quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Que Deus nos abençoe hoje e sempre!



Prosperidade, autoconhecimento, paz, " muito dinheiro no bolso e saúde pra dar e vender!" 5 4 3 2 .....

Que Deus nos abençoe hoje e sempre!
Abraços
Iracema Correia

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Respeitem as diferenças!



Sobre inclusão social, sobre bullyyng, sobre preconceito...

Pensando hoje com os meus botões:

A minha princesa tem oito anos, mais de um metro e meio de altura. Dificuldade para encontrar roupas infantis, neste caso ela usa Teen, adolescente, mas não cheia de decorações infantis para a idade dela. Se vai num parquinho, em alguns casos, algumas pessoas preconceituosas medem a idade de uma criança pelo tamanho dela,isso me aborrece pacas. Há uma coisa chamada DIFERENÇAS, que muitos se esquecem de lembrar, ou não fazem questão. Basta olhar pro rostinho e ver os dentinhos ainda trocando, que por sinal só se foram seis, até o presente momento. Crianças altas, costumam tropeçar fácil, porque a idade mental não corresponde com o desenvolvimento avançado do corpo.Ocorre o contrário também, crianças com idade mental menor do que a biológica. Precisam de um olhar especial, mais do que especial. Isso GRAÇAS A DEUS está mudando. Mas quanto ao comportamento de pessoas, principalmente mulheres, mães, em relação a uma criança que APARENTA ter dez ou doze anos, mas não tem, e chega ao ponto de chamar a criança a atenção e impedi-la de brincar no meio das outras num parque, por causa do seu tamanho, é ser muito cruel, malvado.Ah! Sem falar os comentários carregados de preconceito que acha que toda criança "cheinha", digo "cheinha", não obesa ( e se caso for é problema para os pais e nutricionistas resolverem), é porque come muito doce, recheado, etc e tal. METABOLISMO NEM SEMPRE TEM A VER COM O QUE SE COME, UMA CRIANÇA MAGRA NÃO QUER DIZER, CRIANÇA BEM NUTRIDA, A BOA ALIMENTAÇÃO É PERCEPTÍVEL NA SAÚDE DA CRIANÇA, EM COMO O SEU CORPO REAGE DIANTE DAS ENFERMIDADES, PELA SUA ENERGIA, E NEM SEMPRE CRIANÇAS ATIVAS QUER DIZER CRIANÇA, HIPERATIVA, CONHECIMENTO É TUDO, INFORMAÇÃO É A MELHOR SAÍDA PARA O PRECONCEITO. Passo por isto direto e vejo a carinha triste dela quando me diz: "Mãe, eu só cresci, mas ainda sou criança! " E é e ainda será por um bom tempo, ainda que cresça mais. Precisamos parar de generalizar tudo! E no quesito CRIANÇA, é a bola do meu olho. Não importa o que , quem ou de onde a criança seja, ela precisa de atenção, cuidado, carinho e proteção. Tô de olho nesta galera imprudente que insiste em se fingir de ignorante no quesito RESPEITO. Só de olho bem aberto.

" Segundo o  endocrinologista pediatra Luiz Cláudio Castro, membro da Comissão de Comunicação Social da SBEM, explica que a alta estatura, na maioria das vezes, é o resultado do potencial genético da criança, por ser filha de pais altos. Esse quadro é chamado de alta estatura constitucional ou familiar. “Nesse grupo de crianças, a preocupação maior dos pais é com as meninas, pelo receio de que venham se tornar mulheres muito altas, com problemas posturais ou descontentes com o tipo físico, muitas vezes decorrentes de questões sociais”, diz o médico."

Fonte: http://www.endocrino.org.br/quando-crescer-pode-ser-um-problema/

Iracema Correia

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

20 SINAIS DE QUE VOCÊ REALMENTE ENTENDE A LEI DA ATRAÇÃO





Acredito que boas orações, aliadas a uma forte fé , pensamentos e atitudes positivas, são capazes de nos dá força para a cada dia. Pensar positivo ainda que diante de adversidades. Evitar entrar em pânico porque este é um grande inimigo. E acreditar que dias melhores virão.
Iracema Correia

Algumas pessoas acreditam que tudo que você tem que fazer para usar a Lei da Atração é apenas visualizar o que quer. No entanto, as pessoas que realmente entendem a Lei da Atração percebem que é preciso muito mais do que alguns pensamentos dispersos para criar a vida de seus sonhos.
Mesmo que a Lei da Atração seja simples (peça, acredite, receba), aqueles que a compreendem plenamente percebem que, em alguns casos, uma pessoa deve fazer uma mudança total de estilo de vida, a fim de aproveitar todo o seu potencial.
Embora cada um de nós tenha seus momentos ruins, você ainda vai ver que se realmente entende a Lei da Atração, provavelmente se esforçar para marcar muitos dos itens da lista abaixo. Você nem sempre pode ter tudo certo, mas tentar fazer muitas das coisas seguintes:
1. Você sonha maior do que a maioria das pessoas.
2. Você tem expectativas positivas.
3. Você sorri para estranhos.
4. Você evita mesquinharia, drama desnecessário e fofocas.
5. A vida simplesmente não é tão grave como costumava ser.
6. Você enxerga o lado bom das pessoas.
7. Você tem tempo para relaxamento mental, e entende que a mente que corre é o seu pior inimigo.
8. Diversão é uma prioridade.
9. Você deixa as coisas ruins irem.
10. Você raramente fala sobre os seus problemas (somente quando precisa de ajuda ou realmente precisa desabafar).
11. Quando as coisas se desfazem, você procura a coisa boa.
12. Você evita conversa mesquinha.
13. Você identifica sincronicidades durante todo o dia.
14. O riso é parte de sua rotina diária.
15. Você para pelo caminho para cheirar as rosas.
16. Você segue a intenção de ir com o fluxo.
17. Você assume a responsabilidade por sua vida, e tudo nela.
18. Você confia que tudo acontece por uma razão.
19. Você perdoar as pessoas por seus erros.
20. Você agradece com freqüência.
Então, você acha compreende a Lei da Atração muito bem?
Novamente, nós nunca vamos ser perfeitos (e estamos autorizados a ter dias ruins!), Mas se você encontrar-se nestes pensamentos e comportamentos regularmente, realmente vai entender que é o criador de sua própria realidade. Melhor ainda, você provavelmente estará tendo sucesso criando muitas coisas boas em sua vida!
Você acrescentaria algo a esta lista? Compartilhe suas opiniões e experiências através dos comentários!

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Traduzido pela equipe de O Segredo


domingo, 13 de dezembro de 2015

Amando filosoficamente...

 Mais uma nova aquisição de uma série. Dentro desta série, ainda há aqueles livros, tamanho família, que vou deglutindo aos poucos. Matéria pesada, precisa ser bem mastigada para não causar indigestão. Mas o que dizer de um livro rosinha, com um casal romântico na capa? Logo vem à mente, ora pois,  de quem julga o livro pela capa, que se trata daqueles livros românticos que ensinam "receitas" para conquistar um novo amor. Pasmem, não é não. Ah! A minha propaganda, como sempre é voluntária. Apenas gosto do que é bom, do que é belo (mas aceito sim, uma bela remuneração pela propaganda, nada contra, não brigamos por isto ;) ) de textos inteligíveis, recheados de conteúdo que fazem a minha mente trabalhar. Alexey Dodsworth, autor do livro, conversei muito contigo cara, enquanto estou lendo a sua obra. Eu rindo de mim mesmo. O "pau quebrando" na rua, haja sofrência meu pai, para os meus ouvidos sensíveis! Eu não consigo compreender a lógica de seres humanos ouvirem em ritmo repetitivo as mesmas músicas de oito horas da manhã até o presente momento, as dezesseis horas e trinta minutos. E eu cá lendo uma das teorias de Nietzsche, onde ele nos convida à uma reflexão, traduzida mais ou menos assim pelo autor do livro: 'Se você descobrisse que toda a sua vida se repetirá nos mínimos detalhes por toda a eternidade, se amaldiçoaria ou ficaria feliz? Ainda que a sua existência não tenha sido boa ou não,por completo, há algum momento ou momentos tão magníficos que faria você pensar que tudo valeu a pena por causa deles? Se chegar a conclusão de que nada na sua vida faria valer a pena que ela se repetisse , está na hora de criar este momento. E para fazê-lo, é preciso querer esta vida. É preciso parar de esperar.'
    Numa viagem maravilhosa pelos Mitos gregos,pela Astrologia, citando e comparando o pensamento de vários filósofos como Aristóteles, Sócrates, Michel Foucault, Pascal, etc. Vamos compreendendo o amor e sua inquietude. O desejo de amar e ser amado plenamente. A necessidade de saber ( representando os atributos astrológicos do signo de Aquário), o que queremos em alguém, O querer ( atributo do signo de Leão) este querer não desejo, mas vontade de levantar e ir lá, pois é nesta vontade que o desejo se manifesta.Ousar, ( atributo astrológico do signo de Escorpião), onde a felicidade se manifesta sempre quando usufruímos, gozamos do que desejamos.E o calar ( Atributo astrológico do signo de Touro) como uma interiorização , reflexão do que se deseja. Evitar fazer propaganda demais do objeto do desejo, para não atrair inveja e cobiça. Olha aí! Agora, posso estar com meu " Príncipe Encantado" mas propagarei à todos que é um sapo gordo, chato e que come mosquito ! Lógico! Prazinimigas tirarem o olho! ( risos). Leitura magnífica, recheada de sofrência no pé do ouvido, mas entendendo que devemos dar um basta no sofrimento, que quando a mente nos engana de que somos felizes porque podemos acreditar nisto, por osmose, o corpo somatiza, chora e reage de diversas formas. Não podemos enganar o nosso corpo numa ilusão de um relacionamento falido. Nem por medo, não ousar e deixar de conseguir o que desejamos por falta de ação, vontade e ficar  querendo o que sabemos que certamente nos satisfará. O momento de viver é  o agora. Que sejamos felizes nesta vida, porque já estamos fadados à morte, segundo comentário atribuído à Sócrates, amemos sempre pensando que a pessoa que está ao nosso lado ou desejarmos, pode não mais estar lá, ou pelas fatalidades da vida, ou por cansar de esperar. A esperança é ruim, cria dúvidas, o bom mesmo é viver, amar e, se for filosofando, melhor ainda. Amo filosofar, mas tem horas que dá um nó no juízo. Porque a filosofia "fustiga nossa mente, desfaz ilusões". Pensando aqui comigo: " Enquanto os amantes da sofrência curtem o domingo, estou eu cá a ler filosofia. Será que eu sou normal? Bom, pelo menos estou me divertindo :D . 

Ps: Ainda estou na página 70 de 292 do livro e me sentindo no direito adquirido por mim, no meu Blogguer de resenhar sobre o livro. Que o autor não leia isto.

Iracema Correia

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Esse Brasil, sei não viu!



Só observando os comentários dos brasileiros com relação aos problemas políticos e econômicos do país. É uma overdose de comentários agressivos, enxurradas de competições de quem sabe mais, de qual político é o mais errado. Parece briga de criança. Chega a ser patético!
O problema é que as questões políticas do Brasil são discutidas e levadas ao mesmo nível que uma partida de futebol, onde cada torcedor defende a bandeira do seu time. Há facções, gangues, grupos que defendem este ou aquele partido por interesses próprios e nunca do coletivo. E parece que o brasileiro, carece de ídolos e deseja ardentemente ter pessoas as quais seguir e venerar. Isto é nítido, no esporte,na música (muitos nem tão talentosos assim, mas alavancados pela mídia.), na dramaturgia (atores, atrizes da mídia de massa, talentos momentâneos), na religião, etc. A questão é que, nos exemplos citados acima, não há problemas, dentro do limite da civilidade. Porém, quando se trata da política, precisamos de mais amadurecimento emocional, usar a razão e tirar de fato o pensamento de Monarquia da cabeça. Não há REIS, NÃO SOMOS SÚDITOS, os políticos são servidores públicos e devem nos prestar satisfação, respeito e consideração. Não é uma via de mão única. Se erram, precisam pagar o erro. Não venham me dizer que um líder de uma empresa que assina papéis sem ler, que não tem o controle do que está acontecendo na mesma, onde funcionários desviam verbas e, ainda alegando desconhecer o fato, fazendo vistas grossas, pode ser considerado competente, responsável e comprometido com a empresa. Que dirás de todo um país! Numa corporação normal, o líder é o responsável por tudo o que acontece na empresa, dizer eu não sabia é no mínimo, assinar a própria sentença de incapacidade e incompetência, passível de demissão por justa causa. Quanto aos demais, de outras bandeiras, o mesmo procedimento tem e DEVE ocorrer. Creio que, em se tratando do dinheiro público, precisamos de mais respeito e satisfação. É uma pena que, quem paga IMPOSTOS junto comigo, em sua maioria, carece da compreensão da importância, do seu papel enquanto cidadão. E deixando ser desrespeitado, maltratado, carecendo do necessário básico para a sobrevivência e ainda assim, aceitando, apoiando e idolatrando tais líderes políticos.Isso é baixa autoestima, comodismo, falta de amor próprio e da consciência dos seus próprios direitos.Lamentável!
Fazendo uma salada de fruta com a música de Lulu Santos, afirmo:
Ainda leva uma cara
Pra gente poder dar risada ( de satisfação e não de acomodação, do tipo ..é assim mesmo, nunca muda! )
Assim caminha a humanidade ( O Brasil)
Com passos de formiga
E sem vontade...

Iracema Correia


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

EXPECTATIVAS QUE MACHUCAM




Existem diversas formas de se decepcionar na vida.
Uma amizade perdida. A confiança quebrada. Um amor mal resolvido. O abandono de um filho. Uma demissão sem aviso prévio. Uma agressão física ou verbal de alguém que você considerava especial.
Não importa qual seja a sua decepção, ela sempre terá como pano de fundo as expectativas criadas em relação a algo ou alguém. Fato.
Temos a péssima mania de depositar nossas expectativas em cima de pessoas que, em alguns casos (muitos deles), não poderão supri-las. Às vezes porque simplesmente não desejam satisfaze-las. Outras, talvez, porque nem ao menos sabiam que elas existiam.
Mas tenho que dizer uma coisa (e repito isso para mim mesma todos os dias), ninguém é obrigado a adivinhar o que esperamos dela ou, ainda mais importante, não há como exigir de alguém um comportamento que ele não está disposto a ter. Cada um oferece aquilo que tem e aquilo que pode. Cabe a você perceber se pode conviver com isso ou não. E não, simplesmente deixe-o ir. Não se maltrate dessa maneira. Você não é obrigada a viver uma vida inteira de decepções. Não mesmo. O outro também não deve carregar esse tipo de peso em suas costas. A felicidade deve estar em você, não no outro. Nunca no outro. Lembre-se sempre disso.
Já parou para pensar em quantas vezes você ficou criando expectativas com relação à atitude de alguém? Nós criamos em nossas mentes fantasiosas a imagem de uma pessoa perfeita (dentro do que acreditamos ser a perfeição) e esperamos que ela o seja, milagrosamente. Isso não é só cruel com a gente, mas com quem recebe esse turbilhão de expectativas também.
O sucesso de qualquer relacionamento é, além do amor e respeito um pelo outro, criar o hábito de não criar expectativas desnecessárias ou, pelo menos, conversar sobre elas para que haja um acordo mútuo.
Criar expectativas faz com que nosso sofrimento seja constante. Primeiro porque ficamos ansiosos, esperando que determinada pessoa aja de acordo com o que planejamos. Depois porque, se isso não ocorre, remoemos por dias a fio a falta de sensibilidade do ser em questão.
Deixe a vida ser um pouco mais leve e seja surpreendida ao invés de decepcionada.
É mil vezes melhor.

Fonte: http://thesecret.tv.br/2015/11/expectativas-que-machucam/

Quando me amei – Carlos Drummond de Andrade




"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é… autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é… respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me deixasse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama… amor -próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a… humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar muito com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é…. saber viver!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.”


Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quem sofre é quem deve tomar providências!



    Assistindo a um programa de TV, muito popular, vi um quadro que, como mulher me incomodou pra caramba. Um marido que acha que trabalhando e “sustentando” a casa, levando a mulher para a feira aos domingos seria o suficiente para dizer e acreditar que ama ela. Enquanto isto, sai três dias nos finais de semana com um amigo solteiro, e volta para casa quando quer. E o pior de tudo, deixava o “amigo” discutir e ofender a mulher e ele como marido, ainda apoiava o “amigo” que de forma cínica, machista, chamava a esposa dele de chata. Lamentável. Não para eles dois, pois a situação era cômoda para ambos. Era confortável para ele, no caso o marido, continuar a vida de solteiro, tendo quatro filhos, uma esposa em casa para cuidar dele e dos filhos é claro. Lamentável para ela, uma mulher que trabalha, independente, dizendo que amava o marido e que a culpa era do amigo, se colocar numa situação onde sofre, mas provavelmente se acomoda em nome de um amor maior do que o do por ela própria. Estranho é ainda ver que situações como estas existem e se repetem, em vários tipos de relacionamento. A mulher que deve criar os filhos, que é a líder na iniciativa de limpar a bagunça que uma equipe inteira fez, e ainda ser bonita, ter disposição para o chefe (marido) para quando ele precisar dos “seus serviços”. Como soa estranho quando estamos de fora de uma situação. Sem discursos machistas ou feministas, porém relacionamentos são construídos por combinados. E mantidos por permissões que damos. Se aceitamos certas situações, elas criarão raízes e depois, não entenderemos o porquê de estarmos envolvidos num emaranhado de problemas sem saída, sufocados sem entender onde estamos. Por vezes é preciso ter coragem para sair do cenário para observarmos a nós mesmos atuando e, tomar certas medidas. É preciso ter coragem para “engatar a marcha ré” em certas situações. “Ré-começar”, juntos ou separados, “Ré-organizar”, “ Ré-iniciar”, não necessariamente nesta ordem, mas engatar esta marcha e “Ré-analisar” onde foi que a coisa toda começou, a origem que desencadeou o problema e no caso, atacar O PROBLEMA e não a pessoa ao nosso lado. Tudo vira hábito e por medo de desagradarmos ao outro, acabamos por ferir nossos sentimentos. Passando por cima da nossa felicidade em troca de uma vida de mentira. Mas para tudo há saída, e sem dúvida alguma, uma boa conversa e uma nova postura, para que não repitamos padrões. Daí não culparemos a má sorte, pelo fato de vivermos relacionamentos infelizes, sempre atraindo as mesmas situações. É preciso acordar enquanto é tempo, relacionamentos amorosos é uma via de mão dupla, quando um não quer, não dá para uma andorinha sozinha fazer verão. É preciso ter coragem para dizer adeus à certas situações que nunca mudarão. É imprescindível ser feliz agora e se amar enquanto é tempo.
   

Sejamos felizes da forma que acharmos mais apropriada para nós, mas... sejamos felizes!

Iracema Correia

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A Leitura do Mundo que precede a Leitura da Palavra






É uma frase muito conhecida no meio pedagógico. Paulo Freire incentivava a necessidade da compreensão do mundo em si a ser aprendido, antes de se “executar” o conteúdo a que se destinava, naquele momento. Bom, por se falar em conteúdo, ocorre muito ainda, a visão fechada de que as partes devem ser aprendidas separadamente, como se o conhecimento pudesse ser colocado em gavetas, abrindo e fechando-se cada uma, quando for necessário. É uma visão de transmissão de conteúdo. Como se o professor, fosse uma enciclopédia ambulante e o aluno, um banco que recebe todo o conhecimento ali depositado pelo professor, o detentor do conhecimento. Daí, surge o nome de Educação Bancária. É uma visão tradicional da Educação e como toda visão, deve ser respeitada, afinal, somos frutos desta Educação Bancária, onde, me foi muito importante, decorar os verbos no tempo, modo, forma nominal e o “diaxo a quatro”. Decorar a tabuada e calcular infinitas expressões numéricas era fantástico para mim. As quatro operações nem se fala. A utilização das linhas para se treinar uma boa caligrafia, ainda considero importante. No fundo, considero importante decorar muita coisa. Principalmente a questão de pela repetição a mente ser conduzida por osmose para onde queremos, formam-se assim os hábitos, que se forem bons, show de bola! Alguns fonoaudiólogos chamam a atenção para nós professores sobre a necessidade de se ficar atento às crianças que sofrem de problemas de discalculia, disgrafia, a exemplo, pois estes, em sua maioria, só aprendem, por repetições, são casos a serem olhados com maior cuidado. No entanto, repetir conteúdos, como se fossem rezas, não fazem muito sentido. Daí a importância de se entender o que está sendo decorado.  Se o foco é  a Aprendizagem, talvez não seja necessária, repetições. Precisamos ensinar nossos alunos a pensar. E para tanto, os conteúdos não devem estar engavetados como se o conhecimento do mundo fosse separado. Uma coisa liga a outra. Como somos seres biopsicossociais, compreendemos o mundo a partir de complexas e subjetivas visões diferentes. É muito comum, vermos alunos, que executam as operações matemáticas com maestria embora não saibam a hora e o momento correto de aplicá-las. Que resolvem as regras de três, as razões e proporções da vida, mas não sabem em que momento solicitado seria ideal realizar tai cálculos. Que leem com a habilidade de um relator, mas não sabem o que estão lendo. Precisamos, muito mais do que transmitir a execução, a forma de fazer tal coisa e sim focar no porquê esta coisa deve ser executada. Como esta coisa está sendo feita. Para que serve. Por este motivo, encontramos até nas Universidades, pessoas com grandes problemas de interpretação. Em sua maioria, oriundos de escolas que valorizam e focam na Educação tradicional, nas partes do conteúdo, sem analisar o todo. Também não encaro a Escola como um mero banco de dados onde os agentes professores transmitem aos agentes alunos, (da mente vazia, como uma folha de papel em branco), os dados pré-estabelecidos de cima, lá das Secretárias de Educação, lá dos Pcn’s da vida, sem nenhuma flexibilidade. Até porque estes agentes “folha de papel em branco” não existem e por sua vez, os detentores do conhecimento, no caso o professor, também não existe. E quem pensar desta forma, cairá por terra a qualquer momento, quando o aluno lhe fizer uma pergunta ao qual o mesmo não terá a resposta. Não somos enciclopédias, somos mediadores e facilitadores. Não vejo a necessidade de exames na escola com o objetivo de pontuar e determinar quem tirou a nota melhor ou maior em escala crescente e decrescente. Vejo a escola como formadora, preparadora para o mundo em constantes mudanças, que respeita o saber prévio dos alunos, que valoriza a aprendizagem, ante notas, exames, decorebas. Que estimula o aluno a saber que existe uma lógica nas tabuadas, na utilização dos verbos (embora, a língua portuguesa agora, está viva até demais e por questões econômicas, resolve mudar tudo aquilo que aprendemos, é complicado!), enfim, compreender a origem das palavras, surgindo daí a necessidade gritante de se utilizar dicionários etimológicos para uma melhor compreensão. E se caso o aluno tiver um rendimento abaixo do esperado, trabalhar posteriormente e imediatamente, um refazer destas avaliações. Para mim, prova e teste não existem e sim, verificações de aprendizagens. Verificamos o que o aluno compreendeu, assimilou e acomodou na mente e, o que não ficou acomodado, desequilibrar novamente até tentar encaixar de novo. Para mim, desta forma a coisa flui, com mais leveza. Aprendendo o mundo, entendendo as palavras simultaneamente, compreendendo os problemas, analisando e apontando soluções viáveis, apresentando inúmeras possibilidades de resoluções. Isto é ter uma visão holística da Educação. Eu tenho.


Iracema Correia

sábado, 21 de novembro de 2015

Não tente mudar ninguém.




Mania esta, de querer mudar o pensamento das pessoas e as suas atitudes! Nem sempre, a pessoa está preparada para vivenciar certas situações. Costumamos dizer: “Ah se fosse eu, se fosse eu naquela situação, já teria resolvido desta ou daquela forma. ” É, se fosse você. Agora troca de papel e observa, se consegui resolver, ótimo, realmente é a prova de que você estava no tempo certo, na situação certa. Bom, trocando em miúdos, quero dizer que não podemos mudar a ninguém. Cometemos alguns erros ao nos relacionarmos afetivamente com alguém, na esperança de que no futuro, aquilo que nos incomoda nela, com o tempo mudará. Triste engano. Não podemos e nem devemos mudar ninguém.  Se nos apaixonarmos por aquele ser, aceitemos todo o seu completo, defeitos, manias, experiências, família e toda uma bagagem junta, que trazemos, tanto emocional quanto fisicamente. A ansiedade nos consumirá, se esperarmos transformar uma pessoa naquilo que projetamos. O estilo da roupa, o linguajar, o corpo, o nariz. Podemos até incentivar que alguém pratique exercícios, coma bem, pare de fumar, mas a decisão é dela. Apenas dela. Se ela não quiser, não poderemos forçar, principalmente um adulto a fazer algo em que a sua mente não decidiu nem compreendeu. Isto vale para todas as decisões na vida. Desde a escolha de um sapato, de um estilo de vida até a uma religião. Forçar alguém a prestar adoração a uma divindade a qual ela não reconhece é um abuso tamanho, violência. Há momentos em que, por desejarmos o bem, queremos tomar a iniciativa para resolver a vida de uma pessoa, mas ela não quer. Simples assim. Há pessoas que não querem mudar, que preferem viver reclamando, é mais cômodo do que enfrentar o novo, ainda que neste comodismo, estejam infelizes. Nada poderemos fazer infelizmente. É seguir nosso caminho em paz, buscando o que for melhor para nós e se caso alguém quiser nos acompanhar que nos dê as mãos, caminhando juntos, sem ninguém forçar ninguém.

Iracema Correia

O meu corpo é MARAVILHOSO!







“ Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos, de que minha alma está bem apercebida. ” (Salmo 139: 14).

Conversando com um amigo, sobre como o nosso corpo está constituído. E juntos, fomos analisando uma entrevista dada por uma pessoa, que se não me engano, era biólogo.  Mais ou menos, assim ele dizia: “ O nosso cérebro, está protegido por uma caixa fechada, no caso o crânio, os demais órgãos principais foram protegidos por uma grade de ossos, no caso as costelas...” Se cortarmos as unhas, elas crescem, o cabelo também, um corte, cicatriza, enfim, as células têm uma capacidade de regeneração incrível. Poderíamos ser mutantes. Mas não somos. Infelizmente, até que se prove o contrário. Temos todos os elementos da terra, dentro de nós, a exemplo do enxofre, fósforo, etc. As articulações de nossas mãos, nos permite realizar tarefas incontáveis, pois, se as mesmas não existissem, teríamos limitações nos movimentos. É uma engenharia perfeita. Na realidade, a natureza é perfeita e tudo que o homem faz de novo, é observando esta natureza, recriando sinteticamente. Por falar nisto, perdemos muito, quando deixamos de repor ao nosso corpo perfeito, os nutrientes necessários à vida saudável. Muita gente adoecendo, acreditando só na cura, através dos medicamentos em forma de drogas, que de fato em sua maioria, são umas drogas mesmos, para cada bem que faz, há milhares de males, registrados, fora os não registrados. Precisamos portanto, lembrar das palavras de Hipócrates “Que teu alimento seja teu remédio e teu remédio seja teu alimento.
O corpo cura por si mesmo. O médico é só um assistente da natureza. (Hipócrates – 460-377 a.C). Mas para isto “todo médico deve começar da natureza, sempre com a mente aberta”
(Paracelso – 1493-1541). É fundamental, cuidarmos do nosso corpo como um todo, dando a ele, toda a riqueza que a natureza nos oferece. Partindo de uma boa alimentação, e com certeza de suplementações, em caso de carências. Afinal, devido a tantas interferências humanas, nosso solo tem ficado pobre, nosso ar poluído. É como diz a Bíblia que infelizmente o homem tem arruinado a Terra. Mas eu acredito num Deus Maravilhoso, que através de suas criações, nos mostra qualidades maravilhosas, típico de um Artista que se encanta com a sua Obra Perfeita. Quanto a nós, cuidemos do nosso corpo, zelando por esta obra prima, dando a ele o sono merecido, o alimento mais saudável que for preciso, protegendo-nos em caso de contatos sexuais íntimos, cultivando a paz interior, entre tantas coisas, emanemos energias positivas. O mundo carece muito delas. E completando, termino com estas palavras sábias e lindas:
“ Mas os teus exercícios, pratica-os diariamente com a seriedade de um ritual e com a inflexibilidade e o zelo de um genuíno artista interessado em produzir uma obra genial. A obra genial és tu mesmo, e o artista também. ” MESTRE UNIVERSAL KUUT HUME

Iracema Correia


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Casa de pai, escola de filho. Escola de professor, casa de aluno.



Quem dirige um automóvel, é responsável pela direção do mesmo. Salvo por problemas técnicos ou falha mecânica, quem conduz o barco, é responsabilizado pelo rumo ali tomado. Tenho pensado nos rumos da Educação e mais precisamente, dos rumos em que a Escola em particular está tomando. Nestes pensamentos, lembro-me de comentários e de  algumas atitudes preconceituosas por parte de certos profissionais da Educação, com relação ao negro, ao homossexual, à religião dos outros, etc. Das atitudes também em relação ao outro colega, que de repente, discorda de algo na escola e sofre consequências por isto. Acredito que a energia que vibra em uma escola, é o resultado dos pensamentos e atitudes da comunidade escolar como um todo. Porém, apesar de todos os envolvidos, há o "piloto, co-piloto", responsáveis pela condução. A Constituição Federal prevê a Gestão Democrática, onde todos da comunidade escolar são convidados a participar de decisões. Se eu enquanto, gestora ou professora, não me reciclar, se eu não buscar conhecimentos e principalmente o autoconhecimento, não perceberei em mim nem nos outros, com os quais trabalho, qualidades aproveitáveis para a Escola, nem defeitos prejudiciais ao meio educacional. Desta forma, a Escola pode virar um "velho-oeste", bang, bang. Sem Leis, sem combinados, onde ninguém se entende. Sentindo isto, os alunos em fase de formação, onde, principalmente,na fase da adolescência buscam um referencial, "respirarão este ar", e os gritos, berros, reclamações dos professores, com relação a indisciplina do aluno, ecoará sem retorno. Só serão um ponto a mais de inflamação na garganta. É por olhar a nós mesmos e tentar entender,que entenderemos o outro. Precisamos modificar a nossa atitude na sala de aula, inovar,conhecer quem é o nosso aluno. O que há por trás daquele comportamento agressivo. Neste caso, entra a tão necessária presença do coordenador pedagógico, como mediador entre professor e aluno. A direção, como setor executivo para a efetivação das mudanças necessárias, desde a forma de como a limpeza deve ser efetuada na escola até o cumprimentar do vigilante na entrada. Tudo é atitude, força de vontade e desejo de mudança. Eu acredito nesta escola,mas se você não acredita, por favor, escolha outra área para atuar, assim todos seremos felizes no que escolhermos para fazer.Trabalhando no que gostamos, não precisaremos trabalhar um dia sequer.

Iracema Correia

Vamos peneirar o que falamos!



Se tu não gosta de preto , de negão, se acha feio o cabelo afro, se se arrupia todo quando vê um gay, uma gorda, um tatuado. Guarda para tu .Para isso Freud ensina que existe o ID impulsivo que não se domina, como se fosse um ser primata, agindo pelos instintos,sem peneira. É para isto que existe o SUPER EGO para controlar as merdas que tu fala, peneira ai gente os comentários agressivos e carregados de ignorância e preconceito, utiliza o EGO e encontra uma alternativa equilibrada, sábia, eficaz e dentro da lei dos homens e mais que tudo da Lei DIVINA, do respeito e amor ao próximo.Será que este povo sabe quem é Freud meu Deus? As vezes sabe, já leu, fala dele, mas nem sabe do que se trata. Então usa a lei Bíblica, SERÁ QUE JÁ OUVIRAM FALAR EM BÍBLIA? Tudo que tu quiseres que os homens vos façam, façais vós em troca. Se tu vê um Gay e apedreja, merece que, como no código de Hamurabi, tu receba uma pedrada na mesma força. Mas tem nada não, a vida dá voltas. Se tu não conhece Lei nenhuma , nem cultua nenhuma divindade que possa te frear,a Lei do Retorno te ensina. Quem PLANTA, COLHE.
IRACEMA CORREIA

domingo, 1 de novembro de 2015

OS 12 DEFEITOS INSUPORTÁVEIS DOS BRASILEIROS



Se me perguntasse qual o melhor país do mundo, sem dúvida, responderia Brasil. A resposta seria a mesma se perguntasse sobre o povo. Os brasileiros são incríveis, além de únicos, pois entre os povos que habitam este planeta, os brasileiros são os mais acolhedores. Entretanto, certos comportamentos, melhor dizendo, características do povo Brasileiro são extremamente irritantes. Talvez sejam resultados de fatos históricos, talvez seja resultado desta cultura tão miscigenada…. Não dá para saber ao certo de onde provém esses defeitos mas é certo que eles estão presentes de norte a sul deste país. 

Não que tais sejam exclusividades brasileiras, apesar de que nas terras tupiniquins pareça muito mais acentuado que em outros lugares. Veja a lista e dê sua opinião:


Obs.: Lembrando que o post fala da maioria dos brasileiros e não está generalizando. Maioria = Número excedente a metade do todo; Grupo preponderante.
Ressalto também que os itens também não estão por ordem de importância e vem escrito em boas palavrinhas abrasileiradas, risos.

 
12. Brasileiro reclama de tudo e não resolve nada
Reclamação vem do latim reclamatione, que designa o ato de “desaprovação manifestada por gritos”, e do verbo reclamare (reclamar) que significa exigir ou reivindicar. Essa, sem sombras de dúvida, é a atitude mais adorada e praticada pelos brasileiros. Nosso povo reclama de tudo! Apesar do abuso desse ato, o problema não está em reclamar: o problema está em apenas reclamar. Não existe o hábito do segundo passo por aqui. A pessoa reclama, xinga muito no Twitter, Facebook, Blog e fica por isso mesmo. A parte mais importante, que seria achar a solução para reclamação, simplesmente é abandonada, transformando a atitude de reclamar em algo totalmente inútil.

11. Brasileiros são um bando de maria-vai-com-as-outras

A explicação para o excesso de reclamação e para a falta de reação já virou estudo aqui no Brasil. O resultado não apresentou nenhuma novidade: O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglésias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenômeno “ignorância pluralista”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.

“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglésias. O problema é que, se ninguém diz nada e consequentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglésias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.


Iglésias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reações das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante coletivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reação das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.


Iglésias dá outro exemplo comum de ignorância pluralista“Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama“difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.


Mesmo quem sofre uma série de prejuízos não abre a boca. É o caso da professora carioca Maria Luzia Boulier, de 58 anos. Ela já comprou uma enciclopédia em que faltava um volume; pagou compras no cartão de crédito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergométrica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste último caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. Não obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou preguiçosa. Sei que na maioria das vezes reclamar não adianta nada”, afirma.


O “não-vai-dar-em-na-da” é um discurso comum entre os “não-reclamantes”. O estudante de Artes Plásticas Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situação pública. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. Já vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. É uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.


A apatia diante de um escândalo público também é frequente no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, o contador brasiliense Honório Bispo saiu às ruas para lutar pelas Diretas Já e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Caso que apenas se concretizou pelo massivo uso da imprensa. Estudiosos acreditam que o Impeachment nunca aconteceria se a mídia não colocasse no ar o ataque massivo ao presidente: 10 das 24 horas de programação das emissoras nas semanas anteriores ao ato divulgavam a ideia das Diretas Já e Impeachment.


O estudo da UnB constatou que a cultura do silêncio” também acontece em outros países. “Portugal, Espanha e parte da Itália são coletivistas como o Brasil”, afirma o psicólogo. Em nações mais individualistas, como em certos países europeus e a vizinha Argentina, o que conta é o que cada um pensa. “As ações são baseadas na auto-referência”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, é comum ver marchas e protestos diários dos moradores. A mídia pode agir como um desencadeador de reclamações, principalmente nas situações de política pública. “Se o cidadão vê na mídia o que ele tem vontade de falar, conclui que não está isolado”, afirma o pesquisador.


O antropólogo Roberto Da Matta diz que não se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto“Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso não pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antropólogo.


O sociólogo Pedro Demo, autor do livro Cidadania Pequena s (ed. Autores Associados), diz que há baixíssimos índices de organização da sociedade civil – decorrentes, em boa parte, dos também baixos índices educacionais. Em seu livro, que tem base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), osociólogo conclui que o brasileiro até se mobiliza em algumas questões, mas não dá continuidade a elas e não vê a importância de se aprofundar. Um exemplo é o racionamento de energia ocorrido há doze anos: rapidamente as pessoas compreenderam a necessidade de economizar. Passada a urgência, não se importaram com as razões que levaram à crise. Para o sociólogo, além de toda a conjuntura atual, há o fator histórico: a colonização portuguesa voltada para a exploração e a independência declarada de cima para baixo, por dom Pedro I, príncipe regente da metrópole. “Historicamente aprendemos a esperar que a decisão venha de fora. Ainda nos falta a noção do bem comum. Acredito que, ao longo do tempo, não tivemos lutas suficientes para formá-la”, diz Demo.


A historiadora e cientista política Isabel Lustosa, autora da biografia Dom Pedro I, um Herói sem Nenhum Caráter (ed. Companhia das Letras), acredita que os brasileiros reclamam mas têm dificuldades de levar adiante esses protestos sob a forma de organizações civis. “Nas filas ou mesas de bar, as pessoas estão falando mal dos políticos. As seções de leitores de jornais e revistas estão repletas de cartas de protesto. Mas existe uma espécie de fadiga em relação aos resultados das reclamações, especialmente no que diz respeito à política.” Segundo Isabel, quem mais sofre com a falta de condições para reclamar é a população de baixa renda. Diante da deterioração dos serviços de educação e saúde, o povo fica sem voz“Esses serviços estão pulverizados. Seus usuários não moram em suas cercanias. A possibilidade de mobilização também se pulveriza”, diz.


Apesar das explicações diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscalização da democracia, é preciso agir individualmente e de acordo com a própria consciência“Isso evita a chamada espiral do silêncio”, diz o pesquisador Iglésias. O primeiro passo para a mudança é abrir a boca.


10. Brasileiro acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria

Oito em cada dez brasileiros tem o assunto do seu diálogo com outrem resumido nesses termos. Quando não está falando de futebol, está falando de sexo ou fofocando ou falando do quanto bebeu no final de semana e vice-versa. Qualquer tema que saia dessa esfera é rejeitado pela maioria, exceto, se o tema for inicio de um reclamação coletiva (do tipo que não vai dar em nada). Não é de estranhar que a definição do Brasil seja “o país do futebol e do carnaval”.

Tanto a filosofia quanto a Psicologia e a Sociologia explicam que essas paixões comprometem o intelecto humano. Tal como um homem apaixonado pela sua amada, o ser apaixonado não pensa, somente age de acordo com suas emoções. Os brasileiros dão provas que essas paixões os transformam em verdadeiros “trouxas”, entre os quais podemos destacar os seguintes fatos decorridos dessa passionalidade:



  • Ronaldinho Gaúcho ganhando medalha Machado de Assis da Academia Brasileira das Letras;
  • Bruna Surfistinha virando best-seller e depois blockbusters;
  • Brigas de torcidas;
  • Brigas anuais nas apurações das campeãs do Carnaval;
  • Pelé sendo reconhecido como um dos maiores brasileiros de todos os tempos pela Times;
  • Pesquisas mostrando que brasileiro gasta mais com cerveja do que com Educação;
  • Xvídeo como o vigésimo segundo site mais acessado do Brasil, perdendo apenas para sites de funções essenciais (como Google e sites de bancos) e para redes sociais.
 
Muito se pergunta se o Brasil poderá suportar seu crescimento diante de pensamento tão rudimentar. Existe uma estimativa construída em cima das pesquisas realizadas pelo IBGE que diz que provavelmente daqui a 5 anos o Brasil venha a atingir índices de países de primeiro mundo em diversas áreas. Porém, como comportar tamanho avanço se a cultura brasileira continua a mesma? É por esse motivo que a entrada de estrangeiros no nosso mercado de trabalho cresce a cada dia. Importar “cabeças-pensantes” é lucrativo para empresas já que aqui as cabeças estão ocupadas com outros pensamentos. Enquanto os gringos buscam soluções para os setores da indústria e da sociedade, nós continuamos com a imaturidade de apoiar nosso micro-universo na preocupação com nossos times de futebol e quantos dias de folga vamos pegar no carnaval. A carência de ambição e a passividade diante do que precisa ser feito converte a maior parte dos brasileiros em cartas fora do baralho do setor industrial quando o assunto exige dedicação e disciplina.

9. Brasileiro gosta da hipocrisia

“Sem as pequeninas hipocrisias mútuas nos tornaríamos intoleráveis uns para os outros”. A frase é atribuída ao filósofo alemão Emanuel Wertheimer, coincidindo com as práticas gerais do mundo até nas grandes hipocrisias, como frequentemente chega ao nosso conhecimento por meio das manchetes diárias. Há milênios condenada pela sociedade, a Hipocrisia se encontra presente, acompanhando o homem desde do seu engatinhar pela superfície terrestre. Sua definição é difícil de lidar e sua complexidade é relevante, já que, em certas situações, o que parece hipocrisia, na verdade não é.

“Impostura, fingimento, simulação, falsidade”. Dessas quatro facetas ligadas à definição da hipocrisia provavelmente a menos conhecida é a impostura, como “artifício para iludir, embuste, vaidade ou presunção extrema”. De qualquer maneira, o que se ressalta aí é a presença da mentira. No caso da hipocrisia, a mentira social por excelência.


O conceito mais comum de hipocrisia, conceito qual iremos adotar aqui para discutir a situação brasileira, seria o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias, devoção, comportamento e sentimentos para alcançar o apreço publico, mesmo sendo o acusador vítima da sua própria crítica. Ou seja, o assassino que condena o homicídio, o funkeiro que critica a música ruim do Latino, o analfabeto que reclama da falta de leitura do povo.


Brasileiro adora uma boa hipocrisia. São tantos os exemplos para provar essa ultima afirmação que até fiquei em dúvida sobre qual deveria escolher. Optei pelo mais conhecido: Brasileiros versus emissoras de TV. Não deve ser novidade para ninguém que o Brasileiro critica e repudia programas de TV os quais assiste. BBB, o maior exemplo de hipocrisia brasileira, mostra a real face desse povo: de um lado, pessoas engajadas, criticando, dizendo para os outros não assistirem o programa. De outro, um dos programas com uma das maiores audiências da era dos “reality shows”. Nem é preciso ser especialista comportamental para saber que alguém está mentindo nessa história, ou precisa? De maneira semelhante temos o Zorra Total, o programa mais odiado pelo público brasileiro e líder de audiência do seu horário. Oras, de onde provém essa controvérsia senão da mentira e falsidade de alguns que condenam diante do olhar alheio mas, no aconchego do seu lar, passa parte do seu tempo livre assistindo esses programas.


Além dessa hipocrisia direta temos a hipocrisia indireta. Assumindo o mesmo exemplo anterior, podemos dizer que é um hipócrita de forma indireta aquele que reclama de quem assiste BBB, alegando que o último é um programa sem caráter cultural, contudo, não perde o jogo de futebol de quarta a noite ou mesmo, faz questão de assinar um canal de TV exclusivo de Futebol. São dois lados de uma mesma moeda.


8. Brasileiro não sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorreto

Quem tem boa memória e passa algumas horas do seu dia na frente do computador deve lembrar do caso do Stand Up do Rafinhas Bastos ano passado. Durante um dos seus shows, Rafinha resolveu utilizar do humor negro extreme nonsense, típico dele, fazendo uma piadinha um tanto sem graça sobre o estuprador fazer um favor à uma feia quando a estupra.

Quando essa notícia se espalhou foi o caos. Todo mundo condenou o humorista. Foi um tal de “esse cara tem que ser preso” para lá e um “que absurdo, é o fim do mundo”para cá.


Algum tempo depois, começou o novo BBB e aconteceu o tal “estupro”. O que você pensa que o povo brasileiro fez? Criticou? Não, pelo contrário, ele brincou com a situação, fazendo piadinhas sobre o ocorrido. O politicamente correto foi esquecido, o que leva ao pensamento que aqui no Brasil parece que ele é de lua, ou vem por estação…. não dá para definir. Em certa hora o brasileiro desaprova, condena, critica tal ato incorreto, em outra, pratica e apoia.


7. Brasileiro tem o pé no extremismo para babaquices

Fanatismo ideológico é o estado psicológico que caracteriza qualquer pessoa como idiota. O Fanático é irracional, inflexível, persistente e teimoso. Sua natureza irregular, baseada em paixões, leva a paranoias e gera preconceitos e agressividade com quem discorda de seus valores e crenças. Nos países árabes, esse estado é bastante comum por causa da religião. Em alguns países europeus, extremismo e fanatismo se misturam na busca de alguns grupos por liberação de certos estados de seus países. Já aqui no Brasil…. bem, aqui é uma coisa inexplicável. Brasileiro adota o fanatismo para as coisas mais idiotas, por exemplo: - Defender partidos políticos ( PT e PSDB é tudo farinha do mesmo saco, mermão!)


  • Defender crenças religiosas (Evangélico conservador que paga dízimo para pastor e se acha no direito de julgar a vida de todo mundo)
  • Brigar por times de futebol (Enquanto você briga, eles recebem um salário gordo e riem da sua cara de otário)
  • Arrumar confusão por causa de celebridades, atores, atrizes, músicos (Família Restart é o cacete da Maria João! Lady Gaga não canta, apenas troca de roupa! Justin Bieber fez sucesso apenas por causa do cabelo! Tarantino é uma farsa! Chorem mimimimi…)
 
Esses são exemplos somente de uma pequena fração de todos os tipos de fanatismos babacas verde e amarelo. Deveria existir um projeto de lei que classificasse as pessoas por grau de idiotice fanática. Quem fosse reprovado deveria ser jogado, de imediato para evitar a contaminação aos demais, na Ilha de Queimada Grande para servir de alimento para as cobras do local.

6. Brasileiro não admite a própria culpa

“A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser” uma das famosas frases deHomer Simpson faz total sentido nessa república. Segundo International Stress Management Association – em pesquisa com mais de com 1000 profissionais –praticamente metade dos brasileiros analisados (47%) apresentam um comportamento agressivo quando algo dá errado e tende a negar a participação no erro. Percentual altíssimo se comparado aos países orientais e alguns europeus, os quais não ultrapassam os 14%.

Já faz parte da nossa cultura colocar a culpa nos outros. Não unicamente no trabalho mas em tudo que estamos envolvidos. O Brasil não funciona é culpa dos políticos e não nossa e do nosso voto e apatia frente a tanta corrupção. Enchentes ocorrem por causa do acumulo de lixo nos bueiros e a culpa é do El nino. Para tudo há sempre um bode expiatório.


Um exemplo clássico disso é a falta de leitura dos brasileiros atribuída aos preços dos livros. O Brasileiro consumiu a média 120 litros de cerveja por habitante em 2010. A estimativa é que ultrapasse a marca de 15 bilhões de litro de cerveja em 2012 segundo a Sindicerv. Acredita-se que o gasto do brasileiro de classe C2 a B2 seja de R$ 360 reais anuais. O estudo da CBL (Câmara Brasileira dos Livros) mostra que o brasileiro lê em média 1,8 livros/ano e os livros mais comprados no nosso mercado tem preço em torno de 35 reais. Desse modo, assumindo todos esses fatos, fica claro que a falta de leitura do brasileiro vem pela ausência de vontade. Oras, comprar R$ 360 reais de cerveja pode mas gastar R$ 35 reais com um livro é muito caro? Eita “paísinho”….


5. Brasileiro não sabe resolver um problema de cada vez

Eis que existe um problema que incomoda muita gente e que ninguém nunca mexeu um dedo para solucionar. Certo dia, um brasileiro resolve sair do seu estado apático e coloca a mão na massa. Consegue um percentual razoável de apoio para sua ideia e ela começa a evoluir até que se torna popular. Nesse momento, o outro lado dos brasileiros apresenta-se: o de querer resolver tudo de uma vez só.

Você apresenta uma proposta para reduzir os impostos da importação de produtos e aparece sujeito dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo diminuir os impostos, políticos roubam verbas em Brasília”Você apresenta uma proposta para acabar com a violência nos desportos e aparece um brasileiro dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo cessar a violência nos desportos, faltam medicamentos nas farmácias populares”PORRA! Mas que diabos esse sujeito estava fazendo que não tomou a iniciativa para resolver esses problemas…. ficou esperando alguém tomar a iniciativa para resolver outro problema que não tem nada a ver com aquele que ele exalta para ficar reclamando. E assim, ninguém nunca resolve nada! Achar que tudo pode ser resolvido de uma só vez é um pensamento de babaca que leva ao fracasso. Se você acha que tal problema não é prioridade, faça a sua campanha para resolver o problema que você considera principal e não fique criticando quem está tentando melhorar o nosso país.


4. Brasileiro acha que os EUA é o melhor em tudo

Você deve conhecer algum brasileiro que foi para os EUA e voltou para a nossa amada terra parecendo um robozinho defensor do Tio Sam, ou não? Eu conheço muitos. Sujeito vai para o exterior, principalmente para os EUA, e volta desdenhando tudo.

Esse hábito é de visitar o exterior e adotar o lado do extremo-negativo quando volta é típico de brasileiro. Comparações que, por muitas vezes, não fazem qualquer sentido, como as reclamações por não haver aqui um fast-food em cada esquina.


O que brasileiro tem que compreender é que cada país é um país. São culturas diferentes, são histórias diferentes, são povos diferentes. Você adotar o que há de positivo lá fora e implantar aqui é ótimo. Ruim é você ver o que há de positivo lá fora para ficar desdenhando o que há de simples por essas bandas.


3. Brasileiro é o câncer da Internet

A raça mais odiada da Internet tem nome: Brasileiros. Não é questão de xenofobia, o repúdio dos brasileiros por outros povos na Internet é pela total falta de postura e ética nossa no meio virtual. O comportamento baderneiro incomoda muitos povos, por isso que os brasileiros tem seu acesso restrito em diversos MMORPG, fóruns, sites, redes sociais, entre outros. Somos o povo mais irritante e troll da Internet.

O Orkut e Facebook são exemplos disso. Quando o Orkut era febre nos outros países, tudo era muito organizado, até que os brasileiros colocaram os pés nas terras googleanas. Foi um deus nos acuda, tamanha a bagunça que a rede virou. As comunidades de idioma inglês foram invadidas pelos brasileiros que começavam a falar em português no meio de debates em inglês. Os gringos irritados com tanta bagunça mudaram para o Facebook. E assim foi até que os brasileiros migraram para o Facebook e o abrasileiraram ( leia-se Orkutizaram). O reflexo dessa mudança canarinho já foi demonstrado na última pesquisa de ingresso e saída da empresa que mostram a migração dos gringos para redes sociais alternativas. A invasão brasileira acabou se tornando ameaças para essas empresas da web por representarem grandes baixas nos países onde a empresa já possui determinado sucesso, levando a mesma proibir a nossa entrada com o intuito de manter o negócio.


Brasileiro enche essas redes de spam, de gifs que brilham, de páginas de humor, de páginas de putaria… compartilham qualquer coisa a qualquer tempo. Embora não exista nenhum Código de Ética para Internet, o bom senso deve estar sempre presente. Assim, compartilhar no Facebook, por exemplo, a foto de um gato esquartejado ou algo do gênero não é legal, todo mundo sabe disso, exceto a massa brasileira.


De modo parecido os brasileiros invadem os MMORPG’s. Em semanas eles destroem com os servers. Talvez devido a nossa natureza corrupta, corrompemos tudo que tocamos. E daí surge os BOTS, hacks, chats e tantos outros mecanismos para obter vantagens sobre os outros que nós inventamos e que fazem os jogos perderem toda a graça.

Espero que com o tempo nós percebamos o quanto somos inconvenientes e irritantes, adquirindo uma postura mais sensata antes que sejamos expulso de tudo que é canto da web.

2. Brasileiro não sabe a própria Língua
A Educação no Brasil é lastimável, isso não é segredo para ninguém. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que para 2.773 entrevistados (27,3%), que avaliaram nosso sistema educacional, não houve mudanças na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou. Já o IBGE mostrou no seu estudo de 2011 que apenas 11% dos brasileiros conseguiram concluir o ensino superior (percentual baixo se analisarmos outros países, tais comoRússia (54%) , Cuba (92%)Chile (24%)).

Apesar dos pesares, com toda essa estrutura educacional precária, ainda é inexplicável o domínio débil do brasileiro sobre a sua língua. Não estou me referindo ao domínio completo – compreendendo todas aquelas regras exageradas e chatas -, estou dizendo do “basicão”.

Você leitor deve estar pensando que isso é resultado da falta de investimento do governo, ou não? Logicamente, essa é uma das possíveis causas, contudo, não é a única. Existem outras causas para explicar as anomalias do nosso sistema educacional, como a pesquisa feita por uma das principais empresas de contratos de estágio do país, que constatou no primeiro semestre de 2011 que nem mesmo os graduando de jornalismo dominam a língua. Através de um ditado de 30 palavras, a empresa verificou que o índice de erro ficou na média 1/3 das palavras.

Esse defeito pode ser verificado em todas as áreas, desde das melhores escolas particulares até mesmo no próprio Sistema Judiciário.

Percebeu leitor? Estamos falando do topo da escala financeira e não um bando de pobre coitado que não tem aonde cair morto. Os grandes nomes da Língua Portuguesa do país, como o autor do livro “Preconceito Linguístico” Marcos Bagno,afirmam que a explicação para esses acontecimentos é mais simples do que parece:

  • o completo desinteresse do povo por sua Língua devido a dificuldade que a mesma apresenta; a ausência do hábito da leitura. Por esse e outros motivos, nesse país, a Língua virou arma de manipulação e fator gerador de preconceito.

1. Brasileiro adora dar reconhecimento para quem não merece
Quantas vezes você viu uma homenagem para o Carlos Chagas no horário nobre da TV? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas” por Pelé e mentalize a resposta. No Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juízes, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros, que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo.

Já quem não faz nada pela sociedade, como atletas – principalmente jogadores de futebol –, artistas, atores, músicos, mulheres de bundas grandes e perfeitas, entre outros que exercem uma “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum, somente beneficiando aos próprios, além de receber salários altíssimos, são ovacionados pelo público.

Esse hábito não é exclusivamente brasileiro, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura americana, se comportam dessa maneira. Esse culto as celebridades e o total descaso com quem realmente faz acaba gerando a insatisfação da maior parte das pessoas cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Como as pessoas com considerável grau intelectual são minorias, tal comportamento se espalha feito vírus, recebendo o apoio das mídias. Cabe a você e eu, que temos consciência desse tumor, espalhar nossa ideologia e derrubar essa idolatria e admiração aos falsos feitores originada da ignorância humana.

Deixe seu comentário sobre o texto. Porém peço que faça diferente: ao invés de reclamar e falar sobre outros possíveis defeitos dos brasileiros, indique a solução para esses.



Fonte: Ahduvido.com.br



COMPLEMENTANDO O TEXTO, 
RECEBI DE UMA AMIGA PELO FACEBOOK:

Uma lista feita por estrangeiros aponta defeitos dos brasileiros e do Brasil. Logo, a lista circulou e foi criado uma espécie de fórum gringo incorporando mais itens que os gringos odeiam no país.
Finalmente, um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos, voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil.
Resumindo, toda essa atividade de apontar defeitos e falar mal do Brasil gerou essa lista:
1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me”, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.
2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.
3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.
4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.
5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.
6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.
7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.
8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.
9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.
10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.
11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.
12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.
14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.
15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.
16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.
17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.
18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.
19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.
20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.
O fórum gringo adicionou estas outras críticas:
21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.
22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.
23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .
24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.
25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a plástico queimado.
26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.
27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas, dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.
28. Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.
29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.
30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.
31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.
32. As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas. No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz de mover qualquer coisa, além da sua cabeça.
33 . O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia, São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo. (New York é a 32ª).
34. A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais ” virís ” por sairem com várias mulheres .
35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.
36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.
37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.
38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.
39. Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público é inconveniente, caro e desconfortável para andar. Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna impossível você andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.
40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.
FONTES: jornalistas H. Aleluia e Wilson Ibiapina
Do Blogger: http://robertacarrilho-div.blogspot.com.br/2015/10/os-12-defeitos-insuportaveis-dos.html 

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