sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo? Novo mesmo? Hummmm..




Sem querer ser a diferentona, aquela pessoa do contra ou que nada acredita e, deveras, ao mesmo tempo sendo um cadinho ou quem sabe um tantão. Nunca tive o hábito de comemorar ano novo, Natal, aniversário....etc, seguindo esta linha por aí. Por questões de criação religiosa e pesquisas, sempre encontrava no fundo destas tradições, uma adoração à algum tipo de deidade e sendo até então cristã, não fazia sentido este ecumenismo pois, segundo a religião, estaríamos prestando adoração à outros deuses, sendo que  apenas haveria um único verdadeiro criador do Universo a quem deve única e exclusivamente toda adoração. Por certo, foram anos dentro de uma bolha. Nunca me senti aflita ou desejosa de participar de tais comemorações haja vista que as mesmas não faziam sentido para mim. E mais ainda é perceber que as pessoas que tanto persistem nestas comemorações, sequer têm a noção da mensagem que as mesmas querem passar.Mensagem seria na minha visão, o cerne de tudo. Qual a razão de tantas comemorações? Que necessidade as pessoas tiveram para reservar dias para a mudança disto ou daquilo? Sabemos que ano novo é apenas um dia para o outro. O que muda no cosmos? O que muda na minha vida? Que energia é esta tão forte que influencia até na cor da roupa que usamos? Será mesmo? Historicamente, sabe-se que povos antigos, festejavam as datas das colheitas, adoravam o deus Sol, como é o caso da origem do Natal, relembrava em festejos a libertação do período de escravidão, como era o caso da Páscoa original comemorada pelos Israelitas, etc.. Eram sinais e momentos de reflexões. REFLEXÕES, RE...
Será? Quando ouço músicas de pagode a um nível elevado de decibéis e as pessoas gritando porque o som não lhes permite serem ouvidas, eu me pergunto: como se processam essas comemorações e onde está então o novo? Para a política sim, entrada de um novo prefeito, novo reajuste salarial, novas perspectivas para a Economia em caso de mudança de presidente também, entre outras questões. Digo na questão do Eu, o que muda? Nada, nada muda. Sei que cada pessoa tem o seu ano pessoal e que sim, na data do seu aniversário passam-se ciclos onde se cada um permitir, o novo ciclo poderá de fato ser considerado novo.Para tanto, há a necessidade de Reflexões..RE, dar a marcha ré não no sentido de viver pro passado mas olhar para ele com flexão, flexionar as atitudes, amolecer o que precisa ser amolecido e enrijecer o que precisa ser enrijecido, caso contrário, viveremos na ânsia de novos tempos que NUNCA chegarão. Sejamos esta mudança que tanto desejamos. Mudemos o nosso proceder sempre refletindo cada ato e deixando um legado de sabedoria e paz para as próximas gerações.  Feliz Metamorfose!

Iracema Correia



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Dezembro e o amor.



Ele teve seu prestígio, mas acabou sendo trocado pela paixão instantânea e pelo sexo ocasional. Estou falando do amor, lembra dele? Pois é, já viveu melhores dias. Nessa era dos entusiasmos superficiais, ficou cafona falar de amor. Casais agora se unem por desejo, oportunidade ou conveniência. Todos querem se apaixonar amanhã e somar mais um nome ao seu currículo pessoal de aventuras, mas cultivar um amor para sempre? Cruzes. O amor, para os desencantados do século 21, deixou de ser fotogênico e inspirador. Já deu os versos que tinha que dar. Quem teria paciência e tempo, hoje, para se dedicar a uma só pessoa? O amor faz sofrer e, além disso, não rende uma boa história para repartir com os amigos, não vira matéria de Segundo Caderno, foi barrado das redes sociais.

O amor segue valorizado, apenas, no cinema e nos livros. A arte ainda investiga esse sentimento que teima em não ser da forma que o idealizamos. O amor quase sempre se apresenta como difícil, seja por diferenças raciais, sociais e de idade, ou porque um dos amantes é casado, ou por ser vivido à distância, ou ainda porque as famílias não aprovam a união, no melhor estilo Capuleto e Montecchio (só que em vez de os pais encrencarem, agora quem encrencam são os filhos do primeiro casamento).

Ainda assim, eu arriscaria dizer que nada é mais poderoso do que o que a gente sente. Nada. Nem mesmo o que a gente pensa.

O amor é bem mais exigente do que a paixão efêmera: ele pressupõe a construção de duas vidas a partir de uma simples troca de olhares, que é como tudo geralmente começa. Enquanto a paixão se esgota em si mesma e não está interessada no amanhã, o amor é ambicioso, se pretende eterno, e para pavimentar esta eternidade não mede esforços. É uma loucura disfarçada de sanidade.

Não fosse uma loucura, o amor não seria o que é: lírico e profundo, rebelde e transformador. Amar é a transgressão maior. É quando rompemos com a nossa solidão para inaugurar uma vida compartilhada e, portanto, inédita.

Só mesmo a loucura inclassificável do amor para fazer as pessoas criarem trigêmeos, trocarem de sobrenome, dividirem o mesmo banheiro, relacionarem-se com os parentes do outro e achar tudo isso normal e inebriante.

Mesmo desprestigiado, devemos muito a ele. “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.” São Paulo, primeira epístola dos coríntios, cap. 13, v 1-7. Eis um pouquinho de reflexão neste mês natalino, em que o amor sai do limbo, ganha novo fôlego e avisa que ainda está vivo. Seu aparente descrédito é consequência da pressa de viver, da urgência dos dias, da necessidade de se “aproveitar” cada instante, como se amar fosse um impedimento para o prazer. Francamente, o que se aproveita, de fato, quando não se sente coisa alguma? A resposta é: coisa alguma.

https://www.facebook.com/CronicasDeMarthaMedeiros


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

COPIEI, COLEI, ME IDENTIFIQUEI E AMEI.



"Disseram pra ele que as coisas deveriam ser exatamente do jeitinho que são e ponto final. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele que trabalhar era algo abominável, um mal necessário e um castigo. Disseram que existiriam dias intermináveis que o tempo pareceria nunca passar para que enfim terminasse o martírio de mais um expediente de trabalho. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele que o diploma era algo tão importante que ele deveria, a qualquer custo, ainda que sem projeto, propósito ou vocação, vagar por qualquer faculdade, não importasse em qual curso, para deixar a sua família muito orgulhosa. Além disso, disseram pra ele que as festinhas regadas a bastante bebida e drogas o tornariam parte de uma elite intelectual e descolada de nosso País careta e analfabeto, pois um diploma pendurado na parede seria um grande diferencial, necessário e suficiente para o seu sucesso. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele que empreender e correr riscos era algo abominável, que um emprego com estabilidade era o bicho e que todos que acreditassem ser possível construir um projeto grandioso seriam considerados sonhadores alienados, bitolados, pobres coitados, dignos de pena e alvos de muitas gargalhadas em rodas de amigos. Eles garantiram a ele que esses sonhadores desajustados sempre acabariam explorados pelo sistema inescrupuloso e insaciável. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Eles também disseram pra ele que horário de trabalho que se preze seria no máximo de 9:00h`as 18:00h, mas que de preferência que fossem em meio expediente, de segunda a sexta, porque o domingo era dia de assistir programas de auditório na TV, dia de lavar, com o som tocando bem alto, minuciosamente o carro pago em 60 prestações pra depois seguir para a um churrasco na laje e, ao final do dia, começar a se lamentar nas redes sociais porque a segunda feira já está chegando. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele que a casa própria, paga em 30 anos, financiada por um banco do governo, era sinal de status e segurança, ainda que no final fossem pagos mais de 3 vezes o valor de uma casa e que isso acabasse lhe prendendo a uma cidade, tirando-lhe a mobilidade de aceitar um desafio profissional ou negócios em outro Estado ou País. Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele que quem nasce pobre morre pobre, que existiam cartas marcadas, que SOMENTE prosperava quem se envolvesse em algo ilícito ou quem ganhasse na Mega Sena. Disseram que quem não tivesse capital, morreria com suas idéias debaixo do braço e que NADA poderia ser feito para mudar esta situação. Também disseram pra ele que, na dúvida, seria melhor seguir o fluxo, para que no mínimo, esta prerrogativa pudesse ser usada como um bom consolo e justificativa para sua frustração no futuro. Disseram também para ele, em todas as rádios e programas de TV, que a melhor filosofia de vida seria a do "Deixa a vida me levar..."
Ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Disseram pra ele muitas outras coisas, como "mais vale o certo do que o duvidoso", que rico é tudo safado, que pobreza é uma virtude, que o Brasil é um país que não tem jeito, que o valor do jovem é muito pequeno por não ter experiência. Disseram pra ele de forma enfática: as coisas são desse jeitinho há séculos, ponto final e não se discute mais. Infelizmente ele acreditou, não questionou e apenas seguiu a boiada.
Só não disseram pra ele que sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. Também não disseram pra ele que não questionando e apenas seguindo a boiada, ele vai passar pela vida realizando muito pouco, apenas como um a mais numa imensa multidão de descontentes. Também esqueceram de dizer pra ele que o seu valor era enorme e que, independentemente de sua origem social, raça ou orientação sexual, ele poderia transformar a sua realidade e mudar o mundo e influenciar a todos ao seu redor.
Esconderam dele que, apesar da crise econômica, há várias pessoas vencendo no Brasil que começaram do zero e romperam enormes barreiras sociais e mudaram o destino de seus sobrenomes.
Esqueceram de dizer pra ele que a maioria dos que ganham na loteria empobrece poucos anos mais tarde, que a MÉDIA salarial de um jogador de futebol é menor do que a média de um professor, que as subcelebridades dos reality shows têm uma efêmera fama que é muito diferente de sucesso e que logo caem no ostracismo e que devemos escolher melhor os nossos referenciais a serem seguidos.
Que pena que não disseram tudo isso pra ele. Por isso, ele terminou sua vida enterrado num cemitério juntamente com todos os seus projetos, sem ter desfrutado da conquista de todos eles com a sua família e sem ter deixado legado algum para as próximas gerações.
Um grande desperdício..."

Flávio Augusto do "Geração de valor"

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Não erramos quando amamos.




O destino deste amor é que tem que ser melhor direcionado. Somos o que podemos ser. Cada um só dá o que tem.
Recentemente li uma citação onde a autora descreve as mulheres como seres românticos que amam. Que interpretam um olhar de tesão como amor. Um gesto de atenção como amor, que vivemos eternamente a espera do Príncipe Encantado. Uma mulher subitamente comentou que isso era a herança de uma sociedade patriarcal, onde acreditamos e esperamos este amor e que precisaríamos desconstruir isto. Porque devo eu desconstruir-me? O que seria então este Príncipe Encantado? Nas versões modernas das princesas, são homens apoiando mulheres fortes, guerreiras que lutam pelos seus ideais mas que não perdem a delicadeza de ser feminina. O problema é quando, por cegueira auto imposta, confundimos o cavalheiro com o cavalo. E mesmo recebendo coices e pontapés, continuamos na luta insensata de querer transformar o “bicho  irracional “ num ser encantado.  Não erramos em amar e sonhar com um companheiro amoroso, carinhoso, atencioso e compreensivo. Erramos sim, ao destinar este amor para quem não nos corresponde. Mas precisamos saber o que queremos. A pergunta é : o que quero então para mim? Cada um sabe a sua resposta. Só não nos demos fáceis demais “ para quem não parece capaz de cuidar do que possui.” Há de haver em algum lugar alguém que se encaixe com a sua forma de amar.

Iracema Correia

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Modo TURBO BÉLICO!




" A gente só vê inimigo quando a gente já quer brigar. Quando a gente não quer brigar, não vê inimigo em ninguém. Sabe que tudo se dá um jeito. Só encrenqueiro vê inimigo.Nunca te ocorreu porque algumas pessoas entram na sua vida ? É uma questão de afinidade. Sentou no banco da encrenca, trouxe encrenqueiro. Só tem inimigo para guerreiro. Quem não vem para guerrilhar, não tá no banco da marra, não faz da guerra a estratégia. Quem veio para vencer, dá um jeito em tudo sem guerra."

Calunga por Gasparetto.

Essa frase bem como o termo “modo bélico “ utilizado pelo coaching Arly Cravo e também Gisela Valin a quem eu copiei este texto do mural de sua página no Facebook , me fizeram relembrar tantas coisas. Principalmente a intenção do coração das pessoas. Uma sociedade pronta pra guerrear! Sociedade esta com atitudes díspares. Ora deseja o seu mal ora dá a vida pra salvar a do seu próximo.  Nitidamente perdida, assustada. Esse modo” Turbo Bélico “ é notado no trânsito, no local de trabalho, nas rodas de conversas, nos relacionamentos. Uma competição desenfreada para PROVAR sei lá o quê. Para mostrar quem é que “manda “ no relacionamento afetivo. Quem se importa mais que o outro? Quem pergunta primeiro como o outro está. Neste caso o primeiro leva desvantagem, numa visão bélica, pois mostra a sua fragilidade em relação ao outro. Mostra, mostra, mostra. Sempre MOSTRAR. Precisamos experimentar outras AMOSTRAS de afeto, carinho, cooperação. Não mostrar por mostrar, antes sentir lá dentro da alma a importância de ser. De ser afetuoso, gentil, generoso, amoroso, educado. Não se sentindo assim um derrotado porque aparentemente se fragilizou diante de algum sentimento. O que importa é a verdade que carregamos. E essa verdade se revelará a qualquer momento, mesmo que queiramos colocar a armadura de guerra. Querer estar sempre certo, ter a última palavra, não ceder lugar ao outro por puro orgulho é criar um clima doentio. O que ganharemos com isso? Estresse, tristezas, aborrecimentos! As pessoas só são o que têm. Se cultivarmos princípios mais nobres do que a competição, teremos paz de espírito e nos cercaremos dos nossos iguais.

Prosperidade à todos!
Iracema Correia

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Luz na passarela e lá vem elas!!!!





Essa música foi uma espécie de entrada triunfante da então nova loira do grupo É o Tchan, a Sheila Melo. Muito apropriada pois a mesma irradia luz não só por ser bela mas por ser nativa do signo zodiacal regido pelo Sol, o Astro Rei. Ora pois, cá estou eu para falar da minha descoberta tardia com relação a Astrologia. Até meus trinta e cinco anos, nunca sabia, nem ligava para este lance de signo. Fui despertada à curiosidade epistemológica. Sim, uma curiosidade com objetivos de encontrar o cerne da coisa e não apenas o superficial. Fiquei surpresa e feliz ao me ver ali descrita.Com algumas observações um tanto que exageradas a respeito dos leoninos, em muitas literaturas "pseudosérias", procurei compreender de fato melhor as características do mesmo. Pois parto do princípio de que o autoconhecimento é a raiz de todas as respostas para decisões importantes da vida. E conhecer nosso signo solar é sem dúvida alguma a chave mestra. Descobri o meu decanato e planeta regente o que mo meu caso, não é um planeta e sim o Astro Rei. Embora os leoninos do segundo e terceiro decanato tenham similaridades comigo, os seus respectivos planetas regentes dão um toque a mais que diferenciam entre sí. Pois os segundo decanato tem regência em Sagitário regido por Júpiter e o terceiro decanato regido por áries que é regido por Marte ( Deus da Guerra) : D . Enfim, meu signo é do elemento fogo e fixo. Muita determinação, generosidade. Amamos a honra, a palavra, o respeito. Quando amamos somos inteiro. Mas quando desprezados ou humilhados, sabemos ser pedra de gelo. E normalmente como a palavra de um rei ( reis do Zodíaco), não costumamos voltar atrás uma vez tomada a decisão realmente . Cada leonino difere um do outro em diversos aspectos. Afinal o mapa astral é quem dirá de fato, quem somos por inteiro. Tenho ar no meu ascendente. Meu oposto. Dualidade completa entre como me mostro e como sou. Parabéns para mim por ter o privilégio de ter nascido entre 22 de Julho e 22 de agosto. Sabendo que estas datas variam de acordo a cada ano. Conheço leoninos do dia 23 de agosto por exemplo. Só o mapa astral dirá. No meu caso, não nasci em cuspide( saída de um signo e entrada d'outro) sou leonina nata regida pelo Sol. E quão bem me sinto por isto. Agora é só pegar o melhor de tudo isso e brilhar mais ainda. A lá Jennifer Lopez, Demi Lovato, Beatriz Segal, Glória Pires, Daniela Mercury, Sandra Bullock....e luz na passarela que lá vem elas. Poderosas!!!

Iracema Correia

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Entojada de gente ciumenta.



Me desculpe quem é ciumento. Mas não tenho a menor paciência pra crises de ciúmes. Homem ou mulher . Amizade ou relação entre casais, etc. Penso que quando conhecemos o nosso valor, não nos abalaremos tanto com qualquer comentário ou qualquer coisa. Não digo em casos gritantes, mas se isso ocorrer já é uma prova de que o outro não me merece. Quando adolescente, é normal a insegurança. Mas vindo de pessoas supostamente maduras, chega me causa náuseas. O outro é um objeto por acaso seu para LHE PERTENCER??? De forma que não possa conversar com ninguém? Ou olhar? Será que você também não olha para outra pessoa? Penso que ciúmes é uma forma de julgar os outros pela nossa personalidade. É por isso que muita gente tem dificuldades de começar uma relação, pois antes até mesmo de firmar um compromisso, já está tendo crises convulsivas de posse sobre o outro. E o pior de tudo NÃO ASSUME. Isso não é nada bonito nem saudável.Deus me defenda de gente ciumenta perto de mim! Só tenho ciúmes do que me pertence por direito. Meu salário ganho, meus bens adquiridos com esforço, porque cuido e não gosto que ninguém destrua. Quem me conhece bem sabe muito do que tô falando.Quem quiser vir comigo que me dê a mão,  se não, escolha os seus iguais, simples assim. Ciúme é doença e em casos graves,  desvio de caráter mesmo,que precisa ser tratado com autoconhecimento. Entojada com gente ciumenta. 😣😣😣😣Iracema Correiama Correia

sábado, 25 de junho de 2016

Cara de Madeira





Eu sempre defendi a bandeira da sinceridade. Acredito que ela simplifica de forma extraordinária a nossa existência. Quando somos honestos em nossos relacionamentos tudo flui melhor.  Assim ninguém precisa ficar com medo de amar ou gastar horas analisando todas as possibilidades ou ainda tentar a façanha de adivinhar os pensamentos alheios. Fico imaginando a infinidade de carreiras finalizadas, em amores renunciados e pessoas infelizes porque não tomaram posse da verdade consigo e com o próximo.  Parece tão simples e salutar!  Por que ainda insistem em fugir da praticidade? Então eu cresci o suficiente para entender que TUDO  nesta vida tem preços e que a  conveniência e o conforto estão na tendência contemporânea. Ser sincero custa caro,  é arriscado e ainda exige bom senso. Tem um preço. Por levantar esta bandeira meus braços não se cansaram, contudo quebrar a cara tem sido tão natural quanto a luz do dia. Há  vezes que eu penso,  desta vez nem super bonder resolve. (risos). Meu caro,  a mim é preferível sofrer por algo real,  e não por martírio e arrependimento.  Do que me adianta o orgulho envelhecido com a coleção de " e se "?! Isso deixa a consciência tão fedida como mofo. Talvez quando eu for velha minha cara estará mais remendada que aquela xícara preferida. No entanto  terei uma certeza,  nunca deixei amores perdidos pelo caminho. Gosto da verdade não porque é o caminho mais fácil,  mas porque é o mais justo. Então aquela senhora será  quem ela sempre foi.  Afinal ela nunca foi do tipo que coleciona máscaras e " e se... "

Fonte: http://3peregrinas.blogspot.com.br/2014/08/minha-cara-de-madeira.html?m=1

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Honestidade...por onde andas?




Honestidade...por onde andas?

Por vezes percebo como é comum a confusão entre honestidade e sinceridade e em como estas caminham numa linha tênue com a grosseria. Não vejo a necessidade de expormos nossas opiniões sobre a vida de alguém, principalmente quando não somos solicitados. Haja vista que uma opinião ainda que sincera, não deixa de ser o seu modo particular e subjetivo sobre a vida em geral. Qualquer tentativa de impor isso a alguém não deixa de ser uma violência. Pois invade a privacidade alheia, sua fé,  costumes, etc. para impor o que você pensa sobre o assunto em questão. Seria bom que a sinceridade de fato viesse aliada com a honestidade . E com ela toda a integridade moral e ética. Encoberto com uma verdade de caráter, com filtro para a grosseria não passar. Apenas o que somos e o que sentimos de fato. Sem maquiagem, sem deixar dúvidas ou algo subtendido. Uma elegância de caráter e postura de quem pensa e age de forma coerente. Honesta, mais precisamente, consigo.

Iracema Correia
Juro solenemente que direi a verdade....nada mais que a verdade. Hum!!


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Você pode ser feliz e nem sabe.


E acredite... muitos ainda não tiveram esta felicidade e talvez nunca a terão.
Quantas reclamações porque algo não deu certo. Quantas incertezas, dúvidas e reclamações diante de situações que deveríamos estar agradecidos. Enquanto uns reclamam porque o namorado não deu o presente da forma bem escondida e surpreendente como esperava, a outra pessoa só queria ter um namorado que lembrasse o quanto ela é importante pra ele e que quer lhe agradar, lhe ver feliz. Outras sendo assediadas por vários homens lhe prometendo o céu e presenteando-as, confusas, pedindo a Deus discernimento enquanto alguém só desejaria ter  quem a amasse e lhe fosse companheiro pelo resto da vida. Já outros lamentam que ouvir o forró faz lembrar o pai falecido, que dançava muito com ele e que esta época junina é muito difícil encarar as lembranças. Quem nunca teve um pai presente e não sabe o que é ter um olha para o passado e não tem motivo pra sorrir. Porque desconhece o amor paterno. Mas ainda assim agradece a Deus por não ter crescido num ambiente de abuso sexual por parte de pais e padrastos pedofilos. Não gosto de ver a vida com um olhar pequeno. Pois coisas boas têm que ser o normal da vida. As ruins são as anormais.Mas,diante de tantas faltas e carências que muitas pessoas aqui sofrem. Talvez outras não se dêem conta de como estão reclamando de barriga cheia e deixando de apreciar e viver os melhores momentos da vida exigindo a perfeição de tudo. É bom desejar o melhor. Mostrar-se grato torna o dia a dia mais leve. E para quem vive de esperança e nunca conheceu o amor de verdade, levanta as mãos aos céus e agradece a Deus ou a quem quiser por nos ter criado, pois com certeza pra um propósito nós temos. Acomodar o coração e viver um dia de cada vez. Agradecendo a capacidade de poder ter ouvidos para ouvir, boca para sorrir, dentes para mostrar a cada piada que certamente ouvir. Nem todos na vida consegue ter tudo mas podem fazer do que tem o seu tudo.

Iracema Correia

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Posso até ouvir seus conselhos...seguir é uma escolha minha.



O autoritarismo, a posse, o controle é quando queremos também impor às outras pessoas nossas vontades. Não adianta se posicionar como conselheiros sem ser solicitado. E ainda assim,  se solicitado, saber respeitar o limite ,evitando ser invasivo. Me sinto invadida quando querem ensinar como devo alimentar a minha filha, criá-la, arrumá-la. Se como muito ou devo deixar de comer. Com quem namoro ou deixo de namorar. O que faço com o meu dinheiro, com meu cabelo, meu tempo, enfim, a minha vida. Dar sugestões é muito legal. Por vezes, fazemos isso quando achamos que podemos ajudar. Mas para tanto, precisamos conhecer bem o outro e saber se o mesmo realmente quer ser aconselhado. O interessante é que normalmente, as pessoas que mais tomam a iniciativa para dar conselhos, são as mais desastradas. As que mais insistem em que o outro lhe siga. É perigoso porque se a pessoa se der mal, o outro não terá suporte para lhe ajudar. Mas, pela insistência deveria. Vejo doutrinas religiosas impondo regras na vida das pessoas, enchendo suas cabeças de medo e culpa mas sendo incapazes de na hora da necessidade, atuarem de fato de forma prática em ajudar tais pessoas. Conselhos são bem vindos quando em conjunto com perguntas sobre como a pessoa se sente diante do assunto em questão. Na verdade só o dono da situação, saberá a melhor forma de agir,  por estar ele dentro do problema. O que pode-se fazer é oferecer opções, escuta, e se for solicitado ainda. É muita gente querendo dar opinião e pouca gente preparada para isso. E caso alguém não siga o seu conselho. Trabalhe isso dentro de você ,não entendendo isto como uma rejeição à sua pessoa. Mas antes,como um exercício de livre arbítrio do outro. Não desejemos portanto o seu mal porque não seguiu o nosso conselho, não somos senhores de ninguém. Estamos aqui na mesma caminhada, cada um aprendendo e vivendo da maneira que entende ser a melhor forma de viver.

IRACEMA CORREIA

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Respeito é bom e eu gosto!




Como diz a regra Áurea: Tratai os outros como gostaria de ser tratado. Por aí é fácil seguir. Acredito que ninguém gosta de ser destratado ou ofenfido. Existem coisas que toleramos e outras não. Quem convive a muito tempo conosco, certamente sabe o que nos afeta, incomoda ou deixa-nos feliz . Se portanto, ainda assim, não consideramos o espaço alheio é porque também não nos importamos com a forma na qual somos tratados. Consideração, respeito, empatia, misericórdia, são palavras que diariamente faremos bem em entender o seu significado e praticá-las. E parar com esta mania boba de acreditar que dizer o que pensamos é ser sincero. Por vezes pode ser grosseria mesmo. A verdade que nós enxergamos nem sempre faz sentido pro outro, a depender do ponto de visão que estivermos, da nossa caminhada, maturidade, conhecimento,etc. Podemos ter uma inveja do outro desnecessária ( Sempre desnecessária), problemas de autoestima mal resolvido. O que pode levar também a um ciúme doentio, a atitudes infantis como sarcasmo, ironia,desprezo. É imprescindível a comunicação. Penso na mesma como o fluxo sanguíneo em nosso corpo que,  quando interrompido, acarreta em problemas de saúde graves em nosso organismo. Que saibamos respeitar o próximo assim como queremos ser respeitados. E não apenas usá-lo ao nosso bel prazer. Não se usa pessoas para passar tempo, para brincar apenas ( a menos que haja contrato firmado para isto, tudo é possível neste mundo). Mas penso com o meu modo de ver o mundo, que se não somos capazes de oferecer verdadeira companhia a alguém que não tiremos então a sua solidão. Viver é bom . Respeitando, melhor ainda.

Iracema Correia

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Vivendo um dia de cada vez...




"Penso hoje que sou como uma discípula de Sócrates. Busco conhecer-me melhor a cada dia. Penso em superar minhas limitações físicas através da intelectual ou comportamental. Como queiram!
Não concebo a ideia de lamentos e lamúrias. Porque não há outra saída para quem ama viver e sorrir, ainda que tudo doa, ainda que me falte o ar, ainda que adversidades se sobreponham à minha vontade, eu só quero é estar com gente que entende o que tenho, e não me cobre... Porque já basta a minha própria cobrança. Quero é ter muitos momentos felizes... Já sou feliz por ver o alvorecer surgindo.. É mágico! É uma nova esperança que nos é dada."

FAÇO MINHAS ESTAS PALAVRAS 👏👏👏Iracema Correiareia

ABRAFIBRO ( ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS )

Cansada de grosseria gratuita!



Acredito que um dos temas mais postados e compartilhados nas redes sociais.Amizades falsas,amizades verdadeiras.É incrível como a tecnologia "não ajudou" as pessoas a se aproximarem mais.Facebook,Whatsapp..etc. Muitos visualizam a mensagem,a rede denuncia horário e ainda assim,não respondem ao outro.Por que não querem? Por que estão  ocupados? Vai saber.CONSIDERAÇÃO acredito ser uma palavra que engloba muita coisa. EMPATIA também e se alguém se achar superior ao outro cito CONDESCENDÊNCIA.É, de forma ordenada,entendo como levar em conta o outro,os seus sentimentos,se por no lugar do outro,e sair um pouquinho da sua posição hierarquicamente superior ( se houver) e colocar-se, como citado anteriormente na mesma situação do outro,a fim de o compreender melhor.Deus,seu filho Cristo na Bíblia,fizeram isto várias vezes, como exemplo para nós.Em Gênesis 18 Deus diz a Abraão que ele está planejando destruir a cidade de Sodoma por causa do seu pecado e da imoralidade. Abraão pediu a Deus para não destruir a cidade e Deus concordou, se Abraão pudesse encontrar 50 justos que ali viviam. O número, em seguida, desceu para 45, depois 30, depois 20, e até 10.( trecho da Wikipédia).Este Homem,Abraão,foi considerado AMIGO DE DEUS.
Insistentemente Abraão fez a mesma pergunta para Deus e ELE, na sua condescendência,ouvia amorosamente a Abraão.Por que acharmos, como meros mortais que o próximo não merece ser considerado? Por que olhar uma pessoa com preconceito,de forma inferior,ou até julgá-lo bobo por não seguir a nossa "onda"? Por que tanta falta de consideração?Por que prometer se não consegue cumprir?Tantos porquês.Acredito que este conceito de amizade precisa ser melhor entendido,compreendido, antes de ser repetido aleatoriamente.Acredito que poucos lerão,pois o texto se estende e não é da cultura brasileira o hábito da leitura, por parte da maioria,mas se chegaram até aqui...muito obrigada.

Iracema Correia

sábado, 14 de maio de 2016

O tempo é relativo para cada um.


Ouvimos muito isto: "olha, o tempo está passando." Que tempo? O cronológico?  O emocional? O físico? Fazendo uma separação meio que subjetiva sobre este tempo, lembro-me de carros andando na pista. Uns em 80 Km/h, outros em 120 KM/h, alguns surpreendentemente em 60, talvez carregados de mercadorias, de produtos tóxicos, no seu canto, evitando a pista de velocidade, apenas indo na mesma direção que os outros.Cada carro um destino. Ainda na mesma direção e com tempo e velocidades diferentes.Lembro-me de ter enfrentado um engarrafamento de três horas onde não passava da primeira marcha, muito raro a segunda. Pessoas paradas na pista, conversando, rindo, fazendo amizades. Quando desengarrafou, a pessoas entraram em suas " cápsulas do tempo" movendo em diferentes ritmos e um, infelizmente não controlou a velocidade. Acelerou tanto que acabou numa vala entre duas pistas, tão destruído quanto uma latinha de sardinha amassada. Passei direto, outros pararam.Não tive estrutura pra ver e também, nada poderia fazer. Pensei na família, no telefonema para avisar. Enfim...o tempo é o senhor da razão. Cada um tem o seu para amadurecer, observar e tirar conclusões, desistir, voltar ou simplesmente se jogar no abismo da pressa, atropelando sentimentos, invadindo espaços, desrespeitando regras, manipulando os caminhos de outrem,  como senhores da vida. Qual o nosso  melho ritmo? Acredito que seja aquele que nos permita conduzir dentro de uma velocidade que não nos prejudique, não machuque o outro e que nos permita o controle do volante. Afinal,embora a viagem possa ser cheia de desafios, tenhamos paciência e sabedoria. No tempo certo, chegaremos lá, bem, sãos e salvos para desfrutar do nosso destino.

Iracema Correia

sexta-feira, 13 de maio de 2016

A importância da Nutrição afetiva.



Quem nunca chorou por afeto quando criança? Quem nunca desejou estar no colo da mãe ou pai para se proteger do mundo? O calor e o afago de um abraço e gestos carinhosos, alimentam a alma assim como o alimento físico, alimenta o corpo. É perceptível o comportamento  agitado de crianças que não recebem carinho ou atenção. É  diferente de mimos. Muitos pais compensam a sua ausência com presentes caros. Quando na verdade o que a criança necessita acima de tudo é  de atenção. Algumas falam alto, são irritadiças, agitadas. Elas gritam porque não são ouvidas. E querem ser. Atenção e escuta é algo tão valioso e mais ainda nos dias de hoje. A busca de atender as necessidades  básicas que cada vez aumenta, mais  ainda nesta economia capitalista, tem afastado familias, relações afetivas de todas as formas. Não ouvimos mais a voz do outro para entender o susurro, o tom da voz, se está melancólico ou descontraído ocorrendo assim, ruídos na comunicação. Não conseguimos  mais olhar nos olhos, pois a presença física também foi interrompida. Usam por aí aplicativos que apareceram em tese, para melhorar a comunicação e não substituí-la.Infelizmente, muitos também desprezam esta ajuda.Sentir o cheiro, a presença o toque e principalmente o olhar é  o meio de comunicação mais avançado que existe, pois estes, alcançam o seu objetivo. A menos que um dos indivíduos envolvidos na comunicação não queira por algum motivo, compreender o que está sendo dito. Porque esta compreensão abrange o querer. Quando queremos algo de verdade, não há força que nos derrube. Quando queremos ter alguém por perto, conseguimos até em pensamentos se conectar com o outro. É  divino e maravilhoso este encontro. Uma relação que se mantém segura, ainda que haja interrupções nos meios de comunicação modernos, quem quer se encontrar, sempre se encontra de um jeito ou de outro. O querer é a força motriz.

Iracema Correia

domingo, 8 de maio de 2016

Egos obesos e mentes anorexicas.



É  tanto achismo e poucos encontros. Muita gente achando tanta coisa sobre tudo e pouca gente encontrando respostas porque não se aprofunda em nada. Muitos gostam de dizer. Não concordo! Mas sequer pesquisam ou procuram informações sobre quaisquer assunto em questão. E o pior de tudo é quando estas opiniões sem consistência nenhuma vem de pessoas que em tese, deveriam ter conhecimento profundo sobre o assunto. Ou ao menos, algo saber. Me faz lembrar a letra da música interpretada por Paula Toller: “Eu tenho pressa e tanta coisa me interessa mas nada tanto assim.” É muita necessidade de dizer” Eu sei” e pouca hombridade para ao menos nada dizer ou informar: vou pesquisar sobre o assunto. 
    Encontramos tantos pseudoprofissionais apresentando-se como técnicos de um assunto e cometendo bobagens. Bobagens estas que podem a depender do caso, comprometer a vida  de muitas pessoas e até complicar. O que dizer então quando se intitulam chefes, doutores, coordenadores de uma instituição e nem sequer sabem as leis ou base estrutural das instituições a que representam?  Quando alguém é menor do que o seu cargo exige o processo entrava e nada processa. É daí que surgem as famosas “burrocracias”. Projetos loucos que não chegam a lugar nenhum. E quer saber? Nosso país está cheio destes exemplos. Com uma beleza e riqueza de todas as formas mal explorada e seus filhos passando fome. Ou alguém reage a tudo isto e coloca cada um no seu cada qual, ou continuaremos nesta louca vida insana, criando o hábito de reclamar e nada fazer. É a esposa que reclama dos maus tratos do incompetente chefe de família mas continua firme e forte com ele por que o mesmo lhe garante o pão de cada dia. É o seu plano de vida. Reclamar vira hábito. Se não gostamos do que estamos vivendo, mudemos a situação.
IRACEMA CORREIA


sábado, 7 de maio de 2016

Por que me calo?



Por vezes o calar se faz mais necessário do que declarar algo. Digo às vezes, porque no que diz respeito a direitos e deveres, injustiças, a exemplo, é pertinente não nos calar. Ouvindo a autora do processo de Impeachment da atual presidente, quando a mesma foi indagada do porquê se calava diante de tantas outras injustiças ocorridas em cada Unidade Federal, a mesma, logicamente, disse que não teria condições humanas nem físicas para solicitar o impedimento de todo o executivo que precisava, e que, a solicitação escrita do Impeachment é publica, sendo assim, qualquer um pode solicitar.E que, neste em que ela solicitou, percebia as atrocidades e, observava a passividade da população diante do fato E QUE ALGUÉM PRECISAVA FAZER ALGO. Bom, não sou partidária, mas esta fala dela, nos alerta que em alguns momentos de fato, precisamos falar, gritar se for necessário. Como diz um pensamento: “Só recorre aos gritos quem não consegue triunfar com a razão.” Há também um texto bíblico que diz que a mera opressão faz o sábio agir como um doido. São tantos momentos de insistência em fazer a outra pessoa perceber a nossa dor, o que nos incomoda, que arrazoamos, gritamos e eu, no meu caso, por fim me calo. O meu silêncio se não for compreendido é porque de fato, era o momento exato de calar. “Quem não consegue compreender um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação.” Outro sábio provérbio.
    Em se tratando de pessoas do nosso convívio, daquelas que nos conhecem “aparentemente” tão bem, daquelas que nos doamos, há sempre a espera inútil e decepcionante de ser compreendido, amado, defendido, protegido. Não, nem sempre isto acontece! Porque quem tem que nos amar, defender, compreender somos nós mesmos. Com uma carga elevada de autoestima, precisamos nos esforçar e repelir relacionamentos desgastantes, pessoas tóxicas, mentirosas ( ah...odeio mentiras e manipulação, odeio que me enganem e achem que sou tola para não perceber certas coisas, apenas me finjo de tonta, assim me sinto melhor, pois dialogar com pessoas desta estirpe sobre o assunto em si é perda de tempo,infelizmente cada um se preocupa com o quê lhe faz bem, apenas, olhar o lado do outro...sair do seu mundo confortável para apenas observar outro ponto de vista é difícil demais para alguns.) Então pergunto: Para quê falar? Silencio-me e recuo a minha existência.


Iracema Correia


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Socorro!

Nesta vibe


Que não tardemos em escrever uma nova história.



Somos autores da nossa própria história. Em parte concordo, em parte não. Somos senhores do nosso destino no presente momento em que tivermos condições emocionais e mentais de entender e perceber o mundo que nos gira. Sermos capazes de olhar como que de fora, diante de uma situação, se afastar dela para podermos então resolver as incógnitas que a vida nos oferece. Normalmente, as crianças no ensino fundamental 1 não costumam aprender sentenças matemáticas complexas envolvendo álgebras, no máximo com uma incógnita, justamente para que elas compreendam a oposição entre as operações matemáticas. Isto porque, segundo estudos diversos, é por volta do alvorecer, ( normalmente), da adolescência, que começam as formulações de hipóteses. É onde o tal "aborrecente" começa a questionar tudo num nível de autoridade compatível a uma pessoa bem vivida e por vezes costumam nos assustar, em alguns casos, porque superam alguns adultos, até os pais, na capacidade lógica e fria de racionalizar e fornecer respostas para problemas que outrora eram complexos para nós. E rimos, principalmente se forem nossos rebentos.
     Infelizmente, muitos de nós enterramos a nossa vida na infância e adolescência, e o tempo passa, e não permitimos crescer. Estamos apegados ainda a visão fantasiosa que fizemos da vida e do mundo. Quando criança, é normal sonhar, fantasiar até um certo limite. Quando adolescente, questionar, se rebelar, buscar um grupo de identificação, chorar, gritar, apaixonar-se perdidamente, etc. Muitos não conseguem ter adolescência e sim apenas a puberdade. Adolescentes forçados a "amadurecer" antes do tempo e como toda fruta forçada ao amadurecimento, não compreendem o verdadeiro sabor da vida. Outros são protegidos como que dentro de uma bolha, pelos pais, religião, etc. , também ficam abafados, como uma mola apertada nas mãos que de repente quando abrimos a mão, ela sai pulando para todos os lados. Bom mesmo, é viver todas as fases no seu tempo. Não quero dizer assim que devemos abandonar a nossa criança interior, mas aprender a olhar o mundo com os olhos menos fantasiosos, bobos de uma criança que ainda é levada por um estranho que lhe é oferecida uma bala  e ela acredita e julga que aquela pessoa é boa, quando pode ser um monstro por dentro. Para isso, precisamos alertar e cuidar desta criança.
     As nossas pessoinhas aqui, dentro de nós, precisam de constantes alertas. Precisamos nos lembrar constantemente que nem toda oferta de doce é um carinho em si, que o bicho papão não aparece quando apagamos a luz, que muitos medos estão dentro das nossas cabeças, que não somos mais aquele ou aquela adolescente taxada de rebelde ou superprotegidos pelos pais. Que na vida, nem sempre a frieza do oito ou oitenta funciona, nem tudo  Que não somos a formação religiosa da nossa família. Enfim, libertarmos-nos.
     Segundo rege a nossa Justiça, a partir dos onze ou doze anos, a criança pode escolher com qual membro da sua família prefere ficar, em caso de separação. A sua idade já lhe permite arrazoar. Que possamos, juntos com o nosso adolescente interno, fazer escolhas com base no que nos faz bem, sem a pressa da adolescência que insiste em pensar que tudo precisa se resolver hoje, mas com a maturidade de um adulto que acordou para a vida e entendeu o que passou na sua história e prefere hoje, escrever com uma nova tinta e caligrafia, o seu novo caminho.
    Nem sempre somos nossos senhores...mas tudo na vida passa. E que bom que passe e vá embora, levando consigo seus efeitos.       


Obrigada pela leitura.
Iracema Correia  

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A receita da vida é não ter receita pronta.




Porque repetimos histórias tão semelhantes em nossas vidas. Será carma meu Deus? Por vezes parece, até para quem nem conhece a teoria do reencarnacionismo. Uma sucessão de desventuras como a tal roda gigante. Um ciclo de acontecimentos parecidos que nos fazem por vezes concluir,  que não temos sorte na vida, no amor, nas amizades, entre tantos setores. Enfim, a vida esta aí para aproveitarmos dela o melhor que pudermos, usando nossas faculdades de raciocínio da melhor forma. Aproveitando os aprendizados. E que os dias vividos sejam acrescidos de sabedoria, aprendizados, até alcançarmos a tal maturidade. Que não necessariamente vem sempre com o tempo,  mas sim com o que fazemos deles. As lições existem para serem aprendidas. Os erros como uma forma de saber como não devemos conduzir algo. E acima de tudo, seguirmos a intuição do nosso coração que nos orienta onde realmente poderemos sentir completos. Somos seres únicos e as experiências alheias assim como as roupas, nem sempre nos servem. Na verdade precisamos mudar as atitudes, a fim de encontrarmos resultados diferentes. As vezes o que precisa mudar é apenas um ingrediente a fim de obtermos um resultado satisfatório na nossa vida. As vezes, a receita toda. Só nós saberemos no fim de tudo, qual receita utilizar. Mas com certeza, receitas prontas não têm o mesmo sabor do que aquela criada naturalmente por nós mesmos.

Iracema Correia

terça-feira, 19 de abril de 2016

4 coisas simples, difíceis de fazer quando se tem fibromialgia



A Fibromialgia (FM) e a Síndrome da Fadiga Crónica (SFC) podem afetar cada área da nossa vida, incluindo as tarefas mais básicas da nossa vida quotidiana. Às vezes conseguimos ser surpreendidos pela dificuldade que temos em fazer coisas em que, normalmente, nem pensávamos que estávamos a fazer.

Falando com várias pessoas com a doença, foram identificadas 4 rotinas diárias que, frequentemente, se tornam complicadas, por causa dos diversos sintomas que nos afetam. É importante que os doentes saibam que não estão sozinhos e que mais companheiros sentem isto.

Higiene diária
Básico, certo? Levantas-te, tomas chuveiro, penteias o cabelo e tentas ficar o mais apresentável possível antes de sair de casa e encarar o mundo. Certo?
Para nós não é assim tão simples.

Primeiro, o chuveiro: o calor pode fazer-nos sentir tonturas e ativar a nossa hipersensibilidade à temperatura, o que leva ao aparecimento de outros sintomas. A água em chuveiro, para muitos de nós, é dolorosa para a pele, a qualquer temperatura. Este sintoma chama-se alodinia, e é caracterizado pela sensação de dor a estímulos (normalmente) não dolorosos.
Ficar de pé a tomar o chuveiro e usar vigorosamente os braços para lavar a cabeça causa-nos dor muscular e cansaço. Muitos de nós optam pelo banho de imersão, para contornar estes problemas.
Secar e pentear o cabelo, manter os braços levantados e sentir o calor do secador ou do ferro de alisar, principalmente a seguir ao duche, pode fazer-nos sentir como se estivéssemos numa cozinha quente há bastante tempo. Alguns de nós começam a transpirar excessivamente o que pode eliminar o esforço do banho de chuveiro... A maquilhagem pode tornar-se, também, extremamente cansativa.

A roupa a vestir
Etiquetas, tecidos ásperos, elásticos nas meias, cintos, as alças do soutien... Tudo isto pode ser demasiado incómodo, por causa da alodinia. Somos obrigados a escolher cuidadosamente a roupa que vestimos, todos os dias. A sensibilidade à temperatura desempenha um grande, grande papel na escolha. Uma camisola quentinha e confortável usada num dia frio pode tornar-se uma autêntica sauna se entrarmos num sítio com ar condicionado mais quente. Uma brisa suave facilmente nos faz arrepender de usar aquela blusa ou a t-shirt de algodão. Uma escolha errada, principalmente para quem tem sensibilidade ao frio e ao calor, acaba por nos sujeitar a um incómodo insuportável pois acabamos por gelar ou sobreaquecer ou ainda, alternar entre as duas sensações.

Falar ao telefone
Quando se tem disfunção cognitiva ou "nevoeiro cerebral" uma simples conversa pode ser extenuante. Qualquer interação social requer energia e, se não estiver face a face com o interlocutor, ainda mais energia. Uma grande parte da comunicação é feita através da linguagem corporal, o que não acontece quando se fala ao telefone, logo, isto exige mais concentração. Para a maior parte das pessoas isto passa completamente despercebido, para nós não. Para alguém com fibromialgia, uma conversa telefónica pode ser uma tarefa impossível.

Quando estamos ao telefone podemos ser facilmente distraídos pelo que acontece no nosso meio ambiente e passa despercebido à pessoa com quem falamos. Muitos de nós têm grandes dificuldades em realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo e, por isso, o nosso cérebro pode "bloquear" por breves instantes e perder algumas das palavras ditas pela outra pessoa. Como consequência "perdemos o fio à meada" o que pode ser embaraçoso e frustrante.

Muitos de nós têm também dificuldade em encontrar a palavra certa no momento certo. Mais uma vez, num dia mau, podemos, facilmente ficar frustrados e estressados o que ainda agrava mais o problema.

Existe ainda um problema físico: segurar o telefone pode ser muito cansativo. Se tivermos que manter a mesma posição por algum tempo, acabamos cansados, se tivermos que inclinar a cabeça ficamos com dores... Enfim, todos estes factores podem tornar uma conversa agradável em desagradável, para dizer o mínimo.

Conduzir
O "nevoeiro cerebral" pode ser um grande problema quando estamos atrás do volante.
Alguns de nós esquecem-se frequentemente do nosso destino ou como chegar até lá. Pior ainda, podemos ficar desorientados e sem saber onde estamos. Quando isto acontece é muito assustador e pode levar até um pico de ansiedade o que, por sua vez, agrava os sintomas.
Também pode ser difícil prestar atenção a tudo o que convém quando estamos a conduzir. Nem sempre conseguimos processar toda a informação decorrente do ato de conduzir, o que leva uma pequena percentagem de portadores de fibromialgia a desistirem de o fazer. Outros limitam as viagens às que nos levam a sítios mais familiares enquanto a maior parte conduz normalmente e apenas evita a condução em dias piores.

Esta é uma decisão pessoal mas não podemos deixar de ter em consideração a nossa segurança e a dos outros. Não é má ideia pedir a opinião de familiares ou amigos que já viajaram conosco, já que eles podem aperceber-se de algum sinal ao qual não tenhamos prestado atenção.

Conhecer o corpo; Adaptação
Perante a realidade de ter uma doença crónica podemos ser confrontados com algumas mudanças no estilo de vida. Identificando as maiores dificuldades, estas podem ser evitadas ou contornadas para não terem um peso tão decisivo na nossa vida e poupando energia de que precisamos para outras tarefas com maior prioridade.
Seja honesto consigo próprio ao avaliar-se. Preste atenção ao seu corpo e aos seus padrões de comportamento perante os sintomas que sente.

@ About Health

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Um mês de greve na segunda cidade mais rica do estado da Bahia.




"Camaçari, cidade riquíssima. Segunda maior arrecadação do Estado da Bahia. Nelas praias. Jauá, Arembepe, entre tantas. Maior Polo Petroquímico da região Nordeste. E há exatos um mês os professores em greve aguardando o Executivo lhe repassar o que lhes é de Direito. O seu salário corrigido com percentual de aumento vergonhoso de 11,36 por cento dado pelo Ministério da Educação. Eis a Bahia! Eis o Brasil! Que todos políticos afirmam a anos a fio planejar melhorias na Educação. Palmas para uma gestão que demonstra desprezo pelos Educadores. "Iracema Correia



À COMUNIDADE CAMAÇARIENSE! ( Ao Brasil, ao mundo!! *o grifo é meu.)

"Os professores da Rede Pública Municipal de Camaçari vêm, por meio deste comunicado, pedir desculpas e informar a todos que não é interesse dessa categoria sofrida permanecer em greve.

Essa situação vem se alongando desde o dia 18 de março, devido ao descaso do prefeito Ademar Delgado e do seu Secretário da Fazenda, Sr. Camilo Pinto.
Os professores entregaram a pauta de reivindicações- 2016 desde o dia 09 de dezembro de 2015, tendo como data base, o mês de janeiro.

O prefeito informou, no inicio de fevereiro, que só poderia dar uma resposta no dia 14/03/16, intervalo de tempo respeitado e esperado, com muita ansiedade, pela categoria, a qual, na data supracitada, na mesa de negociações, foi surpreendida com uma negativa do Secretário da Fazenda do Município e do atual Secretário de Educação, Professor Juipurema Sanches, quando afirmaram não haver proposta de reajuste para os professores dos níveis 1, 2 e 3 (graduados e pós graduados), sendo somente contemplados os 105 professores especiais, e que são a minoria, excluindo deste, aproximadamente, 1.800 professores, alegando limite prudencial, o que fez a categoria deflagrar greve por tempo indeterminado, a partir de 18/03.

Até o dia 08/04, décimo quarto dia útil da greve, o governo se manteve calado, ignorando o movimento dos professores e os 50.000 alunos sem aulas.

Somente em 11/04 que o governo apresentou a primeira proposta de 2% em maio e 8,67% em dezembro, ambos sem retroativo, a qual foi extremamente desrespeitosa.

Hoje a proposta do governo é: 2% maio, 8,67% outubro, sem retroativo.
Desta forma, o desrespeito continua, quer oferecer a inflação dividindo e sem retroativo, ou seja, quer retirar os direitos (da nossa data base e do nosso plano de carreira).

Vale ressaltar que, em 2015, sofremos redução salarial de 2,17%. Esse ano, o governo quer reduzir ainda mais com justificativas de não ter dinheiro, mas não abre as contas para que professores e pais de alunos possam saber como atingiu esse limite prudencial, já que esta é uma cidade rica, que arrecada bilhões por ano.

Queremos esclarecer também, que municípios que têm uma arrecadação muito menor do que CAMAÇARI, já pagaram aos seus professores, com o percentual do piso (11,36%), como exemplo: Dias D'Ávila, Simões Filho, Saubara, Santo Amaro, Maracás...
Vale ressaltar, que esse percentual de reajuste, Camaçari e todos os outros municípios brasileiros já estão recebendo por aluno, desde 01/01/16.

O Ministério da Educação estabelece que se os municípios não tiverem como pagar aos professores, devem solicitar da União uma complementação, mas para tanto, as contas têm que ser abertas para provar que não tem o dinheiro. Por que será que a prefeitura não quer pedir dinheiro para a UNIÃO?

Salientamos que a nossa luta é também por uma melhor qualidade de ensino, transporte escolar, revisão plano de carreira dos professores, que está engavetado desde 2012, merenda escolar de qualidade, transporte digno para os professores, material didático e de limpeza nas escolas.

Hoje, 18/04/2016, a nossa greve está completando um mês!!
Estamos protagonizando 20 dias sem aulas. E ainda não temos uma proposta do governo que seja no mínimo aceitável para que a greve acabe."

*Comissão de greve dos professores da rede pública municipal de Camaçari.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Martha Medeiros: OS VIRGENS Sou virgem e meu signo é... OS VIRGENS








Martha Medeiros: OS VIRGENS Sou virgem e meu signo é...
OS VIRGENS

Sou virgem e meu signo é Leão. Sou casada e sou virgem, tenho filhos e sou virgem. Tão virgem quanto você.

Quando falamos em virgindade, logo pensamos em sexo, e a partir do dia que o experimentamos, o mundo parece perder seu mistério maior. Não somos mais virgens - que grande ilusão de maturidade.

Virgindade é um conceito um tanto mais elástico. Somos virgens antes de voltar sozinhos do colégio pela primeira vez. Somos virgens antes do primeiro gole de vinho. Somos virgens antes de conhecer Nova York. Somos virgens antes do primeiro salário. E podemos já estar transando há anos e permanecermos virgens diante de um novo amor.

Por mais que já tenhamos amado e odiado, por mais que tenhamos sido rejeitados, descartados, seduzidos, conquistados, não há experiência amorosa que se repita, pois são variadas as nossas paixões e diferentes as nossas etapas, e tudo isso nos torna novatos.

As dores, também elas, nos pegam despreparadas. A dor de perder um amigo não é a mesma de perder um carro num assalto, que por sua vez não é a mesma de perder a oportunidade de se declarar para alguém, que por outro lado difere da dor de perder o emprego. Somos sempre surpreendidos pelo que ainda não foi vivido.

Mesmo no sexo, somos virgens diante de um novo cheiro, de um novo beijo, de um fetiche ainda não realizado. Se ainda não usamos uma lingerie vermelha, se ainda não fizemos amor dentro do mar, se ainda cultivamos alguns tabus, que espécie de sabe-tudo somos nós?

Eu ainda sou virgem da neve, que já vi estática em cima das montanhas, mas nunca vi cair. Sou virgem do Canadá, da Turquia, da Polinésia. Sou virgem de helicóptero, Jack Daniels, revólver, análise, transa em elevador, LSD, Harley Davidson, cirurgia, rafting, show do Neil Yong, siso e passeata. A virgindade existencial nos acompanha até o fim dos nossos dias, especialmente no último, pois somos todos castos frente à morte, nossa derradeira experiência inédita. Enquanto ela não chega, é bom aproveitar cada minuto dessa nossa inocência frente ao desconhecido, pois é uma aventura tão excitante quanto o sexo e não tem idade pra acontecer.
Martha Medeiros MEDEIROS, M. Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Sobre o curry...


Sobre o curry...


Com esta onda de preocupação alimentar saudável, eu ficava pensativa com relação a utilização do caldo de carne, frango,etc., uma vez que os mesmos são ricos em sódio, conservantes,etc. Resolvi então por acaso, utilizar o curry pois nunca tinha utilizado como tempero, na verdade eu estava a procura do açafrão, que amo por demais. Resolvi então testar o curry e fui gostando tanto, principalmente no frango e peixe, que esqueci quase por completo dos caldos industrializados. Amo muito tudo isso. Amo a possibilidade da natureza poder nos dar coisas tão puras e funcionais. Só cabe desfrutarmos.
IRACEMA CORREIA    


" O Curry é uma especiaria de Origem indiana composta por vários ingredientes, que podem variar conforme a região onde ele foi produzido. Entre esses ingredientes, encontramos: gengibre, pimenta dedo-de-moça, pimenta vermelha, canela em rama, cominho, pimenta-do-reino, cardamomo, cravo, erva-doce, cúrcuma e coentro em grãos. No seu preparo, esses temperos são torrados, moídos e usados em diferentes proporções.
O pigmento que dá a coloração amarela ao curry é chamado de curcumina. A curcumina é um importante antioxidante para o nosso organismo, protegendo as células dos danos causados pelos radicais livres. Dessa forma, ´previne o envelhecimento Celular, nos protege de doenças crônicas como as doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, e doenças neuro-degenerativas como a doença de Alzheimer e Parkinson. A curcumina possui ainda efeitos anti-inflamatórios antibacterianos e antivirais. Acrescentando 1 colher de chá de cúrcuma ao dia é uma maneira simples, rápida e econômica de proporcionar diversos benefícios à saúde.
Na culinária, é uma especiaria que fornece sabor às carnes, peixes, aves, molhos, sopas de peixes, moluscos, assados em geral e cozidos. Veja aqui 9 dicas de como usar o condimento e trazer sabores diferentes para as receitas do dia a dia.


1- Substituto do sal
Tempere carnes, mariscos, legumes e arroz com ele e elimine o sal do preparo.
2- Bom até com frutas
Corte as peras ao meio. Coma polpa, faça um recheio de gorgonzola, nozes e curry. Grelhe alguns minutos e voilá!
3- Aperitivo diferente
Leve ao forno damascos secos, avelãs, amendoim, uvas-passas embebidas em cerveja, castanhas-do-brasil  e de caju. Coloque curry e sirva!
4- Casamento perfeito
O curry é um excelente ingrediente para acrescentar no seu chocolate quente
5- Purê com peixe
Cozinhe maçãs e bata a polpa com curry para criar um purê delicioso e acompanhar pratos de peixe e carne branca.
6- Mistura com maionese
Patês de sardinha podem receber uma pitada do tempero para diminuir o gosto.
7- Para comer com vinho
Pratos à base de peixe e carne branca com curry combinam bem com vinhos aromáticos.
8- Toque vegetariano
O condimento em pó combina com queijos e ovos e fica ótimo com tofu. Dá um toque especial às comidas vegetarianas.
9- Batatas ao forno
Inclua o curry para temperar batatas e, em seguida, as leve para assar. Elas ficam com uma coloração linda e um sabor bem mais apurado.


FONTE: http://www.biotipopsicologia.com.br/novosite/index.php/component/content/article/37-receitas/135-conheca-os-beneficios-e-maneiras-de-utilizar-o-curry


sábado, 26 de março de 2016

Filme os Vingadores...só acho ( pra descontrair)





Hulk só resolve as paradas quando tá nervoso, segura por vinte dias a pressão ( parece mulher na TPM... depois estoura, dá dois gritos e eis a solução) Arregaçou com Loki, " Eu sou Deus!."..Tchimbum deu dois saculejo e disse...deus fraco) Eita bicho brabo...xonei <3 .
Gavião Arqueiro, olho lindo, todo lindo, parece que tem olho nas costas, xonei também <3

Natasha, só sabe encarar com zoião (cara feia pra mim é fome), mas no primeiro espirro de Hulk , se tremeu toda. Frouxa, rsrsr (SQN)
O Homem de Ferro se acha o último biscoito do pacote, cheio de presepada, mas se não é a armadura, num serve para nada. Presepeiro todo. Ainda achou que hulk o beijou para acordá-lo. Doente rsrsrsrs.
Capitão América parece um Porta Bandeira de Escola de samba, só serve para exibir a bandeira dos EUA e apresentar os outros vingadores, mandão que só ele, nem "as poliça" levou fé.

Thor e o martelo, o martelo e Thor (ai como eu queria ser aquele martelo), acorda pra vida meu irmão, tanta força e muita inocência. Parece homem que gosta de tomar chifre, brabo que só ele, mas num é que acredita de novo na marvada?
Loki... meu camarada, tu tem um sorriso lindo, "mar num vale nada" , parece esses homens ruim que conquista a mulher pelo sorriso , apronta mil vezes e ela acredita. Neste caso é Thor o irmão. Tão puro tadin, honrado inocente. Resumindo...olha o poder de destruição que a inveja tem?
Minha resenha do filme: Será que tiro nota dez :) ?
Só pra descontrair, rindo muito!
A frase que mais me fez refletir no filme foi a que Loki disse: "A raça humana gosta de ser submissa."
Iracema Correia

quinta-feira, 24 de março de 2016

Proteja-se de pessoas com baixa autoestima.



Proteja-se de pessoas com baixa autoestima. São essas que necessitam reafirmar a sua personalidade com atitudes narcisistas. Fazendo de tudo para manter o outro sob os seus domínios.  Utilizando de joguinhos infantis. Atraindo e repelindo você ao mesmo tempo. Se há um relacionamento neste nível e nesta vibe ,fazemos bem em repelir. O que é bom, sincero e verdadeiro que de fato tem grande valor, não se constrói com ofensas, mentiras ou caprichos. Ninguém muda ninguém. O que no máximo podemos fazer é orientar. A mudança está em cada pessoa. E cada um tem o seu tempo de amadurecer ou não. Isso é uma escolha pessoal. Não podemos dar pérolas a porcos e esperar que os mesmos valorizem-nas. Da mesma forma, esperar que alguma pessoa compreenda o valor de um sentimento verdadeiro, baseado na sinceridade e dedicação, quando ela mesma não reconhece ou valoriza tal situação é um grande engano. Muitos aborrecimentos evitamos quando não forçamos ninguém a ser o que não está na sua natureza. Há pessoas que se acostumam com outras formas de demonstração de carinho, se é que podemos chamar assim. As vezes carinho e atenção em excesso incomoda alguns. O que fazer? Se   proteger dos joguinhos. Abrir os olhos pois muitos só  querem ter a certeza de que você está por perto e ter o controle dos seus sentimentos. Isso é narcisismo, problemas de ego mal resolvido. Autoestima baixa. Fiquemos espertos.

segunda-feira, 21 de março de 2016

É importante ser útil, melhor ainda é ser amado.




É muito delicioso de se ouvir: " Senti a tua falta!". Maravilhoso e pleno é quando sentimos que a nossa falta, de fato , é sentida. Quem sente falta, procura. Quem tem sede, procura algo para se refrescar, quem tem fome, algo para  se saciar. Para estas duas últimas situações, tanto a água quanto a comida foram úteis no processo de satisfazer necessidades que são inúmeras e cada dia aumentam mais. Penso então, no quanto somos importantes para alguém. Se somos úteis ou de fato fazemos falta. É uma benção ter amigos e familiares que atendam as nossas necessidades quando estas aparecerem. Possam ser as de diversão, atenção, financeiras,técnicas,elétricas, mecânicas,  sexuais, etc. Procuramos muitas vezes, nos cercar de "Severinos" ou reis das gambiarras, para quando precisarmos, num estalar de dedos, eles aparecerem. Ou aquele amigo para "todas as horas", que possam nos garantir, diversões, risos, prazeres, etc. O pai, a mãe, o irmão, namorado ou amigo que sabemos que "sempre serão o nosso suporte" em caso de qualquer necessidade, principalmente a financeira e física.É muito bom, viver, sabendo que podemos ter sempre com quem contar. Pessoas essas que NUNCA serão capazes de negar ajuda  e NUNCA serão capazes  de passar isso na nossa cara, como uma espécie de vingança. Queremos de fato, ter alguém em quem confiar, alguém que nos ame incondicionalmente. Mas nem sempre temos porque as vezes, nós somos este alguém para todo mundo. Por vezes é fácil sentirmos-nos úteis, acumulamos experiências de vida, amadurecemos, procuramos desenvolver a praticidade na vida, de forma que conseguimos "desenrolar os nós da vida" sem tamanhas dificuldades. O outro diz que nos ama, que não vive sem a nossa presença, que somos mais do que especial. E fico eu cá a me perguntar. Ama o que eu represento na vida desta pessoa no sentido de utilidade ou no sentindo da minha presença ainda que não tão útil assim? Sou uma pessoa útil e devemos ser, afinal, como diz um velho ditado popular " Quem não vive para servir, não serve para viver." Mas porque eu me coloco na condição de alguém tão útil? Para me sentir uma falsa sensação de ser querido, amado? Será que eu me coloco na vida de uma pessoa de forma tão plena, que não deixo que a mesma não sinta falta de nada? Será que aí não esconde um desejo inconsciente de criar uma espécie de  simbiose? Eu te sirvo e você fica comigo, assim não ficamos sós. Não creio que esta relação seja sadia assim. Desejo um amor que mesmo eu não estando útil, me seja dispensado. Que a minha pessoa seja querida, mesmo não servindo tanto assim. Que o amor por mim, venha de um bem querer sincero, de um afeto e o prazer apenas de estar comigo, ainda que eu não esteja servindo aparentemente para nada.Embora aqui, eu  possa entrar em contradição, mas para facilitar, cito o exemplo de uma mãe que cuida de onze filhos e estes onze filhos não conseguem cuidar de uma mãe. A mãe foi útil para todos estes filhos enquanto estava nos seus dias de gozo de uma vida saudável. Porém, depois de idosa, cansada e abatida, nem todos os filhos conseguem mensurar a importância da presença da mãe porque a mesma já não lhes é tão útil assim. Sabemos que há mães e MÃES, filhos e FILHOS, CONTEXTOS E CONTEXTOS. Não podemos julgar pois cada situação é ímpar. Apenas é um convite à reflexão na relações humanas. Se somos úteis ou amados, simplesmente por sermos nós. Sabemos que somos amados ao invés de apenas úteis, quando podemos ser nós mesmos, felizes com nossas escolhas, livres e ainda assim, termos o apoio e o carinho daqueles que nos cercam. Aquela mãe que resolveu conhecer o mundo, depois dos filhos estarem criados e ainda assim, estes mesmos filhos ligarem para ela o tempo todo, para saberem se a mesma está bem e feliz. É você estar simplesmente cansado não sendo boa companhia e o outro sentar ali  ao seu lado sem nada dizer, mas estar com você,sem nada exigir. É você ser você mesmo, com suas escolhas, erros, acertos, problemas físicos e se sentir  pleno porque ainda assim,  você se sente querido, daquele jeitinho que chega acalma o coração, um acolhimento para a alma. Eu prefiro amar e sentir ser amada, mesmo um dia não sendo tão útil  assim. É uma utopia neste momento. Mas gosto de utopias, me fazem bem.

Iracema Correia

sábado, 19 de março de 2016

Para onde vão os dias? Só o tempo dirá.





Que nada sabemos e ficamos sem entender certas coisas. O porquê delas acontecerem conosco ou o porquê de não acontecerem. Acredito que se não foi desta vez, será bem melhor da próxima. . Tudo na vida tem o seu tempo, e o tempo cura tudo. Cura cicatrizes que no momento parecem ser incuráveis. Removem situações que no momento nos incomodam tanto, parecendo gigantes, só que quando o tempo passa, pessoas outrora importantes daquele momento, viram apenas recordações de dentro de um velho baú que vez por outra lembramos de abrir e retirar, junto com a poeira acumulada do tempo. O tempo é o senhor das razões. Apenas ele não usa anestesia, e para confiar nele, precisamos desta coragem e PACIÊNCIA. No final de tudo, mesmo que nada aconteça como queiramos, aprendemos uma lição. Se não ocorreu, apesar de nossos esforços é porque não teria que ser. E o que tiver que ser para o nosso bem, assim o será, desde que vibrarmos nossos desejos mais sinceros do fundo do coração, de tal maneira que ele ecoe para o universo, e este responderá na medida em que for melhor para nós. Viver é uma constante espera, podemos esperar se acreditarmos naquilo que queremos, se vale a pena ou não. Só nós saberemos mensurar o nível de interesse e importância do objeto esperado e calcular por quanto tempo devemos esperar. Enfim, embora esperamos, não permitamos que a nossa vida pare. Precisamos fazer acontecer a nossa vida e deixar a roda do tempo girar. Vez ou outra estamos nas cheias, e vez ou outra estamos nas ondas vazias do tempo. O que fazer? Esperar se valer a pena, ou seguir em frente encontrando outro rumo à seguir. Como uma planta que é arrancada do seu solo, podemos nos sentir despatriados, perdidos, desprotegidos, mas nos encontramos, com paciência e disciplina. Apenas precisamos ficar atentos para não deixarmos o tempo levar embora, lentamente, pessoas ou coisas que de fato nos sejam preciosas e, por desatenção ou falta de zelo, deixarmos escapar.

Iracema Correia


terça-feira, 15 de março de 2016

Professores!!! Usem e abusem dos livros!




Paralisação Nacional da Educação. A minha filha como aluna da rede pública, sem aula. Enfim, o que fazer? Eureka!! Estou afastada mas não estou morta! Entre dores, inchaços calores, dissabores, típicos de quem bem conhece a Fibromialgia. Entre dores nos braços sentidas, por  quem tem a Síndrome do Túnel do Carpo, vamos à luta pois a vida é curta.Entre afazeres do almoço, lanche, preciso garantir à minha cria mais um dia de aprendizado. E, sinceramente, digo EU, a minha pessoa aqui que vos fala, não sinto muita falta da rede privada. Sinto falta daqueles profissionais que conseguem ir além da lousa, daqueles que não confundem quantidade com qualidade. Que não entopem a lousa de textos e operações, com o fim de manter a sala quieta apenas. Se bem que utilizar algumas operações matemáticas, na lousa enquanto a turma está muito inquieta, acho válido!  Afinal, existem contextos e contextos. O problema é quando isso vira rotina. Quando deixamos de lado a oportunidade de trabalhar de forma interdisciplinar com os alunos. Quando pensamos ou não pensamos que o bastante é fazer o aluno reproduzir o conteúdo "derramado" por nós. Aí complica colega! Quando a coisa fica sem sentindo, cansativa, a aprendizagem não rola. Digo isto porque estou em um impasse com um colega, professor de minha filha, impasse no sentido de divergências de opinião, porém, ele é o professor dela e devo eu respeitá-lo. Embora não concorde com os seus métodos. Quando conversei com a direção sobre o assunto, a mesma, participou para mim que , quem sabe não seria uma nova forma de se educar????????? Lógico, senti uma certa precaução em não estarmos criticando a pessoa. Mas que mania esta meu Deus de estarmos sempre resistindo a críticas em cima do nosso trabalho? Recebemos, se a mesma vem de forma cuidadosa e respeitosa, mas precisamos analisar onde há um fundo de verdade. Será que nossos egos inflados irão permitir que deixemos de realizar um trabalho significativo? Acredito que compartilhar é viver, e o foco aqui é a aprendizagem fluir e sim, cada pessoa , Pedagogo em particular, tem o seu perfil preferido. Eu particularmente, gosto de turmas com adolescentes, jovens e adultos e quando fiquei com turminhas de três a sete anos, não me sentia realizada, embora solicitava e recebia constantes orientações de colegas que curtiam esta faixa etária. Mas, definitivamente não é o meu perfil, tenho uma linguagem mais adulta e consigo de forma menos exaustiva trabalhar com adolescentes. De dez anos em diante, até cem anos. Bom, voltando ao dia de hoje, aproveitei os livros maravilhosos e suas atividades interdisciplinares para trabalhar com a minha filha : ( matemática) gráficos, tabelas, adição com reserva. Bioma, queimadas, ( geografia). Leitura oral e interpretação textual e de gráficos, produção de frases, uso do dicionário ( Língua Portuguesa). Desenho livre e pintura ( Arte). Tudo isto em uma pequena atividade sugerida pelo livro. 










Um Gráfico onde o aluno tem a oportunidade de interpretar as informações ali expostas. Isso é muito importante onde percebe-se que um dos problemas gritantes nos educandos brasileiros é sem dúvida a questão de Interpretação. Isso se estende até à faculdade e pós. Noto ao ler alguns comentários de pessoas adultas sobre temas variados, e coisas que estão ali explícitas , mas não conseguem interpretar. Por isto, a base educacional é fator crucial para que tais dificuldades possam ser sanadas. O livro apresenta o índice  da quantidade de queimadas nos diferentes Biomas encontrados no Brasil, apresentando de diferentes formas: gráfico de barras simples e tabelas. Com questões em que o aluno lê , desenvolvendo a leitura oral, e responde, desenvolvendo a escrita e interpretação textual. Primeiro incia com um título assim: NÚMERO DE FOCOS DE QUEIMADAS POR BIOMA.



  • É importante destacar à turma que todo gráfico precisa de um título e fonte.E que o mesmo deve explicar a que se refere os números e símbolos, quer sejam barras simples, múltiplas, linhas, pictóricos, etc.
  • Buscar no dicionário o significado dos termos desconhecidos que, neste caso, seria o termo BIOMA. Até a etimologia da palavra é sempre bom considerar.A exemplo: bios=vida e oma=grupo ou massa). Só ai já temos muito "pano pra manga".

  • Responder as questões propostas pelo livro, no caso deste onde pede que o aluno faça uma análise onde há mais foco de queimadas, onde o número é superior a 1500, onde quase se equaliza, etc.

  • Realizar a operação matemática sugerida pelo livro, e neste caso, deixar que o aluno do quarto ano, identifique qual a operação a utilizar e como realizará todos os cálculos.

  • A utilização da Malha Quadriculada para a realização das operações fundamentais, construções de gráficos, etc., há espaço para incluir a nomenclatura das casas decimais, permitindo um melhor entendimento do cálculo realizado. 

  • A Malha Quadriculada é um recurso muito importante para as atividades matemáticas, são infinitas atividades a serem desenvolvidas de maneira mais sistematizada e significativa. Ampliar, reduzir, calcular, construir gráficos,etc., é só xerocar normalmente nas últimas folhas de alguns livros que sempre vêm. Recurso importantíssimo que não deveria ser deixado de lado nunca no período de estudo.

  • Fazer  uma ponte entre o assunto trabalhado com outra disciplina, o que chamamos de interdisciplinaridade. Neste caso, busquei no livro dela de Geografia alguma fotos dos Biomas brasileiros. Assistimos um vídeo no You Tube, para que as imagens fossem melhor captadas e finalizamos com um desenho do Bioma escolhido. O desenho é livre e permite a livre expressão artística da criança.

Resultado? Ouvi-la estabelecer as relações entre as palavras FAUNA E FLORA com o universo dos desenho animados dela. As fadas da Bela adormecida. Citar o desenho de Tinker Bell O Segredos Das Fadas, onde a irmã da mesma, vive em outro ambiente, segundo ela, outro bioma e tiveram, em um desenho, grandes dificuldades de se encontrar, porque os seus corpos não estavam acostumados com a diversidade das regiões em que ambas moravam. Me perguntou qual cor de e tonalidade de azul deveria colocar para representar o r io da Floresta Amazônica, o bioma escolhido por ela, daí olhou bem para a foto e preferiu misturar verde escuro, amarelo e verde claro.E por fim: 

"GOSTEI DE TERMINAR O DEVER COM UM DESENHO". E quem não gosta em?

Sempre priorizei utilizar a interdisciplinaridade nas aulas, nos permite viajar sem fronteiras no campo do conhecimento, tendo pouco ou muito recursos, com turmas de 39 alunos ou 18 alunos. Dificuldades temos, mas nada que nos impeça de transmutar tudo isto e trabalhar com alegria. 

Vídeo acima dos Biomas brasileiros!

Prosperidade e felicidade no atuar colegas!!!!!


Iracema Correia