sábado, 31 de janeiro de 2015

O prazer da rotina...

A ideia de estar amando e estar apaixonada é algo maravilhoso. É fantástico sentir borboletas no estômago. Imaginar que ao ver a pessoa amada o coração pulsa mais forte, a temperatura do corpo aumenta. É muito bom! Bom mesmo é quando o tempo passa, mesmo depois de casados, consegui sentir alegria em ver o companheiro mexer no portão e saber que ele está chegando.Em paz. É não descansar enquanto a pessoa amada não chega em casa. Mas nunca por desconfiança e sim por preocupação, por sentir bem quando todos estão sãos e salvos, no aconchego do lar.É não sair sem dar o beijo de despedida e não chegar sem o beijo do retorno. Assim vejo amor. Assim vivi o amor.Numa época em que celulares não eram tão utilizados assim. Amor para mim é entrega. É escuta.Sentir a presença do outro, mesmo na ausência física. Existem casais que mesmo distantes, possuem uma sintonia tão grande que se compreendem, se entendem. Tomam decisões sabendo que certamente o outro compreenderá.Pois a cumplicidade é total. Amor para mim é rotina, nunca uma rotina chata de dia a dia, trabalho cansado, afazeres domésticos, etc. Amor para mim é uma rotina gostosa de cada dia da semana ter algo especial. Uma sexta feira onde a casa torna-se um cinema. onde comer pipoca, guaraná e assistir um bom filme em família,  torna-se um programão. Colocar a mesa debaixo da árvore do quintal é literalmente comer fora, diferente e quebra de rotina.Torna-se algo especial porque não é o local em si que é o foco, mas sim a companhia. Conheço casamentos que estavam já a beira do precipício numa viagem em Paris, em Miami por exemplo. O local é de somenos importância. A presença do outro é fundamental. A energia existente na família é tudo de bom.Já vivi casos em que estar conversando altas horas num hall de um prédio olhando o céu e as estrelas, valeu por uma viagem romântica. O papo estava bom, a energia fluiu...mas após um bom tempo eu interrompi. Por medo, incerteza. A felicidade era algo tão utópico para mim que sem querer, por medo de perdê-la,a dúvida e a opinião alheia, me levaram o que mais temia ficar sem.Já fui mais determinada, quando nem sempre deveria ser.Mas procurei viver intensamente todos os amores. Experienciar sensações boas de amar e ser amada. Quando percebo que a coisa não está fluindo bem, tento redirecioná-la. Tento, tento, primeira pessoa do presente. Deveria ser a primeira pessoa do plural. Uma via de mão dupla. Ainda acredito encontrar este amor.Este doar gostoso e receber. Esta harmonia e equilíbrio. Quero sentir admiração, respeito, orgulho pelo homem que eu amar.Quero ser admirada, respeitada, compreendida. Nesta troca de sentimentos, certamente a rotina será sempre um grande prazer! Mas a quebra da rotina em Paris, melhor ainda! Enquanto a viagem não se concretiza é só não deixar o beijo virar rotina. Ele é o termômetro da relação. E tem coisa mais gostosa do que beijar quem a gente ama? Haja fôlego!!!!


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Os outros roubam e nós pagamos!

Quer dizer brasileiros, que a "galera" do bem ( pra não dizer o contrário), desvia bilhões da Estatal Petrobrás. As ações da mesma caem. Os investimentos em refinarias, por sua vez, diminui. Os empregos diretos e indiretos que seriam gerados por contas destes investimentos, deixam de sequer sair da mente, de alguns iludidos com as então oportunidades criadas. Desemprego, pequenas empresas no prejuízo e para a situação da Estatal melhorar, a Presidenta da mesma anunciou que o combustível precisa estar além, acima, dos valores praticados em outros países. Eu vou pagar o preço pelo roubo dos outros.Parabéns pela excelente administração que temos.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O Caso do Abacaxi

O caso do Abacaxi
João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
– Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu e foi promovido para um cargo superior ao meu.
– João, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos neste assunto, tenho um problema para resolver e gostaria de sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

A contra gosto e até um tanto indignado pelo estranho pedido, o funcionário foi e voltou quase uma hora depois, pois havia aproveitado para fumar, tomar café na padaria da esquina e conversar com conhecidos que passavam.
Retornou e foi à sala do patrão:
– E aí João?
– Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
– E quanto custa?
– Isso eu não perguntei, não.
– Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
– Isso também eu não perguntei.
– Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
– Não sei, não…
– Muito bem, João. Sente-se nesta cadeira e aguarde um pouco.

O patrão pegou o telefone e mandou chamar Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
– Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Juca partiu para cumprir a missão e, em oito minutos, voltou.
– E então? Indagou o patrão.
– Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para o nosso pessoal. Se o senhor preferir tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi custa R$1,50 cada, a banana e o mamão são R$1,00 o quilo, e a laranja R$20,00 o cento. Mas como eu disse que a compra seria grande, eles me deram 15% de desconto. Aí, aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.

Agradecendo as informações o patrão dispensou-o. Voltou-se para João que permanecia sentado ali e perguntou-lhe:
– João, o que era mesmo que você estava me dizendo?
– Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E João deixou a sala.

Moral da história: Hoje, se quisermos ir mais longe, não podemos nos acomodar. 
Não se acomode. Tenha paixão! Agarre toda a tarefa com unhas e dentes e faça o melhor possível. Não esqueça: não há tarefa chata; chato é não ter tarefas.

Compartilhei este clássico exemplo para extrairmos dele a importância do esforço extra.
Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: Carlos Hilsdorf


Estar bem!

Fique esperto quando ver alguém querendo saber se você está bem. Muitos querem no fundo saber que você não está. A felicidade incomoda.Quem gosta de você, quer o seu bem.Independente de quem você é. Quem te ama, ama mesmo, com todos os seu defeitos e qualidades.Compreende o seu momento, se coloca no seu lugar,mostra empatia. Defende você de qualquer comentário negativo, ainda que entre quatro paredes, converse contigo sobre o assunto. Quem te ama, não cobra favores que lhe faz. Afinal, amigos genuínos trocam entre si apoio, cada um dentro da suas possibilidades. O mundo está cheio de abutres desejando a sua derrota. Infelizmente, até dentro do seio da família.Não é à toa que o próprio Cristo falou que " Os inimigos do homem seriam pessoas da própria família." Suportar a beleza, o sucesso financeiro , intelectual e afetivo de uma pessoa, não é tarefa fácil, principalmente se não tivermos bem conosco. SEGUE O TEU CAMINHO, BUSCA A TUA FELICIDADE, A TUA PAZ. DESCOBRE O QUE DEIXA O TEU CABELO BONITO, AO INVÉS DE COBIÇAR O CABELO DO PRÓXIMO.DESCOBRE COMO EMAGRECER OU ACEITA TEU CORPO COMO É. ANALISA A SENSUALIDADE DO TEU ROSTO, VALORIZA E CHAMA A ATENÇÃO AS PARTES MAIS BONITAS QUE VOCÊ TEM. E MAIS DO QUE TUDO: OLHA PARA DENTRO DA TUA ALMA E CONHECE-TE. MERGULHA SEM MEDO NOS TEUS DEFEITOS, NA TUA INVEJA, NA TUA MALDADE, NÃO NEGUE-A. ELA EXISTE E ESTÁ LÁ, PARA QUE VOCÊ A ARRANQUE-A DE VEZ OU PELO MENOS, ENFRAQUEÇA-A. PUXA PARA FORA TUAS BOAS QUALIDADES. ACEITA O CARINHO VERDADEIRO DE QUEM TE GOSTA. REPELE FOFOCAS, CONVERSAS NEGATIVAS. SEJA FELIZ! O TEU MUNDO MELHORARÁ. BEIJOS!!

Iracema Correia


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O que passa e o que permanece..

É preciso evitar qualquer ação repentina, ditada pelo entusiasmo ou pela paixão, refletir e saber distinguir aquilo que passa, daquilo que permanece.


Quando somos adolescentes pensamos que somos invencíveis, capazes de mudar o mundo. (...) " vindo no vento Cheiro de nova estação " De repente, após curar as "feridas vivas do coração" nos comportamos de uma forma que outrora condenávamos. Sossegados. De uma certa forma este pulsar de emoção constante, seguindo o cheiro das novidades, indo onde o vento levar, buscando as fortes emoções todo o tempo,.. seria tão legal assim? Para o momento talvez, mas tudo passa. O tesão que sentimos no auge da paixão por alguém, não será o mesmo após contestar com a realidade, de se deparar com a personalidade diferente da que imaginávamos. A menos que, embora adolescente, tenhamos a maturidade para entender que o dia a dia, desgasta o brilho inicial do que é novo. Meio difícil um adolescente perceber isto.Mas emoções todo o tempo? Afinal "orgasmos" vinte e quatro horas intermitentemente , não é tão agradável assim. A maturidade deve nos ensinar a nos valorizarmos. Mas, como acontece com alguns aprendizados, caímos e levantamos, titubeamos, até ficarmos firmes. Segundo a psicologia Behaviorista de Ensaios e Erros. Me pergunto: Até onde ensaiar? Até quando ? Até quando estaremos ou estarei pronta para voar mais segura? Quando se é o limite para parar de ensaiar e voar mais alto? Um amigo me disse que sou muito inteligente " para algumas coisas" , ( risos), de fato,falei para ele que ninguém é perfeito ( fazer o quê né?). Que eu  não tenho usado a minha inteligência corretamente e me feito sofrer. A vida está em nossas mãos. Aprendo com os sentidos. Dizem que a fala dos  leoninos é " Eu sou". Apesar de ser leonina " Eu sinto ", muita água, muita emoção, muita sensitividade. Eu sinto o ambiente, saco as pessoas. E tô cansada de sacar! Uma amiga me disse que de emoções ela está cansada, que quer viver com segurança. Na verdade, ninguém quer ser "autônomo" afetivamente. Por mais que arrote liberdade. Todo passarinho que voa, sabe que tem um galho para repousar.Viver de emoções tem o seu tempo. Mas tudo passa na vida. Até a paixão ardente, o que importa é o que permanece. Muitos conseguem manter os relacionamentos da adolescência, por anos a fio, até a maturidade. Como conseguem? São como passarinhos que talvez voem longe, mas sempre retornam para o repouso. Amam o cantinho do lar, o "habitat natural". Aproveitar as fases da vida, sem "abortá-las", a fim de passar por todas elas com êxito e permanecer na trilha da vida com maior segurança.Creio que seja por aí.





domingo, 25 de janeiro de 2015

Reflexão do dia: A Presença de Deus

Achei maravilhoso este texto, lembrei-me do texto bíblico de Atos 17: 26, 27: "E ele fez de um só [homem] toda nação dos homens, para morarem sobre a superfície inteira da terra, e decretou os tempos designados e os limites fixos da morada dos [homens], 27 para buscarem a Deus, se tateassem por Ele e realmente o achassem, embora, de fato, não esteja longe de cada um de nós."

O Deus ou a Força Suprema que cada um invoca e acredita.


" Muitos se declaram à procura de Deus. Uns O buscam nas igrejas, outros nos livros, doutrinas, na caridade, no perdão, outros tantos na filosofia, teologia ou aguardam a comprovação da ciência...
Por uma questão lógica não podemos encontrar o que não conhecemos, nem sequer reconhecemos o que não conhecemos. Todo nosso processo cognitivo é um processo de reconhecimento e analogia...
Embora pareça paradoxal, não se pode encontrar a Deus sem antes conhecê-Lo, sem experimentar Sua Presença, por todos os limitados, mas preciosos recursos humanos. Quando experimentamos a presença de Deus, não há um único lugar onde não encontremos a Sua Divina Presença.
Em contrapartida, sem experimentar a Sua Presença, jamais alguém O encontrará.
Não entendemos quando alguém fala um idioma que não dominamos, nem sequer reconhecemos as palavras, tudo não passa de sons sem sentido. É preciso um contato com a língua para começarmos a compreender o significado destes sons... O mesmo acontece na dimensão espiritual. Sem dominarmos, ainda que minimamente, a linguagem do amor e da paz, na ausência de simplicidade e humildade, a vida nos parecerá sem sentido e Deus difícil de encontrar, já se dominarmos esta linguagem, com a qual o universo foi construído, não precisaremos procurá-Lo, Ele estará em nós e nós Nele!
O templo mais secreto e mais repleto de Deus é o coração daqueles que experimentam a Sua Presença. Quando alguém lhe perguntar onde está Deus, responda: E onde é que ele não está?
Arrogante é a posição humana, que sem entender a mínima parte do mundo que nos rodeia, imagina poder compreender Àquele que a tudo criou por uma dimensão de amor e expansão de consciência ainda inacessíveis à pequena compreensão humana, prisioneira dos sentidos no cárcere do ego e sua ilusões.
Embora a fé deva ser examinada pela razão, não esqueçamos de perguntar: Quem está examinando a razão?
A fé não é o dogma, não é a doutrina, não é a prática ou qualquer outra questão desenvolvida socialmente pelo homem, a fé é o reconhecimento da presença de Deus, é a certeza que resta quando todas as outras deixam de existir!
Tenha Fé, tenha bom ânimo...
Muita Paz e Alegria!
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: Carlos Hilsdorf

sábado, 24 de janeiro de 2015

CIÊNCIA COMPROVA: AS RELAÇÕES QUE DURAM MAIS DEPENDEM DE 2 COISAS BÁSICAS por John Gottman e Julie Gottman

Texto retirado do Blog:http://robertacarrilho-div.blogspot.com.br/2015/01/ciencia-comprova-as-relacoes-que-duram.html





Milhares de casais se unem em matrimônio anualmente. No Brasil, o mês das noivas é maio, nos Estados Unidos, o mês mais popular para casamento é o mês de junho, onde em média 13.000 casais dizem “sim”.

Desses casais que decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta.

Pensando nisso, que o psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são generosidade e bondade.

John e Julie criaram o “The Lab Love” (O Laboratório do Amor), levaram 130 casais para seu laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes.

Os casais que pertenciam ao grupo “desastres” ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.

Perguntas como: “Você viu aquele pássaro?” podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois.

Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro.

Os “mestres” escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais.

Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de “mestres” preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais “desastres” constroem um ambiente baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.

Generosidade e bondade

Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

John e Julie Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, concluíram que casais do grupo “desastres” ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os “mestres” apresentavam passividade, relaxamento e tranquilidade ao conversarem.

E você? A qual grupo pertence?




Fonte: 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Livre estou.

A letra desta música tem um significado muito interessante. Bem como o desenho em si. Amo de paixão. Muitas vezes congelamos o coração.



A neve branca brilhando no chão
Sem pegadas pra seguir
Um reino de isolamento
E a rainha está aqui

A tempestade vem chegando e já não sei
Não consegui conter, bem que eu tentei
Não podem vir, não podem ver
Sempre a boa menina deve ser
Encobrir, não sentir
Nunca saberão
Mas agora vão

Livre estou, livre estou
Não posso mais segurar
Livre estou, livre estou
Eu saí pra não voltar

Não me importa o que vão falar
Tempestade vem
O frio não vai mesmo me incomodar

De longe tudo muda
Parece ser bem menor
Os medos que me controlavam
Não vejo ao meu redor

É hora de experimentar
Os meus limites vou testar
A liberdade veio enfim
Pra mim

Livre estou, livre estou
Com o céu e o vento andar
Livre estou, livre estou
Não vão me ver chorar

Aqui estou eu
E vou ficar
Tempestade vem

O meu poder envolve o ar e vai ao chão
Da minha alma flui em fractais de gelo em profusão
Um pensamento se transforma em cristais
Não vou me arrepender do que ficou pra trás

Livre estou, livre estou
Com o sol vou me levantar
Livre estou, livre estou
É tempo de mudar

Aqui estou eu
Vendo a luz brilhar
Tempestade vem
O frio não vai mesmo me incomodar


sábado, 17 de janeiro de 2015

"Deus" Terceirizado

Alguém comenta que está passando por algum problema na fila de um médico, no local de trabalho ou em alguma rede social, expõe um momentâneo infortúnio e logo aparecem pessoas comentando que seria falta de Deus na vida, que a Igreja tal existe um Pastor que ora e opera obras milagrosas e por ai se vai. Bom, como cada Igreja, Organização, Manifestação Religiosa diversas, ou como for, acredita que o "seu deus" é o verdadeiro.Fica eu cá a me perguntar:Deus foi privatizado? Se foi, quanto tempo? E a quem "pertence Deus", a fim de dizer que servem ao Deus verdadeiro? A fé também foi terceirizada. É incrível quando ouço e fico boquiaberta com a expressão: " Você não tem fé em Deus", " Sua fé é fraca". Até a Fé...algo pessoal, intransferível, subjetivo? Deus não pertence a ninguém. Até porque, cada pessoa tem a sua Divindade a qual acredita e devota a SUA fé. A  MINHA FÉ me pertence, a minha devoção ao MEU DEUS me pertence. Ainda que na minha visão, eu possa entender Deus como não existente, sendo um ateu, por exemplo. O entendimento é MEU. A fé na não crença é minha. Pronomes possessivos repetidos, pois pertence exclusivamente a cada ser, a sua religiosidade. RESPEITO é bom e conserva a PAZ. Não posso obrigar a ninguém, nem criticá-lo por não querer participar do meu grupo social religioso.E nem puni-lo. Isso é Medieval, grotesco, remonta ao período das SANTAS INQUISIÇÕES. De santas nada tinham. O que deve fazer a diferença é o autoconhecimento, olhar para dentro de si e tentar refletir qualidades que provem realmente que exista um SER SUPREMO, puro, verdadeiro, justo a quem mereça ser SEMPRE respeitado antes de PENSARMOS EM FAZER O MAL, QUALQUER FORMA DE MAL. Desde as mentiras mais levianas, comentários maldosos, preconceitos e, por ai se vai.As vezes acreditamos tanto que uma coisa é certa, que mesmo não sendo, conseguimos distorcê-la, ou vice-versa. Acreditam tanto que possuem os direitos sobre Deus que distorcem ELE, de acordo com as suas verdades.



O amor e a agonia cerrando fogo no espaço.

E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? Razão versus emoção.Ao cérebro atribui-se a responsa da razão e ao louco coração ao sentimento que não se mede... só pede. Nas músicas românticas, amor cruza com dor. Parece que ao amarmos ou nos apaixonarmos, teremos que pagar o preço deste amor. As vezes criamos carapaças para nos proteger da dor da perda.E a mitologia grega está ai cheia de experiências para refletirmos, a exemplo do mito  grego de Orpheu e Eurídice: " não olhe para trás."É tanta fatalidade, " inevitabilidade", como se forças externas estivessem impedindo o amor de fluir. Ou seria na verdade uma atração pelo difícil? Como se o fácil, o fluido, não nos atraísse? Amor muitas vezes é atrelado à palavra sacrifício e muitas vezes, por conta disto, criamos a relação que teremos.Ainda sobre o mito de Orpheu, que consegue abrir os portais do mundo de Hades ( o reino da morte) com sua harpa mágica, retoma o amor da sua vida, Eurídice, mas não obedeceu a ordem de não olhar para trás, embora a sua amada estivesse ao seu  lado. Não confiou. E a sua desconfiança e o medo da perda, gerou justamente o que mais temia.

" O aprendizado da confiança é entender e aceitar que os outros erram e que se nos traem é porque estão primeiramente se traindo, assim sendo o maior mal cometido não é sobre nós, e sim sobre o próprio ser."


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Alguém ai...

Alguém para desabar, alguém para chorar, para rir, desabafar, compartilhar...alguém ai? Santa TPM...Af!


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Tecnologia a serviço da falta de comunicação



É impressionante como a comunicação entre os seres humanos tenha sofrido um retrocesso em relação ao avanço da tecnologia destes mesmos meios de comunicação.Na realidade o problema NUNCA foi o meio de comunicação e sim a forma e o momento certo de se utilizar.Pensando nos Código Morse, telégrafos,namoros e noivados que se reafirmavam através de cartas e por ai se vai.Acredito que como no trânsito,os sinais de comunicação existam para o fluir do tráfego de forma harmoniosa e quando estes sinais de comunicação não são utilizados,vários acidentes acontecem.Trágico!Trágico também é ver o fluir de tantas relações sendo interrompidas pelo mau uso dos canais de comunicação.Trágico é perceber que ainda tendo TODOS os meios modernos e disponíveis para se comunicar,as pessoas preferem se manter distantes umas das outras.PREFEREM.Isto é uma questão de preferência de quem deve ou não receber a sua atenção. Existe agora uma moda que já virou regra.Compartilhado aos "rodos" nas redes sociais. Frases do tipo: "Gosto de pessoas que passam anos sem  ver e mesmo assim sei que quando nos encontrarmos a amizade é a mesma." " Amigos nãos se cobram, amigos isso... e por ai se vai." Na verdade, percebo assim, uma completa falta de interesse no bem estar do outro, um leve egoísmo de pensar que o outro estará sempre compreendendo a sua ausência, a sua justificada falta de tempo. Por falar nisto tenho pena do TEMPO. Recebe tanta culpa, por tudo, coitado! 

Antes só do que mal acompanhado.

Pensamento:
"Só roube a minha solidão, quando me oferecer verdadeira companhia."


Muitas pessoas têm medo de perder amizades, amores, etc. E então desenvolvem o danado do ciúme. É lógico que quem ama cuida. Cuidar é diferente de querer manter o outro debaixo dos seus pés como se fosse um bem a possuir. Penso que quando preenchemos as necessidades do outro com carinho, afeto, atenção e sem dúvida recebendo no mesmo nível, não há porque estarmos preocupados se o outro irá nos abandonar ou não. O lance é doar a medida que recebe. Definitivamente doar sem receber numa relação afetiva sexual e de amizade, é deveras uma grande fonte de frustração. Não há sentimento que floresça ou sobreviva diante de tamanha frieza. E há ainda aqueles que após sentirem a ausência do outro, resolvem valorizar, apenas em palavras, pois considero improvável que quando se tem por tanto tempo uma pedra preciosa e não identificar a preciosidade dela, mais adiante após perdê-la, dar o devido valor. Neste caso, seria um valor interessado no benefício financeiro que a mesma daria.E em desespero, querer tê-la novamente. Assim ilustro o que pode acontecer em alguns casos e em algumas relações. Quem gosta, ama, preza, sente falta, zela, importa-se, escuta...Enfim, as vezes é melhor estar só do que mal acompanhado.