s√°bado, 31 de janeiro de 2015

O prazer da rotina...

A ideia de estar amando e estar apaixonada √© algo maravilhoso. √Č fant√°stico sentir borboletas no est√īmago. Imaginar que ao ver a pessoa amada o cora√ß√£o pulsa mais forte, a temperatura do corpo aumenta. √Č muito bom! Bom mesmo √© quando o tempo passa, mesmo depois de casados, consegui sentir alegria em ver o companheiro mexer no port√£o e saber que ele est√° chegando.Em paz. √Č n√£o descansar enquanto a pessoa amada n√£o chega em casa. Mas nunca por desconfian√ßa e sim por preocupa√ß√£o, por sentir bem quando todos est√£o s√£os e salvos, no aconchego do lar.√Č n√£o sair sem dar o beijo de despedida e n√£o chegar sem o beijo do retorno. Assim vejo amor. Assim vivi o amor.Numa √©poca em que celulares n√£o eram t√£o utilizados assim. Amor para mim √© entrega. √Č escuta.Sentir a presen√ßa do outro, mesmo na aus√™ncia f√≠sica. Existem casais que mesmo distantes, possuem uma sintonia t√£o grande que se compreendem, se entendem. Tomam decis√Ķes sabendo que certamente o outro compreender√°.Pois a cumplicidade √© total. Amor para mim √© rotina, nunca uma rotina chata de dia a dia, trabalho cansado, afazeres dom√©sticos, etc. Amor para mim √© uma rotina gostosa de cada dia da semana ter algo especial. Uma sexta feira onde a casa torna-se um cinema. onde comer pipoca, guaran√° e assistir um bom filme em fam√≠lia,  torna-se um program√£o. Colocar a mesa debaixo da √°rvore do quintal √© literalmente comer fora, diferente e quebra de rotina.Torna-se algo especial porque n√£o √© o local em si que √© o foco, mas sim a companhia. Conhe√ßo casamentos que estavam j√° a beira do precip√≠cio numa viagem em Paris, em Miami por exemplo. O local √© de somenos import√Ęncia. A presen√ßa do outro √© fundamental. A energia existente na fam√≠lia √© tudo de bom.J√° vivi casos em que estar conversando altas horas num hall de um pr√©dio olhando o c√©u e as estrelas, valeu por uma viagem rom√Ęntica. O papo estava bom, a energia fluiu...mas ap√≥s um bom tempo eu interrompi. Por medo, incerteza. A felicidade era algo t√£o ut√≥pico para mim que sem querer, por medo de perd√™-la,a d√ļvida e a opini√£o alheia, me levaram o que mais temia ficar sem.J√° fui mais determinada, quando nem sempre deveria ser.Mas procurei viver intensamente todos os amores. Experienciar sensa√ß√Ķes boas de amar e ser amada. Quando percebo que a coisa n√£o est√° fluindo bem, tento redirecion√°-la. Tento, tento, primeira pessoa do presente. Deveria ser a primeira pessoa do plural. Uma via de m√£o dupla. Ainda acredito encontrar este amor.Este doar gostoso e receber. Esta harmonia e equil√≠brio. Quero sentir admira√ß√£o, respeito, orgulho pelo homem que eu amar.Quero ser admirada, respeitada, compreendida. Nesta troca de sentimentos, certamente a rotina ser√° sempre um grande prazer! Mas a quebra da rotina em Paris, melhor ainda! Enquanto a viagem n√£o se concretiza √© s√≥ n√£o deixar o beijo virar rotina. Ele √© o term√īmetro da rela√ß√£o. E tem coisa mais gostosa do que beijar quem a gente ama? Haja f√īlego!!!!


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Os outros roubam e nós pagamos!

Quer dizer brasileiros, que a "galera" do bem ( pra n√£o dizer o contr√°rio), desvia bilh√Ķes da Estatal Petrobr√°s. As a√ß√Ķes da mesma caem. Os investimentos em refinarias, por sua vez, diminui. Os empregos diretos e indiretos que seriam gerados por contas destes investimentos, deixam de sequer sair da mente, de alguns iludidos com as ent√£o oportunidades criadas. Desemprego, pequenas empresas no preju√≠zo e para a situa√ß√£o da Estatal melhorar, a Presidenta da mesma anunciou que o combust√≠vel precisa estar al√©m, acima, dos valores praticados em outros pa√≠ses. Eu vou pagar o pre√ßo pelo roubo dos outros.Parab√©ns pela excelente administra√ß√£o que temos.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O Caso do Abacaxi

O caso do Abacaxi
Jo√£o trabalhava em uma empresa h√° muitos anos. Funcion√°rio s√©rio, dedicado, cumpridor de suas obriga√ß√Ķes e, por isso mesmo, j√° com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
– Patr√£o, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedica√ß√£o, s√≥ que me sinto um tanto injusti√ßado. O Juca, que est√° conosco h√° somente tr√™s anos, est√° ganhando mais do que eu e foi promovido para um cargo superior ao meu.
РJoão, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos neste assunto, tenho um problema para resolver e gostaria de sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

A contra gosto e até um tanto indignado pelo estranho pedido, o funcionário foi e voltou quase uma hora depois, pois havia aproveitado para fumar, tomar café na padaria da esquina e conversar com conhecidos que passavam.
Retornou e foi à sala do patrão:
РE aí João?
РVerifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
– E quanto custa?
– Isso eu n√£o perguntei, n√£o.
РEles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
РIsso também eu não perguntei.
– H√° alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
– N√£o sei, n√£o…
– Muito bem, Jo√£o. Sente-se nesta cadeira e aguarde um pouco.

O patrão pegou o telefone e mandou chamar Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
РJuca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Juca partiu para cumprir a miss√£o e, em oito minutos, voltou.
– E ent√£o? Indagou o patr√£o.
РEles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para o nosso pessoal. Se o senhor preferir tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi custa R$1,50 cada, a banana e o mamão são R$1,00 o quilo, e a laranja R$20,00 o cento. Mas como eu disse que a compra seria grande, eles me deram 15% de desconto. Aí, aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo Рexplicou Juca.

Agradecendo as informa√ß√Ķes o patr√£o dispensou-o. Voltou-se para Jo√£o que permanecia sentado ali e perguntou-lhe:
РJoão, o que era mesmo que você estava me dizendo?
РNada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E Jo√£o deixou a sala.

Moral da hist√≥ria: Hoje, se quisermos ir mais longe, n√£o podemos nos acomodar. 
Não se acomode. Tenha paixão! Agarre toda a tarefa com unhas e dentes e faça o melhor possível. Não esqueça: não há tarefa chata; chato é não ter tarefas.

Compartilhei este cl√°ssico exemplo para extrairmos dele a import√Ęncia do esfor√ßo extra.
Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf
P√°gina Oficial: Carlos Hilsdorf


Estar bem!

Fique esperto quando ver algu√©m querendo saber se voc√™ est√° bem. Muitos querem no fundo saber que voc√™ n√£o est√°. A felicidade incomoda.Quem gosta de voc√™, quer o seu bem.Independente de quem voc√™ √©. Quem te ama, ama mesmo, com todos os seu defeitos e qualidades.Compreende o seu momento, se coloca no seu lugar,mostra empatia. Defende voc√™ de qualquer coment√°rio negativo, ainda que entre quatro paredes, converse contigo sobre o assunto. Quem te ama, n√£o cobra favores que lhe faz. Afinal, amigos genu√≠nos trocam entre si apoio, cada um dentro da suas possibilidades. O mundo est√° cheio de abutres desejando a sua derrota. Infelizmente, at√© dentro do seio da fam√≠lia.N√£o √© √† toa que o pr√≥prio Cristo falou que " Os inimigos do homem seriam pessoas da pr√≥pria fam√≠lia." Suportar a beleza, o sucesso financeiro , intelectual e afetivo de uma pessoa, n√£o √© tarefa f√°cil, principalmente se n√£o tivermos bem conosco. SEGUE O TEU CAMINHO, BUSCA A TUA FELICIDADE, A TUA PAZ. DESCOBRE O QUE DEIXA O TEU CABELO BONITO, AO INV√ČS DE COBI√áAR O CABELO DO PR√ďXIMO.DESCOBRE COMO EMAGRECER OU ACEITA TEU CORPO COMO √Č. ANALISA A SENSUALIDADE DO TEU ROSTO, VALORIZA E CHAMA A ATEN√á√ÉO AS PARTES MAIS BONITAS QUE VOC√ä TEM. E MAIS DO QUE TUDO: OLHA PARA DENTRO DA TUA ALMA E CONHECE-TE. MERGULHA SEM MEDO NOS TEUS DEFEITOS, NA TUA INVEJA, NA TUA MALDADE, N√ÉO NEGUE-A. ELA EXISTE E EST√Ā L√Ā, PARA QUE VOC√ä A ARRANQUE-A DE VEZ OU PELO MENOS, ENFRAQUE√áA-A. PUXA PARA FORA TUAS BOAS QUALIDADES. ACEITA O CARINHO VERDADEIRO DE QUEM TE GOSTA. REPELE FOFOCAS, CONVERSAS NEGATIVAS. SEJA FELIZ! O TEU MUNDO MELHORAR√Ā. BEIJOS!!

Iracema Correia


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O que passa e o que permanece..

√Č preciso evitar qualquer a√ß√£o repentina, ditada pelo entusiasmo ou pela paix√£o, refletir e saber distinguir aquilo que passa, daquilo que permanece.


Quando somos adolescentes pensamos que somos invenc√≠veis, capazes de mudar o mundo. (...) " vindo no vento Cheiro de nova esta√ß√£o " De repente, ap√≥s curar as "feridas vivas do cora√ß√£o" nos comportamos de uma forma que outrora conden√°vamos. Sossegados. De uma certa forma este pulsar de emo√ß√£o constante, seguindo o cheiro das novidades, indo onde o vento levar, buscando as fortes emo√ß√Ķes todo o tempo,.. seria t√£o legal assim? Para o momento talvez, mas tudo passa. O tes√£o que sentimos no auge da paix√£o por algu√©m, n√£o ser√° o mesmo ap√≥s contestar com a realidade, de se deparar com a personalidade diferente da que imagin√°vamos. A menos que, embora adolescente, tenhamos a maturidade para entender que o dia a dia, desgasta o brilho inicial do que √© novo. Meio dif√≠cil um adolescente perceber isto.Mas emo√ß√Ķes todo o tempo? Afinal "orgasmos" vinte e quatro horas intermitentemente , n√£o √© t√£o agrad√°vel assim. A maturidade deve nos ensinar a nos valorizarmos. Mas, como acontece com alguns aprendizados, ca√≠mos e levantamos, titubeamos, at√© ficarmos firmes. Segundo a psicologia Behaviorista de Ensaios e Erros. Me pergunto: At√© onde ensaiar? At√© quando ? At√© quando estaremos ou estarei pronta para voar mais segura? Quando se √© o limite para parar de ensaiar e voar mais alto? Um amigo me disse que sou muito inteligente " para algumas coisas" , ( risos), de fato,falei para ele que ningu√©m √© perfeito ( fazer o qu√™ n√©?). Que eu  n√£o tenho usado a minha intelig√™ncia corretamente e me feito sofrer. A vida est√° em nossas m√£os. Aprendo com os sentidos. Dizem que a fala dos  leoninos √© " Eu sou". Apesar de ser leonina " Eu sinto ", muita √°gua, muita emo√ß√£o, muita sensitividade. Eu sinto o ambiente, saco as pessoas. E t√ī cansada de sacar! Uma amiga me disse que de emo√ß√Ķes ela est√° cansada, que quer viver com seguran√ßa. Na verdade, ningu√©m quer ser "aut√īnomo" afetivamente. Por mais que arrote liberdade. Todo passarinho que voa, sabe que tem um galho para repousar.Viver de emo√ß√Ķes tem o seu tempo. Mas tudo passa na vida. At√© a paix√£o ardente, o que importa √© o que permanece. Muitos conseguem manter os relacionamentos da adolesc√™ncia, por anos a fio, at√© a maturidade. Como conseguem? S√£o como passarinhos que talvez voem longe, mas sempre retornam para o repouso. Amam o cantinho do lar, o "habitat natural". Aproveitar as fases da vida, sem "abort√°-las", a fim de passar por todas elas com √™xito e permanecer na trilha da vida com maior seguran√ßa.Creio que seja por a√≠.





domingo, 25 de janeiro de 2015

Reflexão do dia: A Presença de Deus

Achei maravilhoso este texto, lembrei-me do texto b√≠blico de Atos 17: 26, 27: "E ele fez de um s√≥ [homem] toda na√ß√£o dos homens, para morarem sobre a superf√≠cie inteira da terra, e decretou os tempos designados e os limites fixos da morada dos [homens], 27 para buscarem a Deus, se tateassem por Ele e realmente o achassem, embora, de fato, n√£o esteja longe de cada um de n√≥s."

O Deus ou a Força Suprema que cada um invoca e acredita.


" Muitos se declaram à procura de Deus. Uns O buscam nas igrejas, outros nos livros, doutrinas, na caridade, no perdão, outros tantos na filosofia, teologia ou aguardam a comprovação da ciência...
Por uma questão lógica não podemos encontrar o que não conhecemos, nem sequer reconhecemos o que não conhecemos. Todo nosso processo cognitivo é um processo de reconhecimento e analogia...
Embora pare√ßa paradoxal, n√£o se pode encontrar a Deus sem antes conhec√™-Lo, sem experimentar Sua Presen√ßa, por todos os limitados, mas preciosos recursos humanos. Quando experimentamos a presen√ßa de Deus, n√£o h√° um √ļnico lugar onde n√£o encontremos a Sua Divina Presen√ßa.
Em contrapartida, sem experimentar a Sua Presença, jamais alguém O encontrará.
N√£o entendemos quando algu√©m fala um idioma que n√£o dominamos, nem sequer reconhecemos as palavras, tudo n√£o passa de sons sem sentido. √Č preciso um contato com a l√≠ngua para come√ßarmos a compreender o significado destes sons... O mesmo acontece na dimens√£o espiritual. Sem dominarmos, ainda que minimamente, a linguagem do amor e da paz, na aus√™ncia de simplicidade e humildade, a vida nos parecer√° sem sentido e Deus dif√≠cil de encontrar, j√° se dominarmos esta linguagem, com a qual o universo foi constru√≠do, n√£o precisaremos procur√°-Lo, Ele estar√° em n√≥s e n√≥s Nele!
O templo mais secreto e mais repleto de Deus é o coração daqueles que experimentam a Sua Presença. Quando alguém lhe perguntar onde está Deus, responda: E onde é que ele não está?
Arrogante √© a posi√ß√£o humana, que sem entender a m√≠nima parte do mundo que nos rodeia, imagina poder compreender √Äquele que a tudo criou por uma dimens√£o de amor e expans√£o de consci√™ncia ainda inacess√≠veis √† pequena compreens√£o humana, prisioneira dos sentidos no c√°rcere do ego e sua ilus√Ķes.
Embora a fé deva ser examinada pela razão, não esqueçamos de perguntar: Quem está examinando a razão?
A fé não é o dogma, não é a doutrina, não é a prática ou qualquer outra questão desenvolvida socialmente pelo homem, a fé é o reconhecimento da presença de Deus, é a certeza que resta quando todas as outras deixam de existir!
Tenha F√©, tenha bom √Ęnimo...
Muita Paz e Alegria!
Carlos Hilsdorf
P√°gina Oficial: Carlos Hilsdorf

s√°bado, 24 de janeiro de 2015

CI√äNCIA COMPROVA: AS RELA√á√ēES QUE DURAM MAIS DEPENDEM DE 2 COISAS B√ĀSICAS por John Gottman e Julie Gottman

Texto retirado do Blog:http://robertacarrilho-div.blogspot.com.br/2015/01/ciencia-comprova-as-relacoes-que-duram.html





Milhares de casais se unem em matrim√īnio anualmente. No Brasil, o m√™s das noivas √© maio, nos Estados Unidos, o m√™s mais popular para casamento √© o m√™s de junho, onde em m√©dia 13.000 casais dizem “sim”.

Desses casais que decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta.

Pensando nisso, que o psic√≥logo, John Gottman, juntamente com sua esposa tamb√©m psic√≥loga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas b√°sicas que movem um relacionamento at√© o fim da vida s√£o generosidade e bondade.

John e Julie criaram o “The Lab Love” (O Laborat√≥rio do Amor), levaram 130 casais para seu laborat√≥rio do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das an√°lises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes.

Os casais que pertenciam ao grupo “desastres” ou n√£o estavam mais casados ou permaneciam juntos, por√©m infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclus√£o de que a generosidade √© fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.

Perguntas como: “Voc√™ viu aquele p√°ssaro?” podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conex√£o entre os dois.

Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das quest√Ķes de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas r√≠spidas que nos afastam um do outro.

Os “mestres” escolhiam respostas generosas, criavam uma conex√£o com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais.

Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de “mestres” preocupam-se em criar um ambiente de aprecia√ß√£o e gratid√£o pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais “desastres” constroem um ambiente baseado na insatisfa√ß√£o, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situa√ß√Ķes como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.

Generosidade e bondade

Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

John e Julie Gottman, ap√≥s estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, conclu√≠ram que casais do grupo “desastres” ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os “mestres” apresentavam passividade, relaxamento e tranquilidade ao conversarem.

E você? A qual grupo pertence?




Fonte: 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Livre estou.

A letra desta m√ļsica tem um significado muito interessante. Bem como o desenho em si. Amo de paix√£o. Muitas vezes congelamos o cora√ß√£o.



A neve branca brilhando no ch√£o
Sem pegadas pra seguir
Um reino de isolamento
E a rainha est√° aqui

A tempestade vem chegando e j√° n√£o sei
N√£o consegui conter, bem que eu tentei
N√£o podem vir, n√£o podem ver
Sempre a boa menina deve ser
Encobrir, n√£o sentir
Nunca saber√£o
Mas agora v√£o

Livre estou, livre estou
N√£o posso mais segurar
Livre estou, livre estou
Eu saí pra não voltar

N√£o me importa o que v√£o falar
Tempestade vem
O frio n√£o vai mesmo me incomodar

De longe tudo muda
Parece ser bem menor
Os medos que me controlavam
N√£o vejo ao meu redor

√Č hora de experimentar
Os meus limites vou testar
A liberdade veio enfim
Pra mim

Livre estou, livre estou
Com o céu e o vento andar
Livre estou, livre estou
N√£o v√£o me ver chorar

Aqui estou eu
E vou ficar
Tempestade vem

O meu poder envolve o ar e vai ao ch√£o
Da minha alma flui em fractais de gelo em profus√£o
Um pensamento se transforma em cristais
N√£o vou me arrepender do que ficou pra tr√°s

Livre estou, livre estou
Com o sol vou me levantar
Livre estou, livre estou
√Č tempo de mudar

Aqui estou eu
Vendo a luz brilhar
Tempestade vem
O frio n√£o vai mesmo me incomodar


s√°bado, 17 de janeiro de 2015

"Deus" Terceirizado

Algu√©m comenta que est√° passando por algum problema na fila de um m√©dico, no local de trabalho ou em alguma rede social, exp√Ķe um moment√Ęneo infort√ļnio e logo aparecem pessoas comentando que seria falta de Deus na vida, que a Igreja tal existe um Pastor que ora e opera obras milagrosas e por ai se vai. Bom, como cada Igreja, Organiza√ß√£o, Manifesta√ß√£o Religiosa diversas, ou como for, acredita que o "seu deus" √© o verdadeiro.Fica eu c√° a me perguntar:Deus foi privatizado? Se foi, quanto tempo? E a quem "pertence Deus", a fim de dizer que servem ao Deus verdadeiro? A f√© tamb√©m foi terceirizada. √Č incr√≠vel quando ou√ßo e fico boquiaberta com a express√£o: " Voc√™ n√£o tem f√© em Deus", " Sua f√© √© fraca". At√© a F√©...algo pessoal, intransfer√≠vel, subjetivo? Deus n√£o pertence a ningu√©m. At√© porque, cada pessoa tem a sua Divindade a qual acredita e devota a SUA f√©. A  MINHA F√Č me pertence, a minha devo√ß√£o ao MEU DEUS me pertence. Ainda que na minha vis√£o, eu possa entender Deus como n√£o existente, sendo um ateu, por exemplo. O entendimento √© MEU. A f√© na n√£o cren√ßa √© minha. Pronomes possessivos repetidos, pois pertence exclusivamente a cada ser, a sua religiosidade. RESPEITO √© bom e conserva a PAZ. N√£o posso obrigar a ningu√©m, nem critic√°-lo por n√£o querer participar do meu grupo social religioso.E nem puni-lo. Isso √© Medieval, grotesco, remonta ao per√≠odo das SANTAS INQUISI√á√ēES. De santas nada tinham. O que deve fazer a diferen√ßa √© o autoconhecimento, olhar para dentro de si e tentar refletir qualidades que provem realmente que exista um SER SUPREMO, puro, verdadeiro, justo a quem mere√ßa ser SEMPRE respeitado antes de PENSARMOS EM FAZER O MAL, QUALQUER FORMA DE MAL. Desde as mentiras mais levianas, coment√°rios maldosos, preconceitos e, por ai se vai.As vezes acreditamos tanto que uma coisa √© certa, que mesmo n√£o sendo, conseguimos distorc√™-la, ou vice-versa. Acreditam tanto que possuem os direitos sobre Deus que distorcem ELE, de acordo com as suas verdades.



O amor e a agonia cerrando fogo no espaço.

E quem um dia ir√° dizer que existe raz√£o nas coisas feitas pelo cora√ß√£o? Raz√£o versus emo√ß√£o.Ao c√©rebro atribui-se a responsa da raz√£o e ao louco cora√ß√£o ao sentimento que n√£o se mede... s√≥ pede. Nas m√ļsicas rom√Ęnticas, amor cruza com dor. Parece que ao amarmos ou nos apaixonarmos, teremos que pagar o pre√ßo deste amor. As vezes criamos carapa√ßas para nos proteger da dor da perda.E a mitologia grega est√° ai cheia de experi√™ncias para refletirmos, a exemplo do mito  grego de Orpheu e Eur√≠dice: " n√£o olhe para tr√°s."√Č tanta fatalidade, " inevitabilidade", como se for√ßas externas estivessem impedindo o amor de fluir. Ou seria na verdade uma atra√ß√£o pelo dif√≠cil? Como se o f√°cil, o fluido, n√£o nos atra√≠sse? Amor muitas vezes √© atrelado √† palavra sacrif√≠cio e muitas vezes, por conta disto, criamos a rela√ß√£o que teremos.Ainda sobre o mito de Orpheu, que consegue abrir os portais do mundo de Hades ( o reino da morte) com sua harpa m√°gica, retoma o amor da sua vida, Eur√≠dice, mas n√£o obedeceu a ordem de n√£o olhar para tr√°s, embora a sua amada estivesse ao seu  lado. N√£o confiou. E a sua desconfian√ßa e o medo da perda, gerou justamente o que mais temia.

" O aprendizado da confiança é entender e aceitar que os outros erram e que se nos traem é porque estão primeiramente se traindo, assim sendo o maior mal cometido não é sobre nós, e sim sobre o próprio ser."


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Alguém ai...

Alguém para desabar, alguém para chorar, para rir, desabafar, compartilhar...alguém ai? Santa TPM...Af!


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Tecnologia a serviço da falta de comunicação



√Č impressionante como a comunica√ß√£o entre os seres humanos tenha sofrido um retrocesso em rela√ß√£o ao avan√ßo da tecnologia destes mesmos meios de comunica√ß√£o.Na realidade o problema NUNCA foi o meio de comunica√ß√£o e sim a forma e o momento certo de se utilizar.Pensando nos C√≥digo Morse, tel√©grafos,namoros e noivados que se reafirmavam atrav√©s de cartas e por ai se vai.Acredito que como no tr√Ęnsito,os sinais de comunica√ß√£o existam para o fluir do tr√°fego de forma harmoniosa e quando estes sinais de comunica√ß√£o n√£o s√£o utilizados,v√°rios acidentes acontecem.Tr√°gico!Tr√°gico tamb√©m √© ver o fluir de tantas rela√ß√Ķes sendo interrompidas pelo mau uso dos canais de comunica√ß√£o.Tr√°gico √© perceber que ainda tendo TODOS os meios modernos e dispon√≠veis para se comunicar,as pessoas preferem se manter distantes umas das outras.PREFEREM.Isto √© uma quest√£o de prefer√™ncia de quem deve ou n√£o receber a sua aten√ß√£o. Existe agora uma moda que j√° virou regra.Compartilhado aos "rodos" nas redes sociais. Frases do tipo: "Gosto de pessoas que passam anos sem  ver e mesmo assim sei que quando nos encontrarmos a amizade √© a mesma." " Amigos n√£os se cobram, amigos isso... e por ai se vai." Na verdade, percebo assim, uma completa falta de interesse no bem estar do outro, um leve ego√≠smo de pensar que o outro estar√° sempre compreendendo a sua aus√™ncia, a sua justificada falta de tempo. Por falar nisto tenho pena do TEMPO. Recebe tanta culpa, por tudo, coitado! 

Antes só do que mal acompanhado.

Pensamento:
"Só roube a minha solidão, quando me oferecer verdadeira companhia."


Muitas pessoas t√™m medo de perder amizades, amores, etc. E ent√£o desenvolvem o danado do ci√ļme. √Č l√≥gico que quem ama cuida. Cuidar √© diferente de querer manter o outro debaixo dos seus p√©s como se fosse um bem a possuir. Penso que quando preenchemos as necessidades do outro com carinho, afeto, aten√ß√£o e sem d√ļvida recebendo no mesmo n√≠vel, n√£o h√° porque estarmos preocupados se o outro ir√° nos abandonar ou n√£o. O lance √© doar a medida que recebe. Definitivamente doar sem receber numa rela√ß√£o afetiva sexual e de amizade, √© deveras uma grande fonte de frustra√ß√£o. N√£o h√° sentimento que flores√ßa ou sobreviva diante de tamanha frieza. E h√° ainda aqueles que ap√≥s sentirem a aus√™ncia do outro, resolvem valorizar, apenas em palavras, pois considero improv√°vel que quando se tem por tanto tempo uma pedra preciosa e n√£o identificar a preciosidade dela, mais adiante ap√≥s perd√™-la, dar o devido valor. Neste caso, seria um valor interessado no benef√≠cio financeiro que a mesma daria.E em desespero, querer t√™-la novamente. Assim ilustro o que pode acontecer em alguns casos e em algumas rela√ß√Ķes. Quem gosta, ama, preza, sente falta, zela, importa-se, escuta...Enfim, as vezes √© melhor estar s√≥ do que mal acompanhado.