra√ßa sobre o estuprador fazer um favor √† uma feia quando a estupra.

Quando essa not√≠cia se espalhou foi o caos. Todo mundo condenou o humorista. Foi um tal de “esse cara tem que ser preso” para l√° e um “que absurdo, √© o fim do mundo”para c√°.


Algum tempo depois, come√ßou o novo BBB e aconteceu o tal “estupro”. O que voc√™ pensa que o povo brasileiro fez? Criticou? N√£o, pelo contr√°rio, ele brincou com a situa√ß√£o, fazendo piadinhas sobre o ocorrido. O politicamente correto foi esquecido, o que leva ao pensamento que aqui no Brasil parece que ele √© de lua, ou vem por esta√ß√£o…. n√£o d√° para definir. Em certa hora o brasileiro desaprova, condena, critica tal ato incorreto, em outra, pratica e apoia.


7. Brasileiro tem o pé no extremismo para babaquices

Fanatismo ideol√≥gico √© o estado psicol√≥gico que caracteriza qualquer pessoa como idiota. O Fan√°tico √© irracional, inflex√≠vel, persistente e teimoso. Sua natureza irregular, baseada em paix√Ķes, leva a paranoias e gera preconceitos e agressividade com quem discorda de seus valores e cren√ßas. Nos pa√≠ses √°rabes, esse estado √© bastante comum por causa da religi√£o. Em alguns pa√≠ses europeus, extremismo e fanatismo se misturam na busca de alguns grupos por libera√ß√£o de certos estados de seus pa√≠ses. J√° aqui no Brasil…. bem, aqui √© uma coisa inexplic√°vel. Brasileiro adota o fanatismo para as coisas mais idiotas, por exemplo: - Defender partidos pol√≠ticos ( PT e PSDB √© tudo farinha do mesmo saco, merm√£o!)


  • Defender cren√ßas religiosas (Evang√©lico conservador que paga d√≠zimo para pastor e se acha no direito de julgar a vida de todo mundo)
  • Brigar por times de futebol (Enquanto voc√™ briga, eles recebem um sal√°rio gordo e riem da sua cara de ot√°rio)
  • Arrumar confus√£o por causa de celebridades, atores, atrizes, m√ļsicos (Fam√≠lia Restart √© o cacete da Maria Jo√£o! Lady Gaga n√£o canta, apenas troca de roupa! Justin Bieber fez sucesso apenas por causa do cabelo! Tarantino √© uma farsa! Chorem mimimimi…)
 
Esses são exemplos somente de uma pequena fração de todos os tipos de fanatismos babacas verde e amarelo. Deveria existir um projeto de lei que classificasse as pessoas por grau de idiotice fanática. Quem fosse reprovado deveria ser jogado, de imediato para evitar a contaminação aos demais, na Ilha de Queimada Grande para servir de alimento para as cobras do local.

6. Brasileiro não admite a própria culpa

“A culpa √© minha e eu coloco ela em quem eu quiser” uma das famosas frases deHomer Simpson faz total sentido nessa rep√ļblica. Segundo International Stress Management Association – em pesquisa com mais de com 1000 profissionais –praticamente metade dos brasileiros analisados (47%) apresentam um comportamento agressivo quando algo d√° errado e tende a negar a participa√ß√£o no erro. Percentual alt√≠ssimo se comparado aos pa√≠ses orientais e alguns europeus, os quais n√£o ultrapassam os 14%.

J√° faz parte da nossa cultura colocar a culpa nos outros. N√£o unicamente no trabalho mas em tudo que estamos envolvidos. O Brasil n√£o funciona √© culpa dos pol√≠ticos e n√£o nossa e do nosso voto e apatia frente a tanta corrup√ß√£o. Enchentes ocorrem por causa do acumulo de lixo nos bueiros e a culpa √© do El nino. Para tudo h√° sempre um bode expiat√≥rio.


Um exemplo cl√°ssico disso √© a falta de leitura dos brasileiros atribu√≠da aos pre√ßos dos livros. O Brasileiro consumiu a m√©dia 120 litros de cerveja por habitante em 2010. A estimativa √© que ultrapasse a marca de 15 bilh√Ķes de litro de cerveja em 2012 segundo a Sindicerv. Acredita-se que o gasto do brasileiro de classe C2 a B2 seja de R$ 360 reais anuais. O estudo da CBL (C√Ęmara Brasileira dos Livros) mostra que o brasileiro l√™ em m√©dia 1,8 livros/ano e os livros mais comprados no nosso mercado tem pre√ßo em torno de 35 reais. Desse modo, assumindo todos esses fatos, fica claro que a falta de leitura do brasileiro vem pela aus√™ncia de vontade. Oras, comprar R$ 360 reais de cerveja pode mas gastar R$ 35 reais com um livro √© muito caro? Eita “pa√≠sinho”….


5. Brasileiro n√£o sabe resolver um problema de cada vez

Eis que existe um problema que incomoda muita gente e que ninguém nunca mexeu um dedo para solucionar. Certo dia, um brasileiro resolve sair do seu estado apático e coloca a mão na massa. Consegue um percentual razoável de apoio para sua ideia e ela começa a evoluir até que se torna popular. Nesse momento, o outro lado dos brasileiros apresenta-se: o de querer resolver tudo de uma vez só.

Voc√™ apresenta uma proposta para reduzir os impostos da importa√ß√£o de produtos e aparece sujeito dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo diminuir os impostos, pol√≠ticos roubam verbas em Bras√≠lia”Voc√™ apresenta uma proposta para acabar com a viol√™ncia nos desportos e aparece um brasileiro dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo cessar a viol√™ncia nos desportos, faltam medicamentos nas farm√°cias populares”PORRA! Mas que diabos esse sujeito estava fazendo que n√£o tomou a iniciativa para resolver esses problemas…. ficou esperando algu√©m tomar a iniciativa para resolver outro problema que n√£o tem nada a ver com aquele que ele exalta para ficar reclamando. E assim, ningu√©m nunca resolve nada! Achar que tudo pode ser resolvido de uma s√≥ vez √© um pensamento de babaca que leva ao fracasso. Se voc√™ acha que tal problema n√£o √© prioridade, fa√ßa a sua campanha para resolver o problema que voc√™ considera principal e n√£o fique criticando quem est√° tentando melhorar o nosso pa√≠s.


4. Brasileiro acha que os EUA é o melhor em tudo

Você deve conhecer algum brasileiro que foi para os EUA e voltou para a nossa amada terra parecendo um robozinho defensor do Tio Sam, ou não? Eu conheço muitos. Sujeito vai para o exterior, principalmente para os EUA, e volta desdenhando tudo.

Esse h√°bito √© de visitar o exterior e adotar o lado do extremo-negativo quando volta √© t√≠pico de brasileiro. Compara√ß√Ķes que, por muitas vezes, n√£o fazem qualquer sentido, como as reclama√ß√Ķes por n√£o haver aqui um fast-food em cada esquina.


O que brasileiro tem que compreender √© que cada pa√≠s √© um pa√≠s. S√£o culturas diferentes, s√£o hist√≥rias diferentes, s√£o povos diferentes. Voc√™ adotar o que h√° de positivo l√° fora e implantar aqui √© √≥timo. Ruim √© voc√™ ver o que h√° de positivo l√° fora para ficar desdenhando o que h√° de simples por essas bandas.


3. Brasileiro √© o c√Ęncer da Internet

A ra√ßa mais odiada da Internet tem nome: Brasileiros. N√£o √© quest√£o de xenofobia, o rep√ļdio dos brasileiros por outros povos na Internet √© pela total falta de postura e √©tica nossa no meio virtual. O comportamento baderneiro incomoda muitos povos, por isso que os brasileiros tem seu acesso restrito em diversos MMORPG, f√≥runs, sites, redes sociais, entre outros. Somos o povo mais irritante e troll da Internet.

O Orkut e Facebook s√£o exemplos disso. Quando o Orkut era febre nos outros pa√≠ses, tudo era muito organizado, at√© que os brasileiros colocaram os p√©s nas terras googleanas. Foi um deus nos acuda, tamanha a bagun√ßa que a rede virou. As comunidades de idioma ingl√™s foram invadidas pelos brasileiros que come√ßavam a falar em portugu√™s no meio de debates em ingl√™s. Os gringos irritados com tanta bagun√ßa mudaram para o Facebook. E assim foi at√© que os brasileiros migraram para o Facebook e o abrasileiraram ( leia-se Orkutizaram). O reflexo dessa mudan√ßa canarinho j√° foi demonstrado na √ļltima pesquisa de ingresso e sa√≠da da empresa que mostram a migra√ß√£o dos gringos para redes sociais alternativas. A invas√£o brasileira acabou se tornando amea√ßas para essas empresas da web por representarem grandes baixas nos pa√≠ses onde a empresa j√° possui determinado sucesso, levando a mesma proibir a nossa entrada com o intuito de manter o neg√≥cio.


Brasileiro enche essas redes de spam, de gifs que brilham, de p√°ginas de humor, de p√°ginas de putaria… compartilham qualquer coisa a qualquer tempo. Embora n√£o exista nenhum C√≥digo de √Čtica para Internet, o bom senso deve estar sempre presente. Assim, compartilhar no Facebook, por exemplo, a foto de um gato esquartejado ou algo do g√™nero n√£o √© legal, todo mundo sabe disso, exceto a massa brasileira.


De modo parecido os brasileiros invadem os MMORPG’s. Em semanas eles destroem com os servers. Talvez devido a nossa natureza corrupta, corrompemos tudo que tocamos. E da√≠ surge os BOTS, hacks, chats e tantos outros mecanismos para obter vantagens sobre os outros que n√≥s inventamos e que fazem os jogos perderem toda a gra√ßa.

Espero que com o tempo nós percebamos o quanto somos inconvenientes e irritantes, adquirindo uma postura mais sensata antes que sejamos expulso de tudo que é canto da web.

2. Brasileiro não sabe a própria Língua
A Educa√ß√£o no Brasil √© lastim√°vel, isso n√£o √© segredo para ningu√©m. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econ√īmica Aplicada (Ipea) mostrou que para 2.773 entrevistados (27,3%), que avaliaram nosso sistema educacional, n√£o houve mudan√ßas na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou. J√° o IBGE mostrou no seu estudo de 2011 que apenas 11% dos brasileiros conseguiram concluir o ensino superior (percentual baixo se analisarmos outros pa√≠ses, tais comoR√ļssia (54%) , Cuba (92%)Chile (24%)).

Apesar dos pesares, com toda essa estrutura educacional prec√°ria, ainda √© inexplic√°vel o dom√≠nio d√©bil do brasileiro sobre a sua l√≠ngua. N√£o estou me referindo ao dom√≠nio completo – compreendendo todas aquelas regras exageradas e chatas -, estou dizendo do “basic√£o”.

Voc√™ leitor deve estar pensando que isso √© resultado da falta de investimento do governo, ou n√£o? Logicamente, essa √© uma das poss√≠veis causas, contudo, n√£o √© a √ļnica. Existem outras causas para explicar as anomalias do nosso sistema educacional, como a pesquisa feita por uma das principais empresas de contratos de est√°gio do pa√≠s, que constatou no primeiro semestre de 2011 que nem mesmo os graduando de jornalismo dominam a l√≠ngua. Atrav√©s de um ditado de 30 palavras, a empresa verificou que o √≠ndice de erro ficou na m√©dia 1/3 das palavras.

Esse defeito pode ser verificado em todas as áreas, desde das melhores escolas particulares até mesmo no próprio Sistema Judiciário.

Percebeu leitor? Estamos falando do topo da escala financeira e n√£o um bando de pobre coitado que n√£o tem aonde cair morto. Os grandes nomes da L√≠ngua Portuguesa do pa√≠s, como o autor do livro “Preconceito Lingu√≠stico” Marcos Bagno,afirmam que a explica√ß√£o para esses acontecimentos √© mais simples do que parece:

  • o completo desinteresse do povo por sua L√≠ngua devido a dificuldade que a mesma apresenta; a aus√™ncia do h√°bito da leitura. Por esse e outros motivos, nesse pa√≠s, a L√≠ngua virou arma de manipula√ß√£o e fator gerador de preconceito.

1. Brasileiro adora dar reconhecimento para quem n√£o merece
Quantas vezes voc√™ viu uma homenagem para o Carlos Chagas no hor√°rio nobre da TV? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas” por Pel√© e mentalize a resposta. No Brasil, quanto mais voc√™ faz pela sociedade, menos reconhecimento voc√™ tem dela. Em contrapartida, quanto menos voc√™ faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, ju√≠zes, m√©dicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros, que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um sal√°rio justo.

J√° quem n√£o faz nada pela sociedade, como atletas – principalmente jogadores de futebol –, artistas, atores, m√ļsicos, mulheres de bundas grandes e perfeitas, entre outros que exercem uma “profiss√£o” que n√£o presta qualquer servi√ßo para o bem comum, somente beneficiando aos pr√≥prios, al√©m de receber sal√°rios alt√≠ssimos, s√£o ovacionados pelo p√ļblico.

Esse h√°bito n√£o √© exclusivamente brasileiro, boa parte dos pa√≠ses ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura americana, se comportam dessa maneira. Esse culto as celebridades e o total descaso com quem realmente faz acaba gerando a insatisfa√ß√£o da maior parte das pessoas cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Como as pessoas com consider√°vel grau intelectual s√£o minorias, tal comportamento se espalha feito v√≠rus, recebendo o apoio das m√≠dias. Cabe a voc√™ e eu, que temos consci√™ncia desse tumor, espalhar nossa ideologia e derrubar essa idolatria e admira√ß√£o aos falsos feitores originada da ignor√Ęncia humana.

Deixe seu comentário sobre o texto. Porém peço que faça diferente: ao invés de reclamar e falar sobre outros possíveis defeitos dos brasileiros, indique a solução para esses.



Fonte: Ahduvido.com.br



COMPLEMENTANDO O TEXTO, 
RECEBI DE UMA AMIGA PELO FACEBOOK:

Uma lista feita por estrangeiros aponta defeitos dos brasileiros e do Brasil. Logo, a lista circulou e foi criado uma espécie de fórum gringo incorporando mais itens que os gringos odeiam no país.
Finalmente, um americano, casado com uma brasileira, morou em S√£o Paulo por 3 anos, voltou para sua terra natal e fez quest√£o de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil.
Resumindo, toda essa atividade de apontar defeitos e falar mal do Brasil gerou essa lista:
1. Os brasileiros n√£o t√™m considera√ß√£o com as pessoas fora do seu c√≠rculo de amizades e muitas vezes s√£o simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca m√ļsica alta durante toda a noite… E mesmo se voc√™ v√° pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para voc√™ “ir se fud**”. E educa√ß√£o b√°sica? Um simples “desculpe-me”, quando algu√©m esbarra com tudo em voc√™ na rua simplesmente n√£o existe.
2. Os brasileiros s√£o agressivos e oportunistas, e, geralmente, √† custa de outras pessoas. √Č como um “instinto de sobreviv√™ncia” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo √© o transporte p√ļblico. Se eles v√™em uma maneira de passar por voc√™ e furar a fila, eles o far√£o, mesmo que isso signifique quase mat√°-lo, e mesmo se eles n√£o estiverem com pressa. Ent√£o, por que eles fazem isso? √Č s√≥ porque eles podem, porque eles v√™em a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que poss√≠vel, independentemente de quem √© prejudicado como resultado.
3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.
4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.
5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.
6. Os brasileiros, principalmente os homens, s√£o altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante s√£o enormes.
7. Os brasileiros s√£o muito expressivos de suas opini√Ķes negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de algu√©m.
8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.
9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.
10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.
11. A pol√≠cia brasileira √© essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a popula√ß√£o, como fazer cumprir as leis de tr√Ęnsito, encontrar e prender os ladr√Ķes, etc. Existem Leis, mas ningu√©m as aplica, o sistema judicial √© uma piada e n√£o h√° normalmente nenhum recurso para o cidad√£o que √© roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.
12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e dif√≠cil. Nada √© simplificado ou concebido com a conveni√™ncia do cliente em mente, e os brasileiros t√™m uma alta toler√Ęncia para n√≠veis surpreendentes de burocracia desnecess√°ria e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importa√ß√£o que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletr√īnicos e carros, incrivelmente caros. E para os empres√°rios, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase imposs√≠vel de ser rent√°vel. Como resultado, a corrup√ß√£o e subornos em empresas e governo s√£o comuns.
14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.
15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.
16. Os brasileiros s√£o super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refei√ß√Ķes e fins de semana. Isso n√£o √© necessariamente uma m√° qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espa√ßo e privacidade, mas a expectativa cultural √© que voc√™ vai assistir (ou pior, convidar amigos e fam√≠lia) para cada refei√ß√£o e voc√™ √© criticado por n√£o se comportar “normalmente” se voc√™ optar por ficar sozinho.
17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas fam√≠lias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso n√£o √© necessariamente uma m√° qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfort√°vel e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cord√£o” emocional e sua fam√≠lia de origem (especialmente as m√£es) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decis√Ķes, atividades, etc. Como voc√™ pode imaginar, este √© um item dif√≠cil para o c√īnjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em fam√≠lias nucleares e temos uma din√Ęmica diferente com as nossas fam√≠lias de origem.
18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.
19. A qualidade da √°gua √© question√°vel. Os brasileiros bebem, mas n√£o morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplica√ß√£o de leis e a abund√Ęncia de corrup√ß√£o, eu n√£o confio no governo que diz que √© totalmente seguro e n√£o vai te fazer mal a longo prazo.
20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.
O fórum gringo adicionou estas outras críticas:
21. A maioria dos motoristas de √īnibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o √īnibus e todos dentro dele.
22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.
23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .
24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.
25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a pl√°stico queimado.
26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.
27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas, dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.
28. √Ārvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo s√£o colocados no centro das cal√ßadas, tornando-as intransit√°veis.
29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.
30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.
31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.
32. As pessoas v√£o apertar e empurrar voc√™ sem pedir desculpas. No transporte p√ļblico voc√™ vai t√£o apertado que voc√™ √© incapaz de mover qualquer coisa, al√©m da sua cabe√ßa.
33 . O Brasil √© um pa√≠s de 3° mundo com pre√ßos ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma id√©ia, S√£o Paulo √© classificada como a 10¬™ cidade mais cara do mundo. (New York √© a 32¬™).
34. A infidelidade galopante. Este n√£o √© apenas um estere√≥tipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira s√£o condicionados a acreditar que eles s√£o mais ” vir√≠s ” por sairem com v√°rias mulheres .
35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.
36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.
37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.
38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.
39. Tudo √© constru√≠do para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o pre√ßo de qualquer outro pa√≠s. Os √īnibus intermunicipais de luxo s√£o eficientes, mas o transporte p√ļblico √© inconveniente, caro e desconfort√°vel para andar. Consequentemente, o tr√°fego em S√£o Paulo e Rio √© hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna imposs√≠vel voc√™ andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que voc√™ tenha uma motocicleta.
40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.
FONTES: jornalistas H. Aleluia e Wilson Ibiapina
Do Blogger: http://robertacarrilho-div.blogspot.com.br/2015/10/os-12-defeitos-insuportaveis-dos.html 

F